Alguns dias se passaram e eles não tiveram mais contatos.Cada um seguiu seu rumo normalmente
Hoje a delegacia recebeu uma denuncia de que um homem havia agredido seu funcionário no shopping, a polícia foi até o local e ficaram chocados ao ver que o homem era ninguém mais ninguém menos que, Henrique Copper, dono e proprietário do shopping e o dono da maior empresa de tecnologia de Nova York.
Luísa sai da viatura e vai até Henrique com uma cara de poucos amigos.
— Isso não cai muito bem para um CEO famoso e respeitado não acha, senhor Cooper? – ela cruza os braços em frente ao homem.
— Eu posso explicar me escu...
— Calma, você vai explicar.Mas não para mim e nem aqui...me acompanhe até a delegacia, por favor.
Dito isso ela vai até a viatura e abre a porta para que ele entre, um dos policiais que está dirigindo arranca o carro dali e vão para a delegacia. Quando eles chegam lá, Henrique é levado até uma sala e lá armando estava a sua espera.
— Andou praticando jiu-jitsu? – pergunta irônico para Henrique.
— Eu posso explicar...
— Então comece! Ah, e é bom que você tenha uma boa explicação para fazer oque fez.
— Ontem a noite alguém entrou no shopping e roubou alguns pães de queijo e um bolo da vitrine da confeitaria. Não levou nada a mais, apenas isso. – ele conta. – Um dos meus funcionários queria chamar a polícia, eu não permitir, pois se ele roubou comida é por que estava com fome. Ele ficou insistindo e pegou o celular para ligar, foi aí que eu avancei em cima dele e o golpeei. Foi isso que aconteceu.
— A pessoa entra, rouba seu shopping e você não dar queixa?
— Repito, se roubou comida é por que estava com fome, não me arrependo de não ter dado queixa e se quiserem me prender, ME PRENDAM!
— Abaixa seu tom de voz aqui dentro, por favor. – Luísa fala entrando na sala.
Henrique olha para Luísa que estava com alguns papeis na mão e fala alguma coisa no ouvido de Armando. Henrique espera ansiosamente por alguma decisão dos dois até que Luísa quebra o Silêncio.
— Senhor Cooper, você está liberado, só precisamos que assine esse papel. A responsabilidade agora é sua, caso entrem no shopping novamente, vá para casa e descanse – ela pisca para ele.
— Sim senhora, obrigado.
Henrique sai da sala com um sorriso bobo no rosto, alguns jornalistas estavam na porta da delegacia para saber oque estava acontecendo. Ele se pronuncia e explica tudo oque aconteceu e depois vai para sua casa.
Assim que Luísa termina seu turno na delegacia ela vai para sua casa e quando chega lá Barbara avisa oque acabou de chegar para ela, eram flores e tinha um cartão.
— Ué, quem será que mandou?
— Não faço ideia, abre logo o cartão queto ver quem mandou.
Luísa abre o cartão e fica com uma cara plácida ao saber quem mandou, era Jack, um cara que ela já estava saindo há algumas semanas.
— É o Jack, ele me chamou para sair. – dar de ombros.
— E você vai, né?!
— Talvez sim.
Ela coloca as flores em uma jarra e deixa em cima do balcão que dividia a sala da cozinha.
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Atualizado até capítulo 108
Comments
Juliana Vicentina da Costa Nerys
Eu achando que fosse o Henrique.
2024-11-02
1
Juliana Vicentina da Costa Nerys
Curiosa essa Bárbara.
2024-11-02
0
Denise Gonzalez
estou adorando a história
2024-09-30
0