Mel o dia está lindo mais meu coração partido
Sebatian: o que foi minha vida ?
sua carinha está tão triste ?
Mel, com lágrimas nos olhos, falou com seu marido, Sebastian: "Amor, nossa filha vai para o treinamento, e nosso menino volta. Eles nem vão se ver. Além disso, não sei se quero que ela vá."
Sebastian, com firmeza, respondeu: "Mel, ela precisa disso. Como será uma guerreira? Uma dama da máfia. Já ensinamos muito, ela sabe lutar, atirar. Lá, será ainda mais treinada."
"Será difícil detê-la," continuou Sebastian, "e podemos ir vê-la. Damos aula no treinamento, mas seus pais e Matias não a verão. Tem que ser assim."
Mel, preocupada, pediu: "Sebatina, amor, por favor, não complica. É difícil aceitar, mas ela precisa seguir esse caminho."
Sebastian, abraçando Mel, tranquilizou-a: "Entendo, Mel. É difícil, mas estamos preparando nossa filha para um futuro que enfrentará. Ela será forte e habilidosa."
Mel, com uma mistura de tristeza e resignação, concordou: "Você está certo, Sebastian. Precisamos confiar na educação que demos a ela e no treinamento que receberá."
E assim, entre lágrimas e decisões difíceis, o casal enfrentou o desafio de preparar sua filha para um destino que exigiria força e determinação.
Mel , com preocupação estampada no rosto, tentou dissuadir sua filha: "Filha, fica em paz. Eu sei que você quer ir, mas é difícil para uma mãe. Ficarei preocupada."
A filha, determinada, respondeu: "Mãe, preciso ir. Lá ficarei bem, e quando voltar, serei diferente. Já escrevi por cinco anos para meu irmão e o Ravi, mas nunca me responderam. É frustrante."
Mel, questionando a mãe sobre seus sentimentos por Ravi, provocou: "Mari é realmente apaixonada pelo Ravi?
Mary:Deixa pra lá, mãe. Arrume um noivo lindo quando eu voltar. Gosto de romântico, odeio homens rudes.
Mel:Deixa seu pai ouvir isso, kkkkk."
A Mel tentando lidar com a situação, perguntou sobre a autorização da tia Isa para a viagem: " a tia vai deixar a Elisa ir comigo ou só quando ela fizer quinze anos?"
Mel esclareceu: "Só com quinze, filha ." Mari, decidida a evitar uma discussão diz não vou a festa, afirmou: "Eu não vou na festa, ótimo."
Mel, brincando, disse: "Chega, não complica, tá?" A mãe, entre risos e preocupações, tentou encontrar um equilíbrio entre permitir que a filha siga seu caminho e garantir sua segurança.
Elisa, expressando saudades, perguntou: "Prima, que saudades! Vai hoje? Seu irmão chega amanhã, e você não vai vê-los, não é?"
Mari, com desprezo, respondeu: "Que eles se danem. Minha raiva é que não poderei ir na sua festa."
Elisa, determinada a incluir a prima na comemoração, insistiu: "Vai sim à festa, e a caráter, a fantasia. Damos um jeito."
Mariana, firme, declarou: "Mais ninguém foge da fortaleza de treinamento."
Elisa, desconfiada, afirmou: "Você é capaz de tudo, não é? Confio em você. Só mando os seguranças e jatinhos pra te pegar."
Mari, confiante, respondeu com um riso: "Eu me viro, kkkk." Entre saudades, festas e treinamentos, as primas enfrentavam desafios e mostravam determinação em seus caminhos distintos.
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Atualizado até capítulo 74
Comments
Sandra Barreto
Amor platônico em mágoa ou ódio, um excelente aperitivo
2024-01-19
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