Acordo cedo e mais disposta, estranhamente estou mais feliz que o normal; abro as cortinas e arrumo a cama, fico pensativa sobre a noite passada e no perigo que está por vir, vou para o banheiro para tomar banho e escovar os dentes, volto para o quarto e visto uma roupa casual, uma camiseta branca justa com uma calça jeans preta folgada e um sapato fechado. Abro a porta e vou até o café, vejo Yandra no balcão, sorridente como sempre.
- O de sempre por favor - peço e a atendente que me atende sai para preparar.
- Sabrynne, como você está? Como foi com o detetive? - ela pergunta me fazendo ficar sem jeito, a outra atendente vem e entrega meu café e logo sai.
- Não é o que você está pensando mocinha! - falo brincando. - hoje estou muito bem, mesmo não entendendo o porque. Eu e o Harry nós estamos trabalhando juntos, mas apenas isso.
- "Eu e o Harry" - ela imita minha voz com deboche - já está chamando ele pelo nome, a noite de ontem deve ter aproximado mais vocês. - ela diz e começamos a dar risadas juntas.
- Venha, vamos caminhar um pouco - chamo ela que acena concordando.
- Syndi tome conta do café, vou dar uma saída. - ela avisa e sua colega concorda.
Eu e Yandra caminhamos e passamos em algumas lojas de roupas, compramos alguns vestidos e sapatos, a tarde estava realmente maravilhosa e alegre, passamos no parque e tomamos um sorvete depois decidimos voltar para o hotel, chegando lá chamo Yandra para subir comigo mas assim que pisamos dentro do hotel escutamos barulho de tiros, Yandra e eu ficamos paralisadas por um momento, havia um homem alto e com o rosto tampado com um pano e óculos escuros. Imediatamente jogo Yandra para o lado antes que uma bala acerte ela, ela cai no chão e acaba com um arranhão em seu rosto.
- Yandra fuja! - grito e o homem vem em minha direção com um pano em sua mão e imediatamente já sei o que estava prestes a acontecer. - Chame o detetive! - Aviso antes do homem me pegar a força e logo depois tudo começa a escurecer, a última coisa que vejo é ele me colocando dentro do carro - Harry... - falo sem força e apago.
*YANDRA...
Me levanto e vou correndo ao encontro do detetive, subo as escadas tropeçando algumas vezes até chegar no quarto com o número 08, bato desesperadamente na porta e grito o nome do HARRY-KANE.
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HARRY-KANE / YANDRA.
Estava ne arrumando até que uma mulher bate desesperada na minha porta, vou até la e abro e vejo yandra, olho pra ela e vejo que tem um corte na cabeça dela, ela está muito eufórica, puxo ela pra dentro do quarto.
– ei ei, calma –pego nos ombros dela – respira, o que aconteceu?
- A Sabrynne... Ela... Ela foi sequestrada - Falo trêmula e aos choros, olho para ele e depois que ele me convida a entrar no seu quarto ele me coloca sentada em uma cadeira e pega um copo de água, começo a falar para ele tudo que aconteceu - E logo depois ele levou ela e vim correndo chamar você! - termino de falar.
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HARRY-KANE...
Escuto o que yandra fala, e logo a raiva me domina.
– DROGA – bato na parede – Yandra, não saia daqui – corro pra fora do prédio e vou até meu carro e disparo em direção a delegacia.
Chegando lá saio do carro correndo e vou em direção a recepção.
– Miguel, onde tá aquele cara que eu trouxe ontem? – pergungo ja entrando na area das cela.
– pagaram a fiança dele senhor – diz miguel confuso
– Quem?
– o Sr Karson, pai do cara que o senhor trouxe
– Quero que mande um alerta para todos as viaturas que estão perto, ele sequestrou uma garota – kane fala ja pegando a chave do carro e indo em direção ao carro
Miguel estava confuso mas acionou todas as viaturas que estavam por perto, ligo meu carro e vou até o endereço do pai de Jonathan, chegando lá desço do carro e vou correndo até a porta e bato, momento depois sr karson abre a porta.
-posso ajudar? –perguntou o sr karson
– Pode me ajudar sim – ja impaciente mostro o distintivo –onde está seu filho?
– meu filho? aconteceu algo? – perguntou sr karson
– Seu filho foi preso por agredir um oficial, ele é o principal suspeito do assassinato de samantha e agora um sequestro – diz kane
– meu filho não faria isso, eu paguei a fiança dele, ele não faria isso – diz sr karson nervoso
– acredite senhor, ele fez, agora eu quero saber, onde está ele?
– eu não sei, ele não me falou nada. - o pai do Jonathan diz.
–Isso aqui vai ser inútil – dou as costa entro no carro
Vou em alta velocidade para a casa do Jonathan, chegando desço do carro e aperto a campanha, um momento depois Jonathan abre com um grande sorriso, agarro a blusa dele e o derrubo no chão, puxo minha arma e aponto pra ele.
– ONDE ESTÁ SABRYNNE? – falo irritado.
- Hora, sua amiga sumiu? - Jonathan diz num tom debochado. - Sabe, deveria ter mais cuidado com sua parceira, a cidade tá perigosa demais para ela andar sozinha por aí.
Não tava com paciência, do um soco na cara dele.
– EU NÃO VOU PERGUNTAR DE NOVO.
- Sabe que isso é contra a lei não é? Senhor detetive. - Jonathan diz sem ligar para o soco que acabou de receber. - eu poderia prestar queixa contra o senhor.
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Atualizado até capítulo 23
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