Três dias depois de ter pegado aquele caso, era noite e ele estava de campana escondido em cima de um telhado no meio do subúrbio, esperando seu alvo para conseguir mais provas legíveis fotográficas, após horas de espera, cansado e entediado por estar ali, o que ele esperava apareceu, lá embaixo o carro do alvo estacionou e com sua câmera fotográfica pode tirar o que faltava para fechar o trabalho.
— Graças a Deus terminamos! Disse ele aliviado, ao dar uma olhada na foto que acabará de tirar percebeu um pouco mais longe na foto uma ação policial bem abaixo de uma árvore, com pouca visibilidade, ao olhar pela câmera achando o local meio escondido, aumentou o zoom da câmera para ver o que eles estavam fazendo, eram quatro policiais e ali havia cerca de (seis) traficantes, si, é o certo a dizer, e eles estavam passando dinheiro aos policiais enquanto eles trocavam o dinheiro por três presos supostos rivais dos que pagavam o dinheiro para tê-los, pois, eles os recebiam com chutes e gestos violentos, enquanto ele via isto fotografava tudo.
Duas horas depois ao chegar a casa e ao tomar banho pronto para deitar na cama com sua mulher Ana, que já dormia há horas, disse com uma voz de sono.
— Que horas são? Perguntou Marcos.
— Já é duas horas meu anjo! Ao deitar-se no lado dela mal dormiu pensando sobre o fato dos policiais, ao amanhecer, Ana acordou e deparou com Marcos sentado na beira da cama.
— Amor tudo bem? Perguntou Ana.
— Um pouco, meu anjo! Respondeu ele.
— O que houve algo haver com o trabalho? Perguntou Ana.
— Não tem nada a ver com o caso que peguei, mais sim com o que vi nele. Disse Marcos.
— Sei que eu odeio que pegue casos assim de casamento, coisas de traição, eu acho você muito frio em questão a essas coisas, e aquela vez no qual você entrou numa boate stripper? Disse Ana meio contrariada.
— Ana agente já conversou sobre isto, mais não tem nada a ver com o que você está pensando e com outra coisa:
— Então o que e docinho? Marcos deu um leve sorriso e olhou para Ana e disse:
- Ontem vi policiais sendo subordinados, pegavam dinheiro em troca de presos rivais dos quais pagavam para receber, com certeza estão mortos há essa hora.
– Agente reclama sobre política corrupta no Brasil, mais nós mesmo fazemos as mesmas coisas por dinheiro. Disse Ana.
- Fotografei tudo, o numero da viatura rostos e da para ver nitidamente os nomes nas fardas. Disse Marcos enquanto acariciava o rosto de Ana que ainda estava deitada.
- Esqueci isto, deixe para La você não tem um histórico bom em relação de tentar fazer essas coisas. Disse Ana olhando para ele tentando o acalmar.
– Vou levá-los para a corregedoria! La eles farão o certo. Disse Marcos.
- Só não quero te ver em problemas amais do que seus serviços já trazem. Disse Ana com um tom triste.
- Mais mudando de assunto tenho uma ótima noticia para você e até para os meninos, que tal umas férias semana que vem? Disse Marcos tentando animar a conversa.
- Sério? Eu ia adorar. Ana sentiu-se animada ao dizer.
- E para melhorar será na Disneylândia.
– Onde arrumou tanto dinheiro que eu me lembre nossa conta não está tão alta! Disse Ana espantada.
– Meu irmão irá pagar tudo, ganhei dele após aceitar a oferta de emprego que ele vinha faz meses querendo me dar, deixei de pensar em mim mesmo e resolvi sacrificar-me, para garantir um futuro melhor para você e aos nossos filhos. Disse Marcos.
– Até que em fim resolveu deixar seu orgulho de lado e aceitar a ajuda de seu irmão. Retrucou Ana.
- Não e tão emocionante como meu trabalho, mas me acostumo com o padrão do dia a dia, pelo menos ganharei cinco vezes o que ganho arriscando a vida.
- Bom papai você vai ganhar um presentinho mais tarde pelo seu esforço! Disse Ana fazendo mordendo os lábios com um gesto sensual.
- Então pra que fazer mais tarde se podemos fazer agora? Disse Marcos Com um leve sorriso olhando nos olhos de Ana; ela segurou a camisa dele e indo ao ouvido esquerdo dele disse sussurrando.
