Hoje era aniversário de Vitor, ele chamou Luísa e outros colegas do departamento de polícia para comemorar. Luísa aceitou, não queria fazer desfeita do convite e seus amigos também iriam.
Ela vai para casa e toma uma ducha e logo coloca um vestido colado vermelho, ela faz uma maquiagem bem "cheguei"e dirige até a casa onde Vitor mandou a localização.
Chegando lá ela se senta com os outros em uma mesa e bebe um drink atrás do outro.
— Luísa, bebe devagar, a bebida não vai fugir. – Um dos colegas dela diz rindo.
— Amiga se você for dirigir tem que ficar o mais sóbria possível.– Helena diz.
— Não se preocupem eu levo ela para casa. – Vitor abraça ela pelo lado.
— Eu sei muito bem o caminho da minha casa. – Ela dar um chega pra lá nele.
— Você não vai dirigir assim, Lu!
Luísa estava muito bêbada por ter ingerido uma quantidade de álcool muito forte. Ela tenta ligar para Bárbara, porém dar na caixa postal. Então ela sai da casa afim de chamar um táxi.
Como era condomínio fechado, teria que ir ou ligar para a portaria para conseguirem um táxi. Luísa sai andando com certa dificuldade no meio da rua.
Um carro para em frente dela e ela coloca os braços em frente seu rosto por conta da luz do farol que focava diretamente nela.
— Era só o que me faltava. – Ela diz vendo Henrique sair do carro.
— Onde você vai?
— Para minha casa é óbvio. –
— Bêbada assim?você é policial sabe muito bem que não pode beber descontrolada desse jeito.
Algumas gotas bem finas de chuva começa a cair. Luísa solta um palavrão baixinho e procura algo na sua bolsa.
— Olha, vai chover...
— É, eu tô vendo, Henrique. – ela fala o óbvio.
– O que você tá fazendo aqui que ainda não foi embora?!
— Eu moro aqui, bem aí. – ele aponta para uma enorme casa a esquerda de onde eles estavam.
— Ótimo, pode ir pra sua casa tranquilamente. – Ela sorri saindo da pista. – Tenha uma boa noite!
— Você não quer entrar? Vai chover.
— Não obrigada eu estou bem assim.
Henrique revira os olhos e conta entrar no seu carro para guardar-lo na garagem. A chuva começa a engrossar, e logo está caindo uma tempestade.
Luísa tira seus saltos e senta no meio-fio, ela apoia seu queixo nas mãos e se lamenta por ter bebido tanto. Ela não quer voltar pra festa, sua cabeça estava doendo, e ela também não queria dirigir, sabia que era errado.
Henrique balança a cabeça em negativo enquanto observa ela sentada em frente a sua casa. Ele pega um casaco e vai até lá.
— Luísa? – ela olha para trás. – Vamos entrar, você vai acabar pegando um resfriado nessa chuva.
— Não quero entrar na sua casa, Henrique.
— Olha, você está bêbada, nunca encostaria em uma mulher sem o consentimento dela e pior ainda, a estando bêbada.
— Promete?
— Prometo.
Ela levanta e eles entram na casa, Henrique pede que uma das funcionários ajudem ela com o que for necessário.
Ela estava com frio então ele ligou o aquecedor e mandou uma outra funcionária prepara algo quente para que ela pudesse comer. E também providenciou um remédio para dor de cabeça.
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Atualizado até capítulo 108
Comments
Juliana Vicentina da Costa Nerys
Claro que não vai tentar nada mesmo e ainda mais sendo policial.
2024-11-02
1
Solaní Rosa
uma delegada dando o mau exemplo
2024-08-29
2
Ely Ana Canto
meio sem noção ela, beber assim por que?🤔🤔🤔🤔🤔🤔🤔
2024-03-01
8