Nick e o meu tio foram para sala do Nick e estão discutindo a bastante tempo, Nick não falou nada comigo.
Nick é meu ex namorado, meu primeiro amor, ele terminou comigo depois da morte do meu irmão, eu nunca esqueci ele e pelo visto ele também não me esqueceu, ele está bem diferente do que da última vez que eu o vi, está musculoso, o braço cheio de tatuagens, e aqueles olhos azuis perfeitos, poderia me perde naqueles olhos por horas, só não conseguir ver o sorriso que eu tanto amava, acho que ele não está muito contente com a minha presença, Keven e Lucas entram na minha sala e vem para o meu lado.
_A quanto tempo eles estão lá?
_Desde que o Nick chegou, acho que ele não sabia que iria trabalhar aqui.
_Não mesmo, ninguém sabia exatamente quem seria, nunca pensamos que seria você, a famosa Bianca Russo.
Olho para o Lucas surpresa.
_O Nick falou de mim?
_Sim, pouco mais falou, da para ver o efeito que você tem sobre ele, apenas pelo jeito que ele fala de você.
Fico bem surpresa com o que ele falou, afinal a decisão de terminamos foi dele, antes que eu pode-se pergunta mais alguma coisa a porta do escritório de Nick abre e ele e o meu tio saem de lá e vem para a minha sala.
_Vocês dois voltem para ao trabalho.
_Sim senhor.
Os dois saem da sala e nos deixam sozinhos, Nick ainda estava me olhando sem fala nada, parecia que ele queria me matar.
_Vou deixar vocês dois conversarem.
Meu tio sai do escritório nos deixando sozinhos, Nick fecha a porta e vem para mais perto de mim.
_O que pensa que está fazendo aqui?
_Trabalhando, o comandante me ofereceu o trabalho e eu aceitei.
_Vai dizer para ele que mudou de ideia e pedir que ele te transfira de unidade.
Não acredito que ele estava falando isso para mim.
_Não vou fazer isso, se você está tão incomodado com a minha presença assim, que saia você da unidade.
_Não estou incomodado com a sua presença, só não quero você nessa unidade.
_Por que?
_Serio que você está perguntando o porquê? Você não deveria investiga a pessoa que matou o seu irmão, isso vai te fazer mal e se aquele psicopata souber que você está aqui, ele vai querer vir atrás de você, Bia por favor escolha outra unidade.
Eu conhecia muito bem aquele olhar, ele estava com medo e preocupado, vi esse mesmo olhar no rosto do meu pai muitas vezes, ele está com medo que aconteça algo comigo, ele ainda se preocupa comigo, tento ser o mais gentil possível.
_Nick eu já tive essa conversa com o meu pai, eu sei dos riscos e quero fica mesmo assim, eu sei me cuidar e não acho que ele vai vir atrás de mim, é uma possibilidade, mais ele não arriscaria.
_Você provocou ele quando escreveu aquele livro e agora vem trabalha na unidade que esta atrás dele, vou chamou a atenção dele e sabe disso, você o perfil dele e sabe que ele vira sim atrás de você e pelo que conheço até acho que e isso que você, quer que ele venha atrás de você, não quer?
_Quero pega ele Nick, ele já destruiu famílias demais, e isso que quero fazer.
_Acho que esta mentindo, você quer ele morto, quer vingança, acho que escreveu aquele livro para chama a atenção dele e por esse mesmo motivo veio para cá para ele vim até você.
_É uma bela teoria, Nick, e agora que nós entendemos pode sair da minha sala.
_Sua arma antes.
_Não vou te entregar minha arma.
_Você não é uma detetive ou policial, é uma analista de perfil e perita criminal, não precisa de uma arma.
_Tenho autorização para porta armas, e o comandante que meu deu ela, sei usar ela muito bem, e vou contínua com ela, posso precisa dela, afinal é um trabalho perigoso.
Nick me da um olhar mortal e sai da minha sala batendo a porta, sabia que o Nick tinha virado detetive e que era de uma unidade especial, mais tinha que ser logo essa.