- Pois as crianças já devem estar acordadas e não queremos assustá-las certo? Com a selvageria. Marcos sorriu e disse:
- Estarei esperando então.
Ao sair do quarto Marcos vai em direção ao quarto de seus filhos ao abrir a porta, os vê brincando no chão com carrinhos.
- Bom dia! Disse Marcos, Maurício e Guilherme olham para o seu pai e diz:
- Bom dia papai! Dormiram bem? E já escovaram os dentes? Perguntou marcos:
- Dormimos bem! Só que o Guilherme não quis escovar os dentes. Respondeu Maurício.
– Então trate de escovar os dentes e se arrumem direito para tomar o café da manhã. Disse Marcos e logo em seguida encostou a porta do quarto saindo em direção a cozinha, enquanto saia o irmão mais velho Maurício, advertiu Guilherme dizendo:
- Tá vendo, Eu ti avisei!
No café da manhã com todos sentados a lanchar Marcos disse aos seus filhos sobre as férias em Orlando na Disneylândia, e que passaria mais tempo com eles, pois, estava mudando de emprego para um melhor no junto com o irmão dele, Maurício e Guilherme ficaram cheios de alegria e pulando e indo abraçar Marcos que ficou feliz em ver a emoção de seus filhos, após esse momento Marcos saiu para casa de seu irmão e logo após isso, ainda estava decidido passar na corregedoria para entregar aqueles policiais. Seu irmão era um homem bilionário que chamava Paulo.
— Eu não acredito! Com tanto dinheiro, é uma mansão como esta, e você não é casado! Disse Marcos a Paulo:
— Quando você tem tanto dinheiro você não tem certeza se a mulher que deita ao seu lado por causa de seu dinheiro ou pelo que você é! Argumentou-se Paulo a Marcos.
— Se eu fosse solteiro trocaria de lugar contigo por uns meses para saber como é! Sorriam eles.
— Vai por mim depois se torna enjoativo e sem graça! Respondeu Paulo.
— Disso eu não sei mais ainda sinto inveja que meu irmão mais novo de 10 minutos tem 300 vezes mais dinheiro que eu! Disse Marcos com um sorriso no rosto.
— Sou mais novo que você apenas com diferença de oito minutos! Retrucou Paulo.
— Oito minutos que fez muita diferença na vida, engraçado agente sempre foi igual e após 20 anos após te encontrar você ainda imita minha aparência! Disse marcos em meio a sorrisos.
— Culpa de o destino ser seu irmão gêmeo, tenho que me conformar que sou feio igual você! Eles sorriram.
— Lembro que sempre me metia em confusões e você vinha me defender, você sempre foi o cara (durão) o garoto das brigas! Sempre me defendia e gostava das coisas erradas! Disse Paulo.
— E aquela vez em que eu fugi do orfanato e você levou o pato por minha causa, pensara que foi você, nunca me esqueci da surra que você levou (risos) e ainda por cima de tudo assumiu a culpa por mim. Disse Marcos enquanto olhava para o jardim da casa de seu irmão.
— Eu sempre fui o cagão, que tinha medo de tudo e fugia das consequências, mais a pior lembrança foi do dia que você foi levado para o conselho tutelar e nesse período fui adotado, nunca mais te vi! Disse Paulo meio entristecido.
— Está tudo bem Maria mole (risos), agora estou aqui para te defender de novo! Disse Marcos ao seu irmão enquanto segurava o seu ombro direito.
— Nada disso agora e minha vez, depois que fiz Boxe sei brigar melhor que antes, mais agora só quero ajudar você a sair dessa miséria financeira! Disse Paulo que continuou dizendo:
— Quero ir amanhã fazer uma visita a vocês antem de irem viajar. Ouvindo isso disse Marcos:
— Minha casa não é a sua mansão, mas, pode ir quando quiser.
— Não me importo com isso, só julgo que morar numa fazenda no meio do nada a distância de uma sociedade me dá medo, acho meio inseguro e sem acesso. Disse Paulo:
— Foi por isso que mudei para lá, meu trabalho deve manter certo tipo de cuidado e não vejo um lugar seguro e melhor, aliás, me traz paz a mim e a minha família. Argumentou Marcos que continuou dizendo:
— Agora se você tem medo de cavalo, que é a única coisa que lá tem, penso que você não seja meu irmão de verdade (risos). Marcos e Paulo ficaram ali conversando por cerca de uma hora te que Marcos saiu para resolver o que ele queria.
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Atualizado até capítulo 20
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