Eu estava no meu cassino, contando o dinheiro que eu tinha ganhado na noite anterior. Eu era o chefe da máfia dos cassinos na Turquia, conhecido como Turco. Eu dominava todos os jogos de azar do país, desde as máquinas caça-níqueis até as apostas esportivas. Eu era rico, poderoso, respeitado.
Eu também era frio, cruel, impiedoso. Eu não tinha medo de nada nem de ninguém. Eu não tinha escrúpulos nem limites. Eu não tinha amor nem compaixão. Eu só tinha uma coisa: Ambição.
Eu queria mais dinheiro, mais poder, mais controle. Eu queria expandir os meus negócios para outros países, para outros continentes. Eu queria ser o rei do mundo.
Eu não me importava com as consequências dos meus atos, nem com as pessoas que eu prejudicava ou matava. Eu não me importava com a lei, nem com a justiça, nem com a moral. Eu não me importava com nada.
Eu só me importava comigo mesmo.
Eu estava satisfeito com a minha vida, até que ela chegou.
Ela se chamava Dilara, e era uma mulher que eu conhecia há muito tempo. Ela era a irmã de uma antiga conhecida minha, que tinha morrido em um acidente de carro há alguns anos. Ela era uma viciada em jogos e uma devedora compulsiva. Ela era uma pessoa desprezível e sem valor.
Ela veio até o meu cassino e me pediu para conversar comigo em particular. Ela disse que tinha algo muito importante para me dizer. Ela disse que tinha algo que podia me interessar.
Eu fiquei curioso e concordei em falar com ela. Eu a levei para o meu escritório e mandei que ela se sentasse na minha frente. Eu perguntei o que ela queria comigo.
Ela me disse que estava devendo uma fortuna para vários agiotas e que eles estavam ameaçando matá-la se ela não pagasse logo. Ela disse que não tinha dinheiro para pagar e que estava desesperada por uma solução.
— Isso não é problema meu... Você deve se virar sozinha. Eu não vou ajudá-la e quero que saia do meu cassino imediatamente.
Ela implorou por piedade e disse que tinha algo que valia muito mais do que dinheiro. Ela disse que tinha algo que era meu por direito e que ela estava disposta a me dar como pagamento da sua dívida.
Eu perguntei o que era esse algo e ela me mostrou uma foto de um bebê. Um bebê de olhos verdes e cabelos castanhos. Um bebê lindo, perfeito, inocente.
Ela disse que aquele bebê era meu filho.
Eu fiquei em choque ao ver aquela foto. Eu perguntei como aquilo era possível e ela me contou uma história absurda. Ela disse que aquele bebê era filho de uma jovem mulher com o seu marido falecido, mas que ele tinha sido concebido quando ela estava grávida de outro homem.
Ela disse que esse outro homem era eu.
Ela disse que a jovem tinha transado comigo uma noite, quando eu ainda namorava minha ex. Ela disse que ela tinha feito isso por vingança, porque ela odiava a minha ex por ser mais bonita, inteligente e amada do que ela.
Ela disse que a jovem tinha engravidado de mim na noite de um evento importante em que eu estava bêbado, mas que ela não tinha me contado nada por medo. Ela disse que a jovem tinha escondido a gravidez de todos e que tinha dado à luz em segredo.
Dilara disse que a mulher não queria aquele bebê e que ele era um estorvo na sua vida. Ela disse que sabia que eu era o pai dele e que ele era meu por direito. Dilara disse que ela estava disposta a me dar aquele bebê como pagamento da sua dívida.
Eu não acreditei naquela história e disse que aquilo era uma mentira. Eu disse que aquele bebê não podia ser meu filho e que ela estava tentando me enganar. Eu disse que ela era uma louca e a outra uma vagabunda.
Ela jurou que estava dizendo a verdade e disse que tinha provas. Ela me mostrou um exame de DNA que comprovava a paternidade do bebê. Ela me mostrou também uma certidão de nascimento falsa, onde constava que o bebê se chamava Erhan Gül e que era filho de Serkan Gül.
Dilara disse que a mulher tinha feito tudo isso para me convencer a aceitar o bebê como pagamento. Ela disse que tinha certeza de que eu iria querer o meu filho e que eu iria ajudar a pagar sua dívida.
Eu fiquei perplexo ao ver aqueles documentos. Eu não sabia se eles eram verdadeiros ou falsos, se eu era mesmo o pai daquele bebê ou não. Eu não sabia o que fazer.
Eu olhei para a foto do bebê novamente e senti algo estranho. Eu senti uma conexão com aquele menino, uma curiosidade, uma atração. Eu senti uma vontade de conhecê-lo, de vê-lo, de tocá-lo.
Eu senti algo que eu nunca tinha sentido antes.
Eu senti um amor paternal.
Eu decidi aceitar o bebê como pagamento da dívida de Dilara. Eu disse a ela que eu iria ficar com o meu filho e cuidar dele como meu. Eu disse a ela que eu iria continuar com o nome Erhan, que significa “o que vem do céu”. Eu disse a ela que ele era o meu milagre.
Ela ficou aliviada e feliz com a minha decisão. Ela disse que ela iria buscar o bebê no hospital e trazê-lo para mim e que iria me dar todos os documentos necessários para registrar o bebê como meu filho sem o nome da mãe.
Eu concordei e mandei que ela fosse logo. Eu fiquei ansioso e nervoso pela chegada do meu filho. Eu fiquei imaginando como ele seria, como ele reagiria a mim, como eu seria como pai.
Eu não sabia que aquele bebê era filho de Ayla, uma jovem mãe desesperada, que tinha perdido o seu filho para Dilara.
Eu não sabia que aquele bebê tinha sido roubado do hospital, sem o consentimento da sua mãe.
Não sabia que aquele bebê era inocente e indefeso. Eu não sabia que eu ia conhecer Ayla e que ela ia mudar a minha vida e que iria viver a maior aventura da minha vida.
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Atualizado até capítulo 51
Comments
Vera Lúcia Subtil Oishi
Caracas que Mafioso burro deixa uma viciada mentir para ele
2025-02-11
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Josi Gomes
MAIS É MUITO BURRO , DEVIA FAZER O EXAME DE DNA E PROCURAR A MULHER E TIRAR A DÚVIDA , QUE HOMEM ESTÚPIDO, PARA UM MAFIOSO CRUEL E FRIO , É BEM IDIOTA
2024-10-28
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Lú Neri
Respeito e amo os livros de Rosana mas, este está cansativo. Todo parágrafo começa com: ela disse, eu disse...É uma crítica construtiva ok! Vou ler outro livro seu
2024-02-19
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