Quinta feira...
Hoje o dia amanheceu nublado na linda cidade de Honolulu..
Fernando está no hospital, passou por cirurgia e está bem, Estevão está cuidando dele e também está sobre proteção policial
Frederico e Estefânia os pais de Bruna estão no hospital a espera de notícias da filha, eles vem e vão entre hospital e delegacia...
Fernando observa de longe a angústia da mãe de Bruna e fica sem entender, comentando com o irmão...
- Ei Estevão aquela é a mãe da Bruna?
Estevão ergue os olhos da revista que estava lendo com as pernas cruzadas..
Estevão: É incrível que a gente conheça a Bruna tão bem e depois de tantos anos essa seja a primeira vez que eu vejo a importante senhora Estefânia Albuquerque, deve ser ela está abraçada em Frederico!
Fernando continua observando através do vidro do seu quarto..
Fernando: Ela expulsou a Bruna de casa com 17 anos sem nada, apenas a roupa do corpo, você lembra como ela tava desesperada naquele dia? Ela deve estar do mesmo jeito hoje, e nós dois estamos longe dela.
Estevão: Eu lembro coitada, era de partir o coração, ainda bem que ela foi ao lugar certo né. Mas nós dois não poderíamos defende-la de quem quer que sejam essas pessoas, os policiais com ela podem, fica calmo ela vai fica bem, e nós também!
Fernando: Eu não sei irmão, acho que a coisa não é comigo, acredito que seja com ela!
Estevão coloca a revista de lado para ouvir o irmão em todos os detalhes...
Estevão: por que isso agora? Não era você que esteva recebendo as mensagens?
Fernando: Sim, mas na avenida enquanto o policial me tirava de dentro do carro uma das motos com dois homens voltou para ir atrás dela, de dentro do carro eu observava ela correndo, foi horrível não poder fazer nada...
Estevão; se acalma irmão, ela está em boas mãos e com certeza vai ficar bem!
Fernando: sério? Ela é desajeitada, não sabe se virar sozinha, não tem nada dela onde quer que ela esteja e está com duas pessoas totalmente desconhecidas!
Estevão: olha meu irmão, vocês dois são tudo pra mim, você desde que nossos pais faleceram e ela desde que apareceu na lanchonete chorando, são meus irmãos eu me preocupo com os dois, mas agora estou mais preocupado com você que está hospitalizado!
Fernando: é você tá certo, mas quando eu sair daqui a gente vai procurar ela, vai ser melhor ficar com quem ela conhece e confia e não com o resmungão!
Estevão: com quem?
Fernando ri lembrando do quanto ela estava irritada com o jeito do Pedro...
-O policial que está com ela, assim que ela o chama...
Estevão: vocês dois e essa mania de ficar apelidando todo mundo...
Por alguns minutos eles se falam no quarto enquanto os dois observam o jeito dos pais de Bruna, depois de um tempo Fernando questiona...
- Oque você acha que é esse choro todo da mãe dela? Será remorso ou fingimento?
Estevão: acho que é fingimento é impossível a mãe ficar sem falar com a filha por oito anos e agora está tão desesperada.
Fernando: pensei o mesmo!
..... Na cabana....
Bruna abre os olhos e o dia já amanheceu, ao lado da cama nem na poltrona não há mais ninguém, aos poucos ela se levanta da cama se aproximando da janela ela abre só um pouquinho a cortina para espiar o lado de fora como é durante o dia, e não é tão assustador como a noite, ela observa a alguns metros está a praia como ela gostaria de poder correr mas toda machuca e sendo perseguida será impossível, ela solta a cortina se virando para sair do quarto.
Na sala está Pedro..
Pedro: Bruna vem aqui!
Ele vai até uma portinha no canto da sala mostrando o banheiro.
Pedro: eu sei que não é o ideal, mas eu limpei um pouco e já da pra tomar um banho gelado!( Ele fala apontando para um cano na parede)
Bruna percebe que os cabelos dele estão molhados e parece ter sido arrumado com os dedos, a calça está cortada acima do joelho e o ferimento está enfaixado com um pedaço de tecido.
Pedro: eu encontrei alguns panos e podemos usar como curativo até sairmos daqui.
Bruna passa por Pedro que está na porta..
Bruna: está ótimo eu vou tomar um banho então!
Pedro: espera!
Ele sai da porta Bruna fica aguardando, ele retorna com um tapetinho em suas mãos, junto um pedaço de lençol pra servir como toalha.
Pedro: não é bom ficar descalça no banheiro!
Bruna estranha a atenção...
- taaaaaaa obrigada.
Pedro sai fechando a porta atrás dele, enquanto ela tira o vestido vagarosamente sentindo dor em cada pedacinho do seu corpo, com o vestido está sujo e rasgado ela se entristece lembrando da situação em que está, fugindo como se tivesse feito algo de errado, ela vira o registro velho e um pouco enferrujado com dificuldade, deve fazer muito tempo que ninguém usa esse lugar.
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Atualizado até capítulo 78
Comments
Jeni Braz Marques
gente será que a mãe da Bruna quer matar ela vou investigar lendo até o final conto pra vc kkkk bela investigação
2023-12-11
1
Tatiani Monteiro
Não vejo a hora de vê esses dois se acertaram logo isso sim esperando os próximos capítulos e não demore pra Altulizar viu Autora 👏👏👏
2023-02-13
4