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Os dias passaram, e Fernanda teve alta, ela não queria ir pra casa, mais não teve escolha.

Ela estava triste e abatida, chorava muito Felipe estava arrasado, não sabia o que fazer pra ajudar.

chegou em casa e ela foi pro quarto da bebê, sentou na cadeira de amamentação pegou uma roupinha, abraçou e chorou em silêncio.

Felipe entendeu que ela precisava ficar sozinha e saiu encostando a porta.

Foi ate a cozinha e fez um suco, deixou pronto e saiu.

Foi até o mercado comprar algumas coisas. Voltou e ela continuava lá, abriu a porta e ela estava dormindo abraçada com a roupinha, esperaria ela acordar.

Foi até a cozinha, e colocou uma carne no forno, iria demorar, então fez o almoço. E foi esperar ela.

Quando estava olhando a carne do forno ela o surpreendeu, sentou-se na banqueta da bancada e ficou o olhando de costas, viu ele queimar o dedo e murmurar um palavrão.

—Você tem vários dotes escondidos não é?

—Só alguns, minha mãe criou dois filhos homens, não deu moleza pra gente não, tínhamos que nos virar, sei cozinhar, lavar até passo um pouco, não sou um chef de cozinha, mais não morreria de fome, nem sujo, falou sorrindo.

—Como você acha que ela está agora, Lipe....

Felipe ficou de frente pra ela na bancada, e segurou suas mãos sobre o balcão.

—A baby está ótima, o médico disse que ela está respirando bem, já fez xixi, está dentro dos parâmetros esperados.

Ela está sendo cuidada lá e você vai ser cuidada aqui.

Você precisa ficar bem pra nossa neném.

Felipe tentava animar ela, mais ela não conseguiu se sentir melhor.

Quando serviu o jantar ela quase não comeu, e isso acabou preocupando Felipe.

Os dias foram passando e ele ia pra empresa e na volta pro almoço levava Fernanda pra ver a Luna.

Ela estava a cada dia mais triste abatida e magra.

O médico chamou Felipe e disse que ela estava com depressão pós parto.

Felipe não ficou surpreso.

Ela já não tinha ânimo pra empresa, não queria comer, e por último não queria mais cuidar dela mesma.

—Você precisa tomar banho Nanda, são dois dias...

—Pra que isso? Eu estou bem!

—Vamos, tira esse vestido vou te dar banho.

Ela ficou sem reação...

—Vamos Nanda, você fica de sutiã e calcinha, eu vou sentar no vaso de costas enquanto você toma banho.

—Não quero! Tô bem!

—Vamos, vamos agora, ta parecendo criança. Vamos vamos, ele saiu puxando ela pela mão.

Chegaram no quarto e ela ficou olhando pra ele, não tinha vergonha do seu corpo mais era estranho.

—Eu posso ficar aqui e você tomar banho sozinha. Mais posso te esperar no vaso e você toma banho de box fechado, e eu te espero...

Fernanda disse que entraria sozinha e tomaria o banho. Enquanto ela entrou ele escolheu um vestido pra ela, colocou na cama e escolheu uma rasteirinha confortável, já faziam quinze dias, desde o parto e ela não queria sair de casa, mais hoje ela não teria escolha. Ele pegou o caminhão e ia levar ela pra viajar nas entrregas das cidades próximas.

Ela tomou banho e quando saiu se deparou com a roupa.

—Se veste vou te esperar lá embaixo.

—Pra que? Ela perguntou

—Se veste Nanda. E não demora!

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Comments

Fatima Gonçalves

Fatima Gonçalves

ELE É O MÁXIMO

2024-12-05

0

Maria Socorro Netos

Maria Socorro Netos

ele é maravilhoso

2024-10-24

0

Fatinha Machado

Fatinha Machado

gente como amigo ele é 10 vezes melhor que meu marido tu vai até triste eu acho que vai entrar em depressão sem eu ai ai eu acho que eu quero seu marido literário e não no físico

2024-09-20

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