Um homem alto segura o outro um pouco menor pelo pescoço os seus rostos quase se tocam o homem sendo estrangulado geme e se debate e então ele para de se mover, o homem de pé enfia a mão no seu peito e puxa Violeta emite um som de surpresa e repulsa pelo que acaba de ver, mas isso atrai a atenção do que quer que seja aquela coisa.
Ele solta o homem já sem vida e caminha em direção a saída do beco, em direção a violeta, que em pânico não consegue se mover, lágrimas rolam por seu rosto e ela só consegue realmente gritar quando a figura de um homem começa a ficar cada vez mais visível.
Violeta
— Ahhhhhhh socorro, socorro!
O grito de violeta atrai a atenção do segurança da empresa que vem correndo em direção a ela e então a coisa apenas abre asas negras como as de um morcego e sai voando ela olha aquele vulto desaparecer no céu.
Segurança
— O que foi?
Violeta
— Eu vi ... Eu vi, aquela coisa matou ele. Matou ele .
O segurança pega a sua lanterna e ilumina em direção ao beco e vê o homem caído, no mesmo instante ele pega o seu telefone e liga para a polícia, ele leva a Violeta de volta para a empresa para que aguarde a chegada da polícia já que ela diz te visto o acontecido.
Quando os policiais chegam ao local e avistam a cena do crime eles isolam a área e um deles fica conversando com violeta.
Policial
— Senhorita precisa se acalmar e me dizer detalhadamente o que viu.
Violeta
— Eu já disse a você o que eu vi, você só não está acreditando em mim não é? Mas sim tinha uma coisa que depois parecia um homem enfiou a mão no peito do cara e quando eu gritei ele simplesmente abre umas asas negras enormes e saiu voando.
Policial
— Senhorita? Fez fez uso de alguma substância ilegal nas últimas horas?
Violeta
— É sério que você está me acusando de usar drogas em um momento como esse?
Policial
— Me desculpa senhorita, só estou fazendo o meu trabalho e precisa concordar comigo que a sua história não tem pé e nem cabeça.
Violeta
— O que não tem perna nem cabeça é a sua falta de profissionalismo, vocês não deveriam estar atrás daquela coisa? Ele matou um homem a sangue frio e ele me viu, e se aquilo vier atrás de mim ?
Policial
— Não virá senhorita.
Violeta
— E como sabe?
Com pouco um carro de luxo para na frente da empresa e Adrian Morton desce no seu terno elegante e caminha em direção a eles.
Adrian
— Olá, Sou Adrian Morton dono da empresa, a mulher que presenciou tudo é a minha funcionária, ela corre algum perigo?
Policial
— Não ela não corre, atacaram um morador de rua, deve ter sido um desses pirralhos que se acham fodões membros de gangues.
Adrian
— Entendo, já está tarde, ela já está liberada né?
Policial
— Sim , ela pode ir.
Adrian
— Ótimo, senhorita Watson? Eu vou te dar uma carona até a sua casa.
Violeta
— Porquê?
Adrian
— Está tarde, está abalada, não será bom te deixar ir sozinha.
Violeta
— Mas os policiais poderiam me levar , o senhor não precisa se preocupar.
Adrian
— Eu te levo, só estou preocupado.
Violeta
— Tudo bem então!
Violeta então resolver aceitar a carona e entra no carro assim que coloca o cinto ele pergunta o endereço e ela explica, por alguns segundos o silêncio toma conta do carro, então Adrian coça a garganta e olha para ela por um segundo com a pergunta que deixa Violeta um pouco confusa.
Adrian
— O que você viu?
Violeta
— Como é?
Adrian
— Estou te perguntando o que você viu naquele beco?
Violeta o encara por alguns segundos e o seu rosto mostra todo pânico daquele momento. Então ela olhando para frente responde a sua voz trêmula.
Violeta
— Eu não consegui ver o rosto, mas eu posso te dizer com toda a certeza que aquela coisa não era humana.
Adrian
— Como assim não era humano? Então o que era exatamente?
Violeta
— Eu não sei, quando estava se aproximando de mim eu fiquei apavorada e gritei então ele abriu aquelas asas enormes e saiu voando.
Adrian
— Mas como assim ele saiu voando? Sabe o quão estranho o que você está falando soa? Humanos não vooam.
Violeta
— É Por isso que eu estou te dizendo a mesma coisa que eu disse para aquele policial aquela coisa não era humana aquilo era um monstro!
Naquele momento Adrian se sente um pouco triste porque, no fundo, o que Violeta disse não deixava de ter razão, atracar o coração de alguém, só um monstro.
Adrian
—Acho que chegamos.
Violeta
— Obrigada.
Violeta sai do carro e fica olhando em volta, então Adrian sai do carro e grita para ela.
Adrian
— Acho que tudo bem você faltar amanhã.
Violeta
— Sério? Obrigada chefe!
Adrian
— E melhoras para sua mãe.
Violeta
— Ham? O quê?
Adrian
— Disse que a sua mãe estava doente.
Violeta
— Ah sim, obrigado pela preocupação!
Violeta entra em casa sua mãe vem correndo até elas super preocupada por conta da hora.
Débora
— Menina? Onde você estava? Já viu a hora?
Violeta
— Mamãe é uma longa história.
Débora
— É pode me dizer porque a dona Tereza veio aqui em casa hoje com um pote de canja de galinha me desejando melhoras?
Violeta
— A senhora fingiu que estava doente né?
Débora
— Sim, pois fiquei com vergonha.
Violeta
— Aquela velha, ela veio aqui só para conferir, hoje cedo quando eu estava saindo para o trabalho , ela veio correndo até mim, dizendo que agora que trabalho em uma jornal e revista famoso que ela poderia aumentar o aluguel. Ela quer lamentar o aluguel sem parar, mas não arruma nada no prédio, está tudo caindo aos pedaços por aqui.
Débora
— Que descarada? Mas por que chegou tão tarde?
Violeta
— resumindo, muito trabalho e um assassinato.
Débora
— O que? Na empresa?
Violeta
— Não em um beco ao lado.
Débora
— Que horror. Isso é um mau presságio.
Violeta
— Ahhh mamãe sabe que não acredito nessas coisas .
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Atualizado até capítulo 59
Comments
Adirleia Tavares
Não acredita em mau presságio ,mas acredita em monstros kkkkk
2024-11-07
2
Claudia Lopes
sempre que ela tá em apuros ela fala que a mãe tá doente 😷
2024-05-23
1
Ivanilde Serra
kkkkkk pode acreditar
2024-05-18
0