Capítulo 4

CONTINUAÇÃO

— Não....não espera, deve ter algo errado! Tem certeza que fui eu?  —Pergunta novamente .

Branca: Sim minha filha, foi você. Eu sei que você vai odiar-me mais...

— Os meus planos... o meu emprego....VOCÊ FEZ UMA ESCOLHA QUE VAI ACABAR COM A MINHA VIDA! — Grita .

— Você não devia ter feito isso....A minha promessa...você acabou com ela! — Chora.

Branca sentiu uma imensa culpa, mas agora não teria como retroceder. Enquanto a Anna chorava sobre a mesa que estava a sua frente a Theyla chegou com o resultado.

— Por favor...diz que deu negativo...

Theyla: A senhorita...estar grávida.

Anna estava sem chão, ela planejou sim, ter filhos, mas ela queria ter filhos após o casamento. Ela nem encontrou o amor da sua vida, não entrou no emprego dos sonhos....como ela vai ser mãe sendo virgem? Ser mãe sem ter dinheiro suficiente?

Branca: Eu Irei arcar com tudo, vou ajudar-lhe ao máximo, irei dar-lhe um emprego melhor se assim quiser...

— Eu quero ficar sozinha!

Anna saiu da clínica frustrada, ela pegou o primeiro ônibus que passou e seguiu caminho. Ela não sabia para onde aquele ônibus ia, mas não estava preocupada a única coisa que ela queria agora era chorar.

Após chegar em casa, Anna chorou no seu quarto e tentou assimilar tudo o que estava a acontecer.  A sua vida agora estar uma bagunça e ela precisa resolver.

Quando ela saiu do banheiro, ela sentou-se na cama e começou a planejar a sua vida.

— Como eu estou grávida, eu preciso achar um emprego melhor para poder ajudar com as despesas. Preciso fazer tanta coisa...

Estava a ser difícil assimilar, mas ela ia ter que aceitar. Passou sim na sua cabeça denunciar os culpados, mas ela desistiu.

— Antes você aqui dentro de mim, do que dentro de uma pessoa que não tem amor e empatia com os outros.

Anna alisa a sua barriga e logo troca a sua roupa por um vestido marrom que ia acima do seu joelho, ela pegou a sua bolsa e alguns trocados e saiu quase que correndo. Ao chegar na clínica ela procurou pela Theyla e logo as duas comunicaram-se e a Theyla passou o endereço da Branca para ela.

Quando ela chegou na frente do portão da mansão, ela foi "interrogada" pelo porteiro de uma forma rude.

— Eu apenas quero falar com a Dona Branca, avise-lhe que a Anna está aqui, por favor!

Porteiro: Anna....irei avisar.— Diz rude.

Porteiro:" O que essa pobre e de baixo escalão estar fazendo aqui? Ela pensa que aqui é algum pulteiro? "

Porteiro: Senhora Branca, uma tal de Anna estar aqui e deseja vê-la,  eu devo colocar ela para correr? — Pergunta a encarando a Anna.

Branca: Olha o jeito que fala! Mande ela entrar agora e espero que esse seu jeito de falar mude!

O porteiro ficou sem jeito e logo tratou de se desculpar e liberou a entrada da Anna, ela passou por o portão sem olhar para o porteiro. Quando ela chegou na frente da mansão ela foi recebida pela Branca.

Branca: Eu fiquei tão feliz quando soube que você estava vindo para cá....

— Eu vou ficar com o bebê....mas...tenho as minhas condições!

Branca sorriu e logo a puxou para dentro, a levou até a cozinha e mandou algumas empregadas a servir com suco e bolo.

Branca: Obrigada, meninas.

Empregadas: Se precisar é só chamar senhora.

Branca olhou para a Anna e logo perguntou quais seriam as suas condições.

— Eu não quero ser obrigada a casar-me, não quero fingir ser esposa ou namorada de ninguém e muito menos ser forçada a fazer algo que eu não queira!

Branca: Tudo bem, e nada disso será feito. Mais por favor Anna, deixe eu e o meu filho cuidar de vocês, nós quer acompanhar cada detalhe dessa gravidez....

— Ele...já sabe?

Branca concorda e diz meio triste.

Branca: Bom, tivemos uma pequena discussão, mais depois ele disse que vai seguir cada passo como pai, ele que estar junto a você nas ultrassons, pré-natal, etc.

Anna ficou surpresa, para um homem mulherengo ele estava a agir como um bom pai, um pai atencioso.

Branca: Ele que lhe conhecer, e pedir desculpas pessoalmente pela a minha imprudência! —Exclama.

— E....ok, eu preciso ir agora.

Branca: Mais já? Não que ficar um pouco mais e depois eu mando o motorista deixá-la em casa?

Branca não queria ficar sozinha, ela se sentia livre quando estava ao lado da Anna e queria a companhia dela naquela noite.

— Eu realmente preciso ir, eu tenho que fazer o jantar do meu amigo.

Branca: Ok querida, eu irei mandar o meu motorista deixá-la em casa.

— Não precisa...mas, obrigada!

Dona Branca se despede da Anna e logo pede para o motorista a levar para casa.

CONTINUA

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Comments

Evellin Conceição de Oliveira

Evellin Conceição de Oliveira

📱👀

2025-04-06

0

Lauriene Mariano

Lauriene Mariano

já estou gostando bastante dessa história

2024-05-20

3

Dina Faria

Dina Faria

parece ser boa essa história, estou gostando muito

2024-01-06

4

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