CONTINUAÇÃO
— Não....não espera, deve ter algo errado! Tem certeza que fui eu? —Pergunta novamente .
Branca: Sim minha filha, foi você. Eu sei que você vai odiar-me mais...
— Os meus planos... o meu emprego....VOCÊ FEZ UMA ESCOLHA QUE VAI ACABAR COM A MINHA VIDA! — Grita .
— Você não devia ter feito isso....A minha promessa...você acabou com ela! — Chora.
Branca sentiu uma imensa culpa, mas agora não teria como retroceder. Enquanto a Anna chorava sobre a mesa que estava a sua frente a Theyla chegou com o resultado.
— Por favor...diz que deu negativo...
Theyla: A senhorita...estar grávida.
Anna estava sem chão, ela planejou sim, ter filhos, mas ela queria ter filhos após o casamento. Ela nem encontrou o amor da sua vida, não entrou no emprego dos sonhos....como ela vai ser mãe sendo virgem? Ser mãe sem ter dinheiro suficiente?
Branca: Eu Irei arcar com tudo, vou ajudar-lhe ao máximo, irei dar-lhe um emprego melhor se assim quiser...
— Eu quero ficar sozinha!
Anna saiu da clínica frustrada, ela pegou o primeiro ônibus que passou e seguiu caminho. Ela não sabia para onde aquele ônibus ia, mas não estava preocupada a única coisa que ela queria agora era chorar.
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Após chegar em casa, Anna chorou no seu quarto e tentou assimilar tudo o que estava a acontecer. A sua vida agora estar uma bagunça e ela precisa resolver.
Quando ela saiu do banheiro, ela sentou-se na cama e começou a planejar a sua vida.
— Como eu estou grávida, eu preciso achar um emprego melhor para poder ajudar com as despesas. Preciso fazer tanta coisa...
Estava a ser difícil assimilar, mas ela ia ter que aceitar. Passou sim na sua cabeça denunciar os culpados, mas ela desistiu.
— Antes você aqui dentro de mim, do que dentro de uma pessoa que não tem amor e empatia com os outros.
Anna alisa a sua barriga e logo troca a sua roupa por um vestido marrom que ia acima do seu joelho, ela pegou a sua bolsa e alguns trocados e saiu quase que correndo. Ao chegar na clínica ela procurou pela Theyla e logo as duas comunicaram-se e a Theyla passou o endereço da Branca para ela.
Quando ela chegou na frente do portão da mansão, ela foi "interrogada" pelo porteiro de uma forma rude.
— Eu apenas quero falar com a Dona Branca, avise-lhe que a Anna está aqui, por favor!
Porteiro: Anna....irei avisar.— Diz rude.
Porteiro:" O que essa pobre e de baixo escalão estar fazendo aqui? Ela pensa que aqui é algum pulteiro? "
Porteiro: Senhora Branca, uma tal de Anna estar aqui e deseja vê-la, eu devo colocar ela para correr? — Pergunta a encarando a Anna.
Branca: Olha o jeito que fala! Mande ela entrar agora e espero que esse seu jeito de falar mude!
O porteiro ficou sem jeito e logo tratou de se desculpar e liberou a entrada da Anna, ela passou por o portão sem olhar para o porteiro. Quando ela chegou na frente da mansão ela foi recebida pela Branca.
Branca: Eu fiquei tão feliz quando soube que você estava vindo para cá....
— Eu vou ficar com o bebê....mas...tenho as minhas condições!
Branca sorriu e logo a puxou para dentro, a levou até a cozinha e mandou algumas empregadas a servir com suco e bolo.
Branca: Obrigada, meninas.
Empregadas: Se precisar é só chamar senhora.
Branca olhou para a Anna e logo perguntou quais seriam as suas condições.
— Eu não quero ser obrigada a casar-me, não quero fingir ser esposa ou namorada de ninguém e muito menos ser forçada a fazer algo que eu não queira!
Branca: Tudo bem, e nada disso será feito. Mais por favor Anna, deixe eu e o meu filho cuidar de vocês, nós quer acompanhar cada detalhe dessa gravidez....
— Ele...já sabe?
Branca concorda e diz meio triste.
Branca: Bom, tivemos uma pequena discussão, mais depois ele disse que vai seguir cada passo como pai, ele que estar junto a você nas ultrassons, pré-natal, etc.
Anna ficou surpresa, para um homem mulherengo ele estava a agir como um bom pai, um pai atencioso.
Branca: Ele que lhe conhecer, e pedir desculpas pessoalmente pela a minha imprudência! —Exclama.
— E....ok, eu preciso ir agora.
Branca: Mais já? Não que ficar um pouco mais e depois eu mando o motorista deixá-la em casa?
Branca não queria ficar sozinha, ela se sentia livre quando estava ao lado da Anna e queria a companhia dela naquela noite.
— Eu realmente preciso ir, eu tenho que fazer o jantar do meu amigo.
Branca: Ok querida, eu irei mandar o meu motorista deixá-la em casa.
— Não precisa...mas, obrigada!
Dona Branca se despede da Anna e logo pede para o motorista a levar para casa.
CONTINUA
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Atualizado até capítulo 41
Comments
Evellin Conceição de Oliveira
📱👀
2025-04-06
0
Lauriene Mariano
já estou gostando bastante dessa história
2024-05-20
3
Dina Faria
parece ser boa essa história, estou gostando muito
2024-01-06
4