Quando Cathy abriu as mensagens, ela ficou impaciente pois tinham muitas. Só mandou uma mensagem no grupo dizendo:
“Estou na minha cidade natal, estarei de volta em breve.”
Guardou o celular e foi até a casa do seu pai para tentar descansar e amenizar a dor que sentia.
O que ela não esperava era ver pessoas na casa, seu pai devia a hipoteca da casa e o banco veio e tomou posse, já colocando a casa a venda.
A casa já não era mais do seu pai. Estava outra família se instalando lá.
Quando ela chegou à família já estava colocando tudo que era do seu pai para fora. Ela surtou e gritava para não fazerem isso.
Eram memórias e recordações... ela juntou tudo que pôde colocou no carro que era do seu pai e tentou se recompor. Ela precisava voltar para casa.
Antes disso, ela passou em uma floricultura e comprou flores brancas lindas, foi até o cemitério em que seus pais estavam enterrados, colocou a flores e chorou, chorou tanto que suas lágrimas secaram. Ficou ali até começar a escurecer se perguntando por que de tanta coisa ruim ao mesmo tempo.
Chegou o zelador e pediu gentilmente para ela ir descansar, que já havia passado do horário de visitações.
Cathy foi para um hotel ali perto só para dormir um pouco,no outro dia ela iria voltar para casa.
No dia seguinte, Juntou o resto de forças que ainda restavam entrou no carro que foi de seu pai e que agora é seu e partiu.
Durante o percurso, ela se sentiu muito fraca e cansada,parou em um lugar perto de uma praia, desceu do carro e foi até lá. Chorou até não poder mais. Nunca havia se sentido tão mal.
Ela então percebeu que tinha alguém a vigiando. Sentiu um arrepio pelo corpo e seu medo fez com que ela fosse para o carro na intenção de ir para casa, mas em meio ao desespero se distraiu e saiu da pista e por sorte não sofreu um terrível acidente.
Atrás estava um carro luxuoso que parou no acostamento e desceu um semi deus para lhe oferecer ajuda.
Ela havia descido do carro, estava sentada no chão e soluçava e em meio ao choro ela sentiu uma mão no seu ombro.
Lucca: Oi, se machucou? Eu posso ajudar você?
Cathy: Sim estou muito ferida, mas acho que ninguém pode ajudar... chora.
Lucca: Não entendi o que quis dizer. Claro que existem cura para as feridas.
Cathy: Não no meu caso. Só o tempo poderá me dizer se essa dor um dia vai passar, mas acho que nunca.
Lucca entendeu o que ela quis dizer, ela não tinha nenhum arranhão. Sua dor era interna assim como a dele.
Lucca: Entendo. Vamos fazer assim, deixa o seu carro e venha comigo.
Cathy: Não posso. Tudo de mais importante estão nele.
Lucca: Então vou com você, eu dirijo e meu motorista vem no meu carro logo atras.
Cathy: Obrigada, mas acho que eu prefiro ir sozinha.
Lucca: Olha, se eu puder ajudar, de verdade me procura. Fala estendendo a mão com um cartão com seu telefone.
Ela pega o cartão, olha pra ele e diz:
Cathy: Obrigada, mas não acho que será necessário.
Ela sai e volta para o carro com destino a sua casa.
Ela dirigiu por mais 4 horas até chegar em casa, fazendo 1 pausa para abastecer o carro e comprar água e as vezes para esticar um pouco as pernas. Estava exausta. Ela não conseguia comer e por isso estava fraca.
Ao chegar em casa ela abre a porta e se depara com a pior das cenas que poderia ver.
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Atualizado até capítulo 101
Comments
iranete teofilo
Poxa que tanto sofrimento autora. Será que na vida dela. Só tem coisa ruim?
2025-02-16
2
Gina
Piranha , cachorra , devassa, traíra , escroto, vcs dois vao pagar muito caro por isso
2024-06-26
2
Analú
Que safado. Ele já queria terminar. Agora as amigas nem procuraram saber muito estranho
2024-06-24
1