Mari, agradecida, diz: "Obrigada, Ravi. Apesar de você ser grosso e arrogante, a noite até que não foi ruim. Espero que a gente se dê bem de verdade nesse casamento de fachada."
Ravi, com seu habitual tom irônico, responde: "Não é bem fachada, querida. Eu vou ter que me saciar nesse corpinho de tampinha. Kkkkk."
Mari, irritada, retruca: "Ridículo."
A troca de palavras entre eles reflete a complexidade do relacionamento, misturando gratidão, sarcasmo e a consciência da natureza aparentemente superficial de seu casamento. Enquanto Mari tenta expressar uma esperança genuína por uma relação amigável, Ravi, com sua habitual atitude irreverente, deixa claro que quer algo a mais .
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Mariana, depois de um desentendimento com Ravi, sai pisando duro e vai para seu quarto. Tomando um banho, desconta sua raiva dando alguns murros na parede. Ao sair, percebe que o sono não vem. Veste uma camisa e sai para perambular pela casa.
Mariana, inquieta, dá uma volta pelo jardim, sentindo o frio da noite. Sua cabeça dói, e ela tenta resistir à ideia de tomar remédio para dormir. No entanto, seu corpo não consegue controlar as sensações. Respiração irregular, mãos suadas, sensação de desproteção e medo a assolam. Seu coração está partido; ela ama Ravi, mas suportará os destratos e grosserias dele? Ele mudará um dia como seu pai, conforme as histórias que ouve?
Enquanto Mari viaja em seus pensamentos, uma garrafa de uísque nas mãos, ela bebe com vontade, tentando esquecer os turbilhões de sentimentos que a invadem. Em meio à dor, ela sente o perfume de Ravi.
"Mari, quero ficar sozinha. Me deixa em paz," pede ela.
Ravi, surpreendendo-a, diz: "Está tão indecente, pedi pra evacuar os seguranças, sabia?"
Mari, indiferente, responde: "Estou nem aí. Se eles olharem, eu os mato. Se tocarem, eu arranco as mãos. Já fiz isso antes."
Ravi, intrigado, pergunta: "Você tem medo?"
Mari, determinada, responde: "Mas sou forte o bastante."
Ravi, num momento de sinceridade, confessa: "Hoje só tenho medo de uma coisa."
Mari, intrigada, indaga: "Eu também, mas já estou vivendo o meu maior medo."
Ravi tenta oferecer apoio: "Posso entender."
Mari, afastando-se, diz: "Não sou psicóloga, mas se precisar, conheço algumas. Se quiser conversar agora agora me Deixa."
Enquanto Mari se retira, Ravi segura suas mãos e rouba um beijo dela. Parecia ser o primeiro beijo de Mari, surpreendendo ambos. Ravi, mesmo cético, começa a questionar suas próprias certezas diante desse momento único. O silêncio que se segue é carregado de emoções complexas, marcando um ponto crucial na relação tumultuada entre Mari e Ravi.
Os lábios de Mariana são invadidos pelo beijo urgente de Ravi. As mãos deles tocam o rosto um do outro, uma chama de eletricidade invade o corpo deles, fazendo-os tremer a cada sentimento que aquele beijo trazia.
O calor do momento é palpável, como se o tempo parasse enquanto eles se entregam à intensidade do beijo. Cada toque, cada movimento, transmite uma conexão profunda entre Mariana e Ravi, rompendo as barreiras que antes os mantinham afastados.
A eletricidade no ar parece alimentar o fogo da paixão, e a atmosfera ao redor deles se enche de uma energia carregada. O beijo torna-se uma expressão ardente de sentimentos até então não confessados, criando um vínculo intenso entre os dois.
A troca de emoções através desse beijo revela a complexidade de sua relação, misturando atração, desejo, e talvez até uma ponta de vulnerabilidade. Esse momento efervescente poderia ser um ponto de virada, desencadeando uma série de eventos que mudariam o curso de suas vidas entrelaçadas.
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Atualizado até capítulo 74
Comments
Maria Silva
só não quero que ele humilhe ela e ela não deixe ele fazer o que quer com ela e ela tem os pais pra apoiar em tudo e Ravi já deixou claro que só quer crescer na vida através dela e onde está a gratidão dele pelos pais dela
2025-03-13
1
Helena Galvão
Também Acho
2024-08-12
4
Helena Galvão
Concordo Joana
2024-08-12
1