A ambulância chegou levou dona Cecília pro hospital passa bem por apenas ter inalado clorofórmio, Kauan se recusou a ir ao hospital e foi atendido no local mesmo, e logo estava na mata procurando Bruna e Gustavo.
Pedro também está a procura são horas e horas de busca incessante, a caminhada em meio a mata é difícil e vagarosa, mas sem sucesso, já está entardecendo na ilha e eles não conseguiram encontrá - los , Pedro avista Kauan e vai de encontro a ele...
Pedro: Encontrou algo? Qualquer coisa?
Kauan: Não, nada, parecem ter evaporado!
Pedro: isso é um bom sinal, eles estão se escondendo bem! E se nós estamos tendo dificuldades, espero que os bandidos também tenham.
Eles decidem que vão continuar a busca separados assim conseguem cobrir uma área maior de busca em metade do tempo, por mais que Pedro pareça turrão e frio ele está aflito e preocupado com a situação, ele faz a busca observando cada detalhe na mata cada pegada casa matinho amassado, mas quando a noite escura cai fica bem mais difícil, já são nove horas da noite e ele está em meio a mata exausto, se senta em uma pedra para descansar um pouco os pés, seu celular toca...
- Alô!
Kauan: Oi Pedro, olha me desculpa, não encontrei nada e estou bem cansado vou voltar para a casa!
Pedro: Tudo bem Kauan vai lá, se souber de alguma coisa, qualquer coisa me avisa!
A ligação é encerrada e ele se levanta novamente para continuar a busca, ele não sabe explicar o por que está tão aflito e com o coração apertado, ele da mais alguns passos mas já está desanimado e também pensa em voltar para a casa pelo menos um banho ajudaria a descansar o corpo, ele pensa e repensa oque deve fazer, e pra complicar ainda mais tudo começa a chover.
- Que droga agora se tiver algum rastro com a chuva será tudo apagado!
Ele resolve voltar desapontado por não conseguir, de cabeça baixa e todo encharcado ele caminha cabisbaixo em direção a casa, alguns passos e ele observa algo brilhante em meio as folhas, ele se abaixa e apanha o objeto, é um brinco pequeno e brilhante e reconhece na hora...
- É o brinco dela!
Uma nova esperança renasce, ele da meia volta e resolve que mesmo com chuva o brinco foi um sinal para não desistir, assim apressa o passo e começa a andar em novos lugares.
E novamente mais algumas horas de busca ele faz uma pausa para descansar e se senta no chão em meio as folhas deixando cada gota de chuva rolar pelo seu rosto, está frio mas é como se levasse a angustia e frustração embora, ele inclina o rosto pra que as gotas caiam diretamente em sua face, e ouve um barulho vindo de entremeio algumas pedras, ainda sentado ele olha em direção ao local não conseguindo ver nada ele se levanta calmamente e muda os passos lentamente ele reconhece o som, é alguém chorando muito, com o som como de sussurro ele chama...
- Bruna, é você?
Ela reconhece a voz dele saindo da pequena caverna formada pelas pedras..
- Que bom que me encontrou!
Ela corre e o abraça fortemente que fica sem ação por um momento, logo após ele devolve o abraço apertado e longo.
Bruna se solta do abraço e o olha e estende a mão pra ele fala...
- por favor me tira daqui.
Ele não fala nada apenas pega na mão dela e sai caminhando na frente a guiando pela trilha certa para fora da floresta, levam em média meia hora para chegar na casa ele faz sinal pra que ela não faça barulho que concorda com um leve sinal com a cabeça, ele a deixa sentada no carro, reclinando muito o banco pra que não seja vista de fora,com outro sinal que ela o espere, ele adentra na casa e Kauan está na sala no sofá.
Kauan: cara, você está encharcado! Conseguiu encontrar ela?
Pedro: pois é a chuva veio de repente, e não, não encontrei ela nem o Gustavo.
Ele responde e caminha em direção ao quarto dela pra pegar algumas das coisas dela que estavam lá, enquanto pega algumas coisas Kauan surge na porta...
- Se não a encontrou, por que irá pegar as coisas dela!
Pedro ergue os olhos sem paciência mas consegue disfarçar muito bem.
- a gente nunca sabe em quem confiar, vou levar o notebook dela para averiguar, ver no que está metida, entendeu.
Kauan: olha eu não preciso mais ficar aqui, não tem ninguém, será que você pode me dar uma carona?
Ele limpa a garganta para responder...
- eu não gosto de dar carona você sabe! Vai com a viatura que está aí.
Kauan: A chave estava com o Gustavo.
Pedro; então eu mando alguém te buscar, mas comigo não vai.
Kauan: Calma cara era só uma carona, não precisa ficar assim nervosinho.
Pedro coloca a mochila nas costa e se aproxima muito do colega olhando bem nos olhos...
Pedro: Olha o jeito que você fala comigo.
Ele ergue as mãos em sinal de defesa..
- desculpa, não quis te irritar.
Pedro: não quis mas conseguiu, agora sai da minha frente.
Ele dá espaço pra que Pedro passe e o segue até a porta, fica observando de longe Pedro embarcar no Impala, mas não consegue ver Bruna por ela estar deitada no banco do carona.
Ele funciona o carro e quando a casa já saiu do retrovisor ele fala...
- pode levantar o banco a gente já saiu.
Ela não responde e nem ergue o banco...
- ei, pode levantar.
Quando olha pra ela, ve que está dormindo em um sono tranquilo.
- É você deve estar exausta.
Ele pega uma jaqueta de couro no banco de trás e a cobre.
- eu sei que não é o ideal, o certo seria você tirar essa roupa molhada, mais algumas horas e nós estaremos lá.
Ele olha novamente ela dormindo...
- pronto agora fiquei louco falando sozinho.
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Atualizado até capítulo 78
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