Viagem interrompida

Além de Sam agora tenho Jenner como amigo deveria me sentir maravilhosamente bem e me sinto mas ainda sim sinto falta de Camily, poderia tentar conversar com ela mas depois de ter basicamente tr4nsado com meu ex-namorado é difícil de se perdoar.

- Anna ei -,saio de meus pensamentos,arrumo meu casaco não foi uma boa opção vir em tal estilo.

- Oque ?-, pergunto meus pensamentos voavam entre Rafael e Camily e para compensar os dois entram no refeitório porém diferente de como andavam em casal.

- Estava dizendo que Rafael está querendo falar com você-, Sam responde e isso é novo desde de que terminamos Rafael sempre tem estado com Camily quase um namoro só que sem parte que ele quer assumir.

- Mas eu não quero,sabe como Caio ficaria se soubesse-, digo olhando o sorriso malícioso de meu amigo aumentar já posso até imaginar oque ir dizer.

- Nossa! desde de quando Caio é a sua preocupação?-, ele pergunta e que se bem conheço meu marido se tornou desde de sempre.

- Minha...digo Anna posso falar com você?-, me assusto por não ter percebido a aproximação de Rafael e queria negar mas com todos me olhando fica difícil.

- Cinco minutos-, digo me levantando e o sigo para fora do refeitório que meu marido nunca saiba dessa conversar - pode falar-, me escoro na parede esperando que ele fale.

- Queria te pedir desculpa por tudo oque aconteceu e dizer que eu ainda te amo -, ele deposita as mãos sobre meu rosto não gosto dessa aproximação nem de seu toque- ainda podemos voltar minha morena,eu nunca te esqueci prometo concertar tudo e fazer tudo voltar ao normal-, tento me afastar mas ele beija meu rosto rente aos meus lábios,o empurro antes que tente algo novamente como pode não enteder que nunca vou o perdoar.

- Escuta eu nunca vou voltar com você,quando dormiu com Camily oque tenho certeza que não foi só uma vez você tinha noção do que estava fazendo por isso não me venha com essa de que ainda me ama -, digo o empurrando para se afastar já basta esconder de minha mãe que minha primeira vez não foi com meu marido - por que eu não sinto o mesmo -, sigo pelo corredor não quero o encarar não me sinto abalada por sua presença mas não quero que me toque nem que esteja perto de mim.

- Não achei que precisaria ouvir que você não o ama até ouvir que você realmente não o ama -,ouço Caio dizer e sou puxada para outro corredor e não é surpresa que tenha vindo cedo.

- Oque faz aqui?-, pergunto e o abraço antes que responda só quero estar bem longe de Rafael e um consolo apenas um consolo.

- Vou te levar a um lugar -, ele afirma afastando meu cabelo e modisca de leve meu pescoço me fazendo arrepiar- não vai precisar levar camisinha -, o empurro não sabe ser sério nem na hora de me excitar.

- Como se eu quisesse pegar alguma doença sexu4l de você -, retruco tendo o seu olhar indignado.

- Eu me previno -, ele afirma e cruzo os braços por que sei que comigo não é assim - ok....não com você mas com as outras me previnia -, o puxo pelo corredor antes que me conte suas aventuras sexu4is antes de se casar realmente não quero saber qual posição era melhor para as outras mulheres.

- Espera aqui que eu vou pegar minha mochila-, lhe dou um selinho rápido e entro na sala,estou curiosa para saber em que lugar Caio irá me levar, tomara que seja ao seu jardim particular, não...não...tomara que seja acampar uma noite na floresta,a sala estava com metade dos alunos ocupados estudando.

- MINHA MORENA VAMOS LOGO -, ele grita me deixando envergonhada não tinha necessidade de informar qual era meu apelido quando estávamos juntos,pego minha mochila descendo rapidamente as escadas e saio da sala.

Evitei discutir pois acabariamos voltando pra mansão,cesta de pequinique arrumada e cobertores já posso imaginar que iremos demorar onde quer que seja,o caminho se seguiu para fora da cidade tomara que seja uma casa na floresta.

- Já pensou na possibilidade de ser pai?-, pergunto não sou do tipo que tem jeito com crianças mas vindo de uma família grande com muitas primas e primos pequenos as veses tiro uns minutos para pensar como seria eu me tornando mãe.

