Nina
As perguntas dele foram um tanto desconcertantes. Mas quando ele falou sobre ser uma pena... fiquei intrigada.
- o que quer dizer com "uma pena"? / pergunto
- se não fosse virgem podíamos nos divertir muito / ele diz e depois bebê um gole do vinho que pediu
- e por que acha que eu iria querer me divertir com você Vicenzo?
- já notei o jeito que me olha! / ele diz cheio de si
- pois digo o mesmo, já notei o jeito que VOCÊ me olha / falo olhando em seus olhos
- bom... então só tem um jeito de resolver isso
- com...
Nem termino minha frase. Ele se levanta da cadeira e se dobra sobre a mesa e me beija. Me pega completamente de surpresa.
Seus lábios estão quentes e macios. Com o gosto do vinho que estava bebendo.
Ele segura meu rosto com as duas mãos e coloca sua língua na minha boca e brinca com nossos lábios. Aquilo causa arrepios em mim.
Vicenzo me solta e senta novamente na cadeira, em minha frente.
- é... isso definitivamente foi bom Nina! / ele diz e continua bebendo seu vinho
Eu fico atordoada por alguns segundos, mas depois consigo dizer:
- por que fez isso?
- queria ter certeza que estava certo!
- sobre o que exatamente Vicenzo?
- sobre o que acabei de dizer. Que iríamos nos divertir muito!
- me beijou para provar sua teoria? Você é um babaca!
Falo e levanto, jogo o guardanapo que estava no meu colo em cima da mesa e saio do restaurante. Vou até o estacionamento e fico ali esperando de frente para o carro.
Poderia chamar um carro para me buscar, mas nem lembrava o endereço dele, fora que depois ia encontrar ele em casa, então não tinha sentido...
Uns 5 minutos depois ele aparece no estacionamento e vem até onde estou encostada no carro.
- achei que tivesse ido embora
- achou errado! / falo de forma grossa com ele
- tá olha... você me entendeu errado. Não beijei você para provar minha teoria! Beijei você por que quis! Porque desde que te vi, tive essa vontade. E sim, achava mesmo que daríamos certo já cama, beijar você comprovou isso. E não negue, também sente essa química que rolou entre nós!
- não interessa o que rolou ou não! Só me leve para casa, por favor!/ falo desviando o olhar do dele
Vicenzo destrava o carro e eu entro. Ele faz a volta e entra.
Vamos o caminho todo em silêncio para casa.
Quando chegamos descemos e entramos juntos. Vicenzo respira fundo e tenho a impressão que ele vai falar algo, mas não deixo. Subo rápido para meu quarto.
Quando entro Martina está ali.
- onde esteve todo esse tempo?
- sai com Vicenzo, sabe que não gosto de ficar parada...
- humm... e o que fizeram?
- pare de ser boba. Apenas fomos na casa do pai dele e depois almoçamos!
- hummmmmm.... almoçaram? conta tudo!
- para Martina! foi só um almoço e pronto! Estávamos com fome, comemos de deu!
- sei...
- o que quer? por que estava me esperando?
- bom... estava pensando e não sei bem o que fazer, queria sua opinião...
- diga, se eu puder ajudar
Nos sentamos na minha cama e ela respira fundo e começa a falar:
- bom... sabe... tenho quase 29 anos. Nunca tränsei com um homem. Sou virgēm ainda... você sabe... não queria perder minha virgindadē com um cara estranho de Cosa Nostra.
- não estou entendo onde quer chegar Tina...
- pensei em... bom a ideia é malucä, não me julgue... mas prefiro isso que um desconhecido... pensei em pedir ao Vicenzo que me ajudasse / ela diz e baixa a cabeça
- está maluca mesmo né! Vocês são primos Martina! primos... Deus... isso deve ser até pecado mulher...
Fico furiosa com a idéia dela.
Martina me olha estranho, talvez chateada com minhas palavras, mas fui sincera.
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Atualizado até capítulo 62
Comments
Andréa Debossan
não tem nada a ver tenho um primo que é casado coom a prima eles tem filhos e td, tbm já namorei um primo meu por um longo tempo só não deu certo porque ele morava em uma cidade e eu em outra distante
2025-03-07
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Ubiranildes Pereira
li as duas histórias anterior a essa amei essa tá meia chata
2025-03-27
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Isa Abreu
kkkkk fala a verdade garota! está com ciúmes.
2025-03-09
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