Trabalho por algumas horas e depois vou almoça com o meu pai e o meu tio, só que não conseguia para de pensa no Nick, ele vai fazer de tudo para me afasta dessa unidade e isso pode ser um problema.
_Terra para Bia.
_O quê?
_Filha, você escutou alguma coisa do que nós falamos?
_Não desculpa.
_Ela provavelmente tá pensando no Nick, tô sopreso por eles não ter se matados.
_A culpa e de vocês dois, por que não me falaram que ele era dessa unidade e que eu teria que trabalhar diretamente com ele?
_Eu não queria a minha filha de volta e se eu te conta-se, você poderia não querer voltar.
_Pensei que não queria que eu aceitasse o emprego.
_E não quero, você ainda pode mudar de ideia e ir trabalha em outra unidade.
_Não vou pai, quero trabalhar nessa.
_Já disse isso para seu pai querida, quando você coloca algo na cabeça é igual a sua mãe, ninguém vai te fazer mudar de ideia.
_Concordo com isso, sou bem teimosa.
_Já terminou de fazer o perfil do ceifador?
_Ainda não, não terminei de ver os arquivos das cenas do crime, mas até as analisares anteriores não estão muito ruins.
_Você vai olhar todos os arquivos?
Deu para sentir a dor do meu pai, naquela pergunta, ele viu o arquivo do meu irmão e não quer que eu veja, que eu sofra.
_Eu vou ficar bem pai, não se preocupe.
Conversamos por mais um tempo e depois voltamos para a delegacia, tínhamos que trabalhar, volto para minha sala e continuo olhando os arquivos, deixei o do meu irmão por último, vou bem difícil ver aquelas fotos e ler aqueles relatórios, ver o corpo do meu irmão foi uma das coisas mais difícil que eu já fiz, o meu irmão foi enterrado com um caixão fechado e nunca tinha visto como que ele tinha ficado, vou para o banheiro do meu escritório e vomito todo o meu almoço, jogo água no meu rosto e tento me acalmar mais, quando já estou melhor escrevo o meu relatório, esse cara é um sociopata perturbado, mais o pior e que ele saber agi como uma pessoa normal, ele provavelmente foi o rei do baile, o capitão do time, uma pessoa popular, esses são os mais perigosos, pode ser qualquer pessoa.
Faço mais uma revisão no relatório e levo para o Nick, bato na porta e ele demora um pouco para responder, sei que ele pode me ver aqui, entro na sala e entrego o relatório para ele.
Ele me olha com uma sobrancelha levantada.
_Já terminou.
_Não estaria te entregando se não tivesse acabado.
_Você está bem?
_Sim.
_Você está pálida.
Ele levanta e pega um copo com água e me entrega.
_Sente-se e beba.
Obedeço e me sento, ele volta para a cadeira dele e fica me observando, esperando que eu fale alguma coisa.
_Eu vi o arquivo do meu irmão.
_Não deveria ter visto o arquivo, sabia que não teria nada de bom lá.
_Eu precisava ver, meu pai nunca me contou o que o ceifador fez com meu irmão e você também não.
_Não é algo que gostamos de lembrar.
_Vi o seu arquivo também.
O jeito que Nick me olhou, eu não soube identifica o que ele estava sentindo naquele momento, sempre foi mais difícil para mim ler o Nick, não sei por que, ele leva a mão no peito onde foi ferido e provavelmente tem uma cicatriz.
_Por que fez isso?
_Queria ver o que ele fez com você, você também foi uma das vítimas do ceifador, só que você sobreviveu, nunca se perguntou por que ele não te matou? Por que ele te deixou vivo?
_Me pergunto isso todos os dias, nunca achei uma resposta, pensei que ele poderia ter achado que eu já estava morta morto, mais não ele me queria vivo, alguém ligou para polícia e chamou uma ambulância, eu acho que foi ele, ele me queria vivo, só não sei o porquê.
_Provavelmente tem um motivo, vou descobrir qual foi.
Me levanto e já estava saindo da sala quando ele me chama, me viro novamente para ele.
_Me prometa que se fica muito perigo, você vai sair da unidade e para de procura o ceifador, me prometa isso.
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Atualizado até capítulo 34
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