- Não... não me leve a mal mas não seria um bom pai,sempre trabalhando e voltando tarde e meu pai digamos que não é um exemplo a ser seguido-, ele diz e olho pela janela os grande pastos com gado eram substituído por grandes árvores e por algumas veses flores, poderia dizer que não me senti abalada por seu comentário mas já tenho vinte anos não posso esperar até que se dê conta de que quero uma família.

- Hum..talvez-, retruco pegando o meu celular e vejo que está sem sinal,qualquer que seja o lugar não deve ser fácil de chegar,o carro vai parando e olho para o painel- você não colocou gasolina mas é um idiota mesmo-, digo olhando que marca como vazio... só poderia ser bricandeira.

- Desculpa mas eu lembro que abasteci o carro -, ele diz saindo do carro e faço o mesmo,para compensar nosso azar o céu já começava a se tornar cinza monstrando que vai vir uma baita tempestade.

- Você diz o carro que voltamos para a mansão ou esse que pegamos quando saímos?-, pergunto e ele apenas balança os ombros,dou a volta correndo atrás dele.

- Desculpa....eu já pedi desculpa -, ele da a volta correndo e o sigo porém paro assim que ouço um ouviar de um lobo estava muito longe de ser um cachorro,no automático entro no carro já me sentando no banco de trás e Caio faz o mesmo.

- Se eu morrer volto apenas pra te matar -, digo lhe acertando tapas seguindos no ombro pois não tentava se defender, agora ele está... diferente! não me segura ou diz coisas ofensivas.

- Foi mal-, são suas únicas palavras e paro o olhando curiosa, estar apaixonado significa cuidar independente da situação e Caio está fazendo isso!.

- Esquece também não foi culpa sua -, afirmo foi culpa apenas de nossa total falta de atenção já que estávamos muito felizes,sinto seus lábios em um rápido selar sobre minha bochecha,não conseguiria ficar brava com ele nem se quisesse.

- Prometo que na próxima vou fazer tudo certo-, ele diz erguendo a mão em promessa parece tão decidido que apenas assinto em concordância.

- Eu sei -, retruco olhando pela janela os pingos de chuva cairem devagar molhando com delicadeza o chão, gosto do frio mas dispenso lugares molhados e que estejam sujos me causa pavor,ele envolve minha cintura em um abraço e apenas me permito sentir sua respiração tranquila em meu cangonte.

- Sobre ser pai... realmente não consigo me imaginar cuidando de uma criança mas se quiser...-, cubro os ouvidos quando ouço um trovão alto no nível estrondoso, não tenho medo quando são de leve altura mas quando soam como bombas me causa terrores internos.

- Desculpa... desculpa -, digo descobrindo meus ouvidos pela janela mesmo embaçada era possível ver o quão intensa estava a chuva.

- Não tem problema-, ele afirma e me viro não digo que quero tentar tirar da cabeça que estamos no meio da estrada, dentro do carro e com uma chuva intensa assim como os relâmpagos mas quero me distrair,tiro o terno jogando no banco da frente junto com os tênis e meias,seu olhar vagava de minha atitude para meu decote.

- Eu quero-, digo começando tirar seu terno e engatinho,minhas intenções são as piores possíveis mas não é conversando que vou me acalmar- que você me ame mas sem cuidado sem reprimir tudo oque deseja-, foi de imediato quando dei por mim ele já estava me puxando para seu colo.

- Sem misericórdia?-, ele pergunta tirando o terno e segundo por um segundo uma peça de roupa ia para o banco da frente, só me sentei ao seu lado apenas para terminar de me despir.

- Sem misericórdia-, afirmo me deitando com cuidado no banco e ele se levanta dando uma breve ida até a frente do carro e volta com camisinha e lubrificante - por que tem isso no seu porta-luvas?-, pergunto enquanto ele deita sobre mim se encaixando no meio de minhas pernas,mexo o quadril sentido a flexíção gost0sa que seu p4u causava ao roçar por minha intimidade.

- Calada é melhor-, ele diz em seu tom sério e ouvindo assim enquanto ele me olha com malícia até me excita,ele abre o preservativo colocando em seu membro e joga embalagem pelo chão ali mesmo... poderia afirmar eu aguento de boa mas o vendo rígido não digo que estou preparada.

