Indo em direção da corregedoria de policia, no meio do transito, do rio de janeiro deparou novamente com a mesma viatura no qual havia visto há um dia, que por sinal em sua frente estavam ali os mesmos policiais, Marcos resolveu segui-los para ver qual seria o tipo de ação deles, lógico, mantendo certa distância na qual podia ter segurança e certeza que eles não o sentissem que estavam sendo seguidos, aos quinze minutos olhando o movimento dos policias parou ao uma longa distancia deles quando os policiais reduziram a velocidade da viatura em um beco sem movimento onde estavam ali sentados dois indivíduos tatuados, com aparência criminal, que fumavam cigarros, ao observar que os policiais perguntavam algo aos indivíduos, desceram do carro os policiais com uma arma dispararam em direção à viatura deles dois disparos e o parceiro dele atirou nos indivíduos que assustados não entendiam nada matando eles ali mesmo sentados, ao olhar para o lado colocaram a arma que efetuou o disparo na viatura, na Mão de um dos mortos, e agiram como se foram atacados chamando reforços, Marcos filmou tudo, ele estava a uma longa distancia o seu carro era um Hb20s preto seus vidros escuros a longa distância mostrava ninguém dentro do carro, trazendo certeza que ninguém o viu ali, após esperar por uma longa hora o movimento acalmar saiu dali e foi em direção a corregedoria da polícia, após fazer a denúncia voltou para casa, já era cerca de dezoito horas quando chegou em casa meio contrariado pelo nível no qual chegou alguns policiais no Brasil, após o jantar com a família e colocar seus filhos para dormir, Marcos ao ir tomar um banho para aliviar do dia só pensava naquilo que viu, “não me arrependerei de ter denunciado aqueles vagabundos que destroem o país” o pensou.
Ao sair do banho, Ana sua mulher estava sentada na cama com um roupão de banho verde escuro:
- Lembra do que eu lhe disse de manhã meu Amor? Disse ela com um tom sensual na voz.
- Estou tão abismado querida que não sei se o que quero, realmente e o que quero, não quis lhe dizer na frente das crianças mais hoje incrivelmente eu vi novamente aqueles trastes que vi ontem e advinha? Novamente eles fizeram mais vagabundagem. Disse marcos com um tom contrariado pelo fato.
- Então você vai passar a noite falando de homens maus ou quer dar um trato em uma mulher má? Disse Ana desatando o nó do roupão e mostrando a ele sua roupa intima vermelha e uma algema com pelúcia no meio de suas pernas.
Marcos sorriu e ao pegar a algema que estava no meio de suas pernas, tirou dela todo o roupão a deitou na cama ao beijá-la no seu pescoço veio subindo com sua boca até chegar na boca dela, onde com força tirou dela o sutiã enquanto a beijava de língua, ergueu os braços dela para cima a algemando, ao descer beijando-a pelo seu pescoço foi em direção aos seios dela, onde beijava em volta dos mamilos a deixando ofegante, Marcos parou e tirou a sua camisa e com ela vendou os olhos dela:
- Isso não vale! Disse ela.
- Silêncio senão amordaçarei você criminosa! Disse Marcos, onde voltou a beijá-la nos seios dela sugando e mordendo os seus mamilos, descendo por sua barriga suavemente com sua boca onde ela começava a se contorcer, quando ela desceu as suas mãos algemadas para colocar na cabeça dele levou um leve tapa na lateral do quadril perto do bumbum:
- Conhece as regras mocinha nada disso! Disse marcos.
Quando ela subiu as mãos para cima ele voltou a beijá-la por dentre as coxas da perna direita descendo até os seus pés, onde mordeu cada dedinho de seus pés do maior ao menor sendo que o menor mordeu com um pouco mais de pressão, voltando vagarosamente à parte das coxas indo em direção ao local que ela tanto estava a esperar, ao chegar ali somente soprou com sua boca fazendo com que o ar saísse em forma de calor, ela ergue-se o quadril para chegar a sua boca mais Marcos empurrou com suas mãos para baixo o corpo dela de volta a cama, e na sua perna esquerda fez tudo que havia feito na direita beijando por dentre as coxas dela até chegar nos pés, onde a mordia suavemente nos dedos, ao voltar, tirou dela a calcinha com os dentes bem devagar, com os seus polegares ajudando a tirar pela lateral da calcinha, em seguida tirou a sua própria roupa, com um leve mergulho foi em direção ao meio de suas coxas beijando ali o que ansiosamente o esperava, com movimentos leves circulares ele fazia e a chupava como se a buscasse para dentro de sua boca, descia e subia passando a língua por dentre suas paredes, ela gemia bem baixo tentando se controlar, com um forte suspiro disse:
- Amor vai logo, vai! Ele a ergueu colocando-a sentada tirou a sua venda de seus olhos, e disse:
- Vem! Ela olhou nos olhos dele, e ao olhar para baixo em direção ao seu instrumento de prazer que ereto estava, subiu em seu colo, ao passar seus braços no pescoço dele que ainda algemava estava, puxou sua cabeça aos seus seios, ele ao penetrar forte, a beijava-a os seios delas e mordia, ela movimentava-se em cima dele de forma circular indo pouco a cima e baixo, ele a segurava na cintura fazendo pressão entre seus corpos, que não demorou muito para com que isso ficasse mais rápido, perdendo o controle do respirar levando-os ao Máximo do clímax, ele logo se derreteu de prazer nela, não demorou tanto para com que ela também chegasse ao mesmo nível dando a toda ternura em fogo que a consumia.
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Atualizado até capítulo 20
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