Que cara é essa?
- Achei que o nome da minha irmã estaria aqui nessa lista.
- Maitê olhe com calma olha o titulo da lista, está escrito garotas de programa.
- Verdade, isso quer dizer que cada pasta tem uma lista com nomes.
- Você disse que ela foi levada quando bebê, então o nome dela deve estar na lista de adoção.
Eu entro na pasta onde estava escrito adoção e vou olhando os nomes e fico horrorizada tinha centenas de nomes de bebê com idades diferentes, eu finalmente achei o nome da minha irmã. Eu cliquei no nome dela e todas as informações dela apareceu:
Melissa Thompson Cortez;
Idade 1 ano;
Data de nascimento; 20/02/1997;
Pais biológicos Maurício Cortez, Merida Thompson; Irmã mais velha Martina Thompson Cortez;
Data do sequestro dia 10/03/1998
Horário 09 da manhã;
Local do sequestro Portland, Oregon, EUA.
Lágrimas caia do meu rosto em quanto eu lia as informações da minha irmã. Hoje a Melissa tem 25 anos, eu procuro por mais informações de quem adotou ela mais não tem registros aqui.
- Droga, aqui não mostra para quem eles venderam ela.
- Calma vamos devagar com isso ok? O bom é que agora a gente tem certeza de que foram eles que levaram a sua irmã. Amanhã vamos ao shopping para vocês comprar roupas, sapatos e outras coisas que você precisa. Descansa um pouco Martina.
- É você tem razão, já tive um pequeno avanço hoje, Marlon sobre o meu verdadeiro nome você pode manter em segredo?
- Posso sim, mais posso saber o porque?
- Porque já me apresentei como Maitê, se aqueles bandindos souberem meu verdadeiro nome eles vão me investigar e vão descobrir que sou uma jornalista famosa dos estados unidos. E irmã mas velha da Melissa.
- Pode deixa em público eu vou te chamar de Maitê, mais no privado te chamarei pelo seu verdadeiro nome ok?
- Ok, espero poder confiar em você. Com sua licença vou subir para o meu quarto.
Eu subo as escadas chorando, como eles pode levar a minha irmã assim, são tão cruéis que colocaram até a hora em que levaram ela, pai, mãe não se preocupe eu vou encontrar a Melissa nem que eu morra tentando. Mais eu vou achar ela, eu deito na cama e ali me perco em pensamentos. Eu acabo dormindo de tanto que chorei.
Marlon.
Coitada da Martina, sofreu uma perda tão grande, e agora se meteu em um problema grande para tentar achar sua irmã, ela ainda tem dúvidas sobre confiar em mim. Mais vou mostrar para ela que estou sendo verdadeiro com ela, quero muito ajuda-la, eu subo para ver como ela está e noto que ela adormeceu chorando, ainda tinha lagrimas em seu rosto, eu sento na beira da cama e com calma me aproximo dela e seco suas lágrimas, eu me levanto e ajeito a coberta sobre ela apago a luz e saio do quarto, ela é linda, ela tem esse jeito de durona por fora mais ela é como um flor por dentro muito mole e sensível, de agora em diante irei protege-la, amanhã darei um jeito de tirar o rastreador dela, eu volto para o escritório e começo a procurar por mais informações da irmã dela, olhei pasta por pasta mais não achei nada. A única coisa que achei foi um número de telefone, eu anoto o número e ligo para o mesmo imediatamente, uma voz feminina soa do outro lado.
📳 Alô quem fala?
📳 Olá boa noite, desculpe ligar essa hora mais eu gostaria de saber de quem é esse número?
📳 Moço desculpe eu não faço ideia, comprei esse chip ontem o antigo dono ou dona perdeu essa linha.
📳 Muito obrigado e desculpe o incomodo.
Eu encerro a ligação e jogo o celular no sofá, é como achar uma agulha no palheiro, eu resolvo pesquisar sobre a Martina nas redes sociais. Realmente ela é uma jornalista bem famosa no mundo. isso explica o Porque da para entender o português dela tão bem, ela já veio para cá para gravar para o jornal de New York, eu fecho o computador e subo para o meu quarto. Eu me deito e apago.
Nova York...
- Oi Delegado, conseguiu alguma pista do paradeiro da Martina?
- Não um número desconhecido me ligou várias vezes hoje mais cedo, não consegui atender só estou vendo agora.
- Deve ter sido ela tentando contato com você.
- Eu também pensei isso, eu estou tentando rastrear o número de telefone, mais sem ter atendido a ligação fica dificil.
- Estou preocupada com ela Murillo, Alan não come e nem dorme desde do desaparecimento dela.
- Eu também estou igual a ele, dona Margarida já me ligou várias vezes perguntando por Martina, ela visita a avó todos os dias.
- Murillo eu vou conversar com a dona Margarida e falar que a Martina teve que fazer uma viagem para gravar para o Jornal.
- Obrigado Milla.
- Você conseguiu arrancar alguma informação do babaca do meu chefe?
- Ainda não, sem provas não posso manter ele aqui droga.
- Eu sempre achei ele suspeito, ele sempre foi contra a Martina investigar as boates daqui. E ele de alguma maneira ouviu nossa conversa e acabou seguindo o Alan até o bordel, e pela manhã ele seguiu a Martina até a sua delegacia. Com isso ele viu que Martina estava preste a descobrir sobre os raptos e seu suposto envolvimento com esses bandidos nojentos.
- Milla vai para casa descansar, eu também vou para a minha.
Murillo
Por precaução eu deixo a Milla em sua casa e sigo para a minha, eu pego o celular e ligo para o número que me ligou mais cedo, o número chamava mais ninguém atendia. Eu jogo o celular no banco do carro, droga Martina pra onde eles te levaram? Assim que eu chego em casa eu vou tomar um banho. Eu deito na cama mas não consigo dormir, só queria a Martina aqui comigo, como eu pude perder a minha irmãzinha? Sou um fracasso não merece ser delegado e nem um investigador do FBI. Não consiguir proteger a Martina, como vou proteger os cidadãos dessa cidade? Eu fico ali me afundando em meus pensamentos, eu me levanto e pego uma garrafa de whisky e um copo com gelo, eu sento no chão do quarto e começo a beber. Com os meus pensamentos na Martina, espero que ela esteja bem e segura. Eu vou te encontrar demore o tempo que for eu vou te achar Martina.
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Atualizado até capítulo 132
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