Capítulo 14
*** Como soube que estou aqui? ***
— Ela está subindo, vou esperá-la na porta. — Nina diz, pois já a conhece por fotos.
— Por que isso? Não precisa.
Nina foi mesmo Tom achando desnecessário. Nina está na porta da sala que antecede ao quarto, claro descontente com a situação, pois odeia as mulheres da vida de Tom, todas sempre muito carinhosas.
— Olá! Nina! — Carolina diz com um sorriso.
— Sim, boa noite!
— Eu sou Carolina.
Nina a comprimenta com abraço, na verdade Nina estendeu a mão, mas a mulher a abraçou.
— Como ele está? — Carol pergunta toda preocupada.
— Bem, ele sabe que está aqui. Venha vamos entrar. — Nina direciona Carol até o quarto.
— Oi Tom, vim assim que soube. Como foi isso? Você veio antes? Eu não sabia.
— Calma. — Tom diz quando Carol vai abraçá-lo.
— Ah sim, desculpe, está machucado.
— Estou, tenha cuidado.
Com cuidado Carolina abraçou Tom e o beijou no rosto.
— Você está bem? Está precisando de alguma coisa, e as reuniões de amanhã vamos cancelar.
— Calma Carolina, até amanhã eu decido. Viemos antes para passarmos um tempo com os pais de Nina, descansar passear, enfim.
— No e-mail você não disse porque levou o tiro, foi assalto?
— Não, me confundiram com Ben.
— Ah é verdade, tem essa história do Ben e a profissão dele.
— Que e-mail? — Nina pergunta.
— Tom me mandou um e-mail dizendo que já estava no Brasil, mas que sofreu um atentado a bala e estava nesse hospital, descascando a contratação do bufê. Eu sei que o e-mail não era para mim, mas me preocupei.
— Bufê? — Nina pergunta.
Tom bate a mão no rosto se lembrando do e-mail que mandou para o bufê que estava contratando para o noivado, no Brasil.
— Amor era uma surpresa. Pegue o meu celular para mim, por favor vou verificar uma coisa.
— Você deve ter enviado para todos os seus contatos. – Nina diz.
— Foi isso mesmo que eu fiz. — Tom vê que sem perceber contou que estava em São Paulo.
— Mas Tom, por que não me contou, eu poderia ajudar.
— Eu não quis te preocupar, e viemos para passar um tempo juntos, pelo menos isso estamos conseguindo.
Ouvindo essas palavras de Tom, Carolina fica abalada e não consegue disfarçar que está chateada.
— Vitor te mandou um abraço e disse que amanhã vem te ver. — Carolina diz tentando disfarçar.
— Carol não desmarque as reuniões, eu vou tentar conseguir ir ok.
— Imagina. — Carol diz olhando para Nina.
— Você não pode fazer esse esforço.
— Não desmarque. — ele diz mais uma vez, agora de forma mais dura.
— Tudo bem você quem manda. E eu não quero atrapalhar mais, desculpe ter vindo assim, mas não olhei meus e-mails ontem.
— Não tem problema, é que os medicamentos me dão sono.
— Tchau querido se precisar de algo, caso Nina precise sair ou esteja cansada, posso ficar com você.
— Obrigado.
— Eu também agradeço a sua disponibilidade Carolina. — Nina diz.
— Por nada, imagina o Tom é meu irmão, cunhadinha.
Carol se despede de Tom e vai em direção a saída.
— Até logo. — ela diz para Nina antes de entrar no elevador.
Nina volta para o quarto.
— Viu a besteira que eu fiz?
— Ah acontece, Tom pelo menos ela não sabe que seus pais estão aqui.
— Ainda assim, burrice a minha.
— Mas eu quero saber que surpresa é essa. Me conta?
— Não posso, eu ainda vou fazê-la.
— Malvado.
— Vem cá minha ciumenta, se eu descontar alguns deslizes você se comportou muito bem.
Nina o lançar um olhar cheio de reprovação.
— Te amo lindinha.
— Também te amo, agora vou tomar banho tá.
— Me deixa te olhar?
— NÃOO! Seu safadinho fique aí deitadinho.
— Eu já estou bem para algumas coisas.
— Eu sei Tom, eu sei.
Enquanto Nina está no banho, uma das enfermeiras vem dar a medicação de Tom.
— Qualquer coisa que precisarem é só chamar. — diz a enfermeira saindo do quarto.
— Obrigado.
Nina sai do banho muito pálida.
— O que foi passou mal? – Tom a questiona.
— Não.
— Está pálida.
— Estou me sentindo cansada e com fome, mas fome de sopa.
— Pede uma sopa, toma e vem dormir.
— Eu vou dormir na outra cama.
— A minha mãe juntou as cama todas as noites.
— Boa ideia.
— Mas quero que fique comigo, depois que você dormir e o meu braço cansar eu vou para a outra cama.
— Te amo príncipe!
— Te amo, peça a sopa.
Assim Nina faz, eles tomam a sopa e depois de um tempo se deitam.
— Nina, eu te amo mais que tudo na vida, eu vou cuidar de você e do nosso bebê.
— Eu sei meu amor, ele tem o melhor pai.
**** Continua.
Por favor deixe a sua curtida e o seu comentário. Quem sabe uma florzinha. Beijos e obrigada por todo apoio.
**** A seguir\, Miguel e Tônia na fazenda.
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Atualizado até capítulo 69
Comments
Isa Abreu
A Caral! saiu igual a rabo de foguete. kakaka.
2024-12-12
1
Janet Almeida
Essa Carol não confio nela
2024-07-18
1
Marta Rita da Paixão
Autora muito linda todas as suas histórias.parabens.
2023-12-23
7