Depois que me desprendo de mim, olho bem para os olhos daquela mulher que descarregou sua maldade em mim, nem por um milhão de anos eu esqueceria essa mulher, saio correndo pela porta da frente .
Ainda na mansão
Ketllyn Brandão: Onde estávamos mesmo? -Fala sorrindo
Caleb: Como você fala assim com as pessoas, você é suja.
Antônio: Quem é aquela mulher?
Senhor Brandão: Ela é minha empregada e cozinheira.
Antônio Narrando
- Chegamos na reunião e ficamos conversando, todo aquele papo me deixa cheio de fome, sempre fui um homem de bom apetite e a comida está expendida, nunca comi uma comida tão gostosa. Saímos e voltamos para sala resolver alguns assuntos da máfia e como de costume, Ketllyn querendo se exibir para todos...
Vejo uma mulher de aparência abatida, seus olhos negros em lágrimas, ela caí ao chão em prantos, eu não me comovo, mas... Quando ela olhou de fato para mim não consigo mais tirar esses olhos da minha cabeça, ela me pediu ajuda, ela me pediu ajuda !
Ela sai aos prantos, e sem pensar em mais nada vou atrás dela.
Vejo o Caleb e o Fabrício vindo atrás de mim, entro em meu carro , andando ela não deve ter ido muito longe , não deu tempo para isto.
Quando menos espero encontro ela na pista, escuro apenas com as luzes do meu carro iluminando, seus cabelos estavam soltos agora e ela estava descalça, continuava chorando, saio do carro as pressas.
Antônio: Ei... Você... Me diz o que posso fazer para te ajudar?
Ana Clara: Meus irmãos, meus irmãos estão em perigo
Antônio: Calma, olha para mim, olha para mim. -Fala aumentando a voz
Ana Clara olha em seus olhos e fala: O senhor Di'Sales está em minha casa pronto para matar meus irmãos
Antônio: Di'Sales filho da putª! Isso não vai acontecer menininha! Entra em meu carro, vamos atrás dos seus irmãos agora!
Em segundos ele põe ela dentro do carro e segue dirigindo por onde ela manda , Fabrício liga para ele e continua dirigindo atrás.
Chamada
Antônio: Nossos homens mais próximo da rua **** , manda irem todos para lá.
Fabrício: Com quem estamos lhe dando?
Antônio: Di'Sales.
Fabrício: Você jura?
Antônio: Nem eu sei o porquê!
Chamada encerrada
Ana Clara: Você não quer saber o motivo?
Antônio: Depois você me conta!
Assim que Antônio chega lá às ruas da casa da Ana Clara estava vazia, a casa dela estava aberta .
Ana Clara narrando
Vim no carro dele, nem sequer sei seu nome ou o que ele é, mas se ele falou que vai me ajudar, ele vai me ajudar. Eu preciso confiar nele? Preciso, talvez.
Chego na rua da minha casa, tudo como de costume, mas assim que vi as portas abertas um vazio tomou conta do meu peito, falta ar em meus pulmões, minhas pernas não saem do lugar, ele segura em meu braço e me ajuda a entrar, TUDO VAZIO! SEM ELES!
Ana Clara: Onde eles estão? Cadê meus irmãos, cadê meus pimpolhos, onde estão? -Fala chorando desesperada cheirando um bichinho de pelúcia do Artur
Caleb: Essa é a casa,mas cadê quem ela disse?
Antônio: Provavelmente levaram. Não tem marcas de sangue ou qualquer outra coisa, bala, nada. Eles levaram apenas.
Ana Clara: Levaram para que? Eles nunca fizeram nada, nós nunca fizemos nada - fala chorando
Fabrício: Conhece está mulher?
Hadassa:Amiga -Fala chorando
Ana Clara: Onde eles estão Hadassa? Onde estão?
Hadassa: Eles não machucou nenhum dos dois, mais levaram , eu gritei chinguei , falei que ia chamar a polícia, acabei levando um tapa por um dos homens que estavam com eles . -Fala abrindo a blusa mostrando o tapa. O tapa tinha ficado a mão do homem inteira no peito da Hadassa.
Fabrício: Filhos da putª.
Hadassa: Quem são esses homens?
Ana Clara: Eu não sei, não faço ideia, só sei que eles estão aqui para ajudar e conhece esse tal homem.
Hadassa: Eles falaram que voltaria para pegar você amiga
Ana Clara: Eu preciso falar com esse homem , ele não pode fazer isso Hadassa, meus irmãos é a única coisa que eu tenho.
Antônio: Bom menininha, acho que você não pode dar bobeira por aqui.
Ana Clara: Eu não vou sair daqui, só saio daqui quando meus irmãos estiverem comigo.
Caleb: Com os Di'Sales não funciona assim .
Fabrício: Acho melhor você vim conosco e contar o que de fato aconteceu.
Hadassa: Mas ela nem conhece vocês.
Fabrício: Você também não Ruiva.
Antônio: Enquanto você fica se martirizando seus irmãos continua com eles. Eu não perguntei o motivo apenas vim ajudar você não foi? Você que sabe!
Ana Clara: Eu vou com você
Hadassa: Você sempre faz as coisas sem pensar, preciso voltar para minha vó, me liga qualquer coisa que eu vou ate você, eu não vou te abandonar, eu estou com você, eu te amo e presta atenção, eles vão voltar!
- Hadassa fala com lágrimas nos olhos e abraça Clara e vai embora. Clara pega uma mochila e coloca algumas coisas dentro, pega o urso de pelúcia do seu irmão e deixa a chave no vaso.
Caleb: Porque está deixando a chave nesse lugar?
Ana Clara: Para caso eles voltem , só eles sabem onde está.
Antônio: Deixa de conversar, vamos logo.
Ana Clara narrando
Meu desespero estão tão grande que eu nem acredito que estou fazendo isso, entro no carro dele e seus olhos me fuzilam quando tiro o avental e jogo na rua.
Antônio: Quando quiser contar fique a vontade!
Ana Clara: Como se chama?
Antônio: Antônio, o dos olhos claros Fabrício e o mais novo Caleb.
Ana Clara: Ana Clara, minha irmã do meio Ana Laura e o Caçulinha Artur.
Antônio: Então tem uma criança no meio?
Ana Clara: E se te contar o verdadeiro motivo de tudo isso está acontecendo você não acreditaria .
Antônio: Preciso saber para te ajudar.
Ana Clara: Eu vou te contar ...
Chamada
Fabrício: Pergunta a essa mulher, se
Antônio: Ana Clara o nome dela!
Fabrício: Ana Clara, se não é perigoso para aquela ruiva ficar lá?
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Atualizado até capítulo 59
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