- Espera -, digo mas ele me beija interrompendo qualquer desistência e adimito que se não fosse por isso seria exatamente minha decisão, retribuo me ajeitando no banco e dobro os joelhos permitindo que nossos corpos fiquem bem próximos, deslizo as mãos por suas costas e sinto que as marcas que nossa primeira vez ainda permanecem pelo menos ele está marcado por mim.

- Se me arranhar te mordo-, ele provoca deixando um mordida no lóbulo de minha orelha me deixando toda arrepiada e minha intimidade latejando de desejo,arranho de leve ao sentir seu membro penetrar com cuidado minha intimidade tendo contato com paredes intimas e sensíveis como punição o descarado morde meu s3io o tomando em sua boca de imediato chup4ndo e lambendo sem misericórdia de me fazer gemer, já estava molhada oque facilitou sua total penetração.

- Marido..ahh... -, o chamo agora desejo que pegue leve e ele vai me ouvir certo?felizmente errado.. o maior puxa minhas pernas apoiando sobre seus ombros e estoca com rapidez me deixando ver estrelas pelo prazer descontralado me deixando aos gemidos escândalos..o meu santo...QUE HOMEM... ele me beija nem se importando que minhas paredes intimas eram massageadas de forma bruscamente e deliciosamente,sem conseguir me conter percorro a mão por seus cabelos puxando de leve enquanto minhas unhas marcavam de seus braços e sua cintura sem conseguir reprimir o quão desperada estou para que ele continue.

- Você..ahh...disse...-, ele mesmo se interrompe mordendo com força meu ombro mas a dor já não era tão perceptíva, sinto seus lábios com intensidade em meu pescoço não nego que adoro quando ele deixa marcas,silêncio já não era mais possível com meus gemidos e o barulho alto de suas coxas tendo contato rápido com minha bund4,o calor era maior que qualquer frio que poderiamos sentir nossos corpos suados transmitia toda a rapidez de nossos contatos,sinto suas estocadas diminuirem se tornando devagar...santo dos disvirginados...suas estocadas lentas e fundas atingiam meu ponto doce me deixando ter apenas empasmos de prazer,o beijo sentido ele se retirar devagar de dentro de minha intimidade e sinceridade já digo que uma vez é o suficiente.

- Maltratou minha boc*ta-, provoco tendo um palavriado desconcertante pelo menos pra mim que sinto a vergonha surgir.

- Sem misericórdia você pediu -, ele me ajuda a afastar as pernas de seus ombros e percorre a mão por minha cintura em um carinho simples- machucou?-, sua pergunta soou mais fofa do que preocupada para compensar ele beija minha bochecha em seguida meu ombro.

- Não -, respondo percorrendo a ponta dos dedos por sua bochecha é fofo mas é grosso quase sempre... digo em personalidade.

- Só me da um segundo-, ele se levanta seguindo até o banco da frente, não pude ver mas posso imaginar que a camisinha não pode simplesmente ser jogada no meio do mato,ele entra no carro volta já com o terno em mãos.

- Onde jogou aquela coisa? -, pergunto* por favor que não seja no meio do mato...por favor...por favor* .

- Dei um nó e joguei em um lixeiro aqui perto-, ele responde me deixando aliviada só desejo que esse tal lixeiro não seja remexido,digamos que para evitar poluição,ao lado da estrada sempre tem um lixeiro ou uma caixa de madeira e a cada duas semanas caminhões de lixo vem buscar.

- Não me respondeu do por que tem camisinha e lubrificante no porta- luvas do seu carro-, digo e ele fica por cima se encaixando no meio de minhas pernas e cobre dos joelhos até a cintura com seu terno,na verdade o lubrificante nem foi usado.

- Você não é...-, o interrompo.

- Olha lá oque vai dizer se não me quiser viúva-,digo puxando seu cabelo e o fazendo se aproximar rente aos meus lábios.

- Já tive outras aventuras mas nunca fizemos esse tipo de coisa no carro,eu juro você é a primeira a ser minha tran...digo que é minha noite de amor no carro mas iamos a hotéis por isso tenho camisinha e lubrificante no carro nunca gostei de machucar nenhuma mulher na hora do sex0-, ele explica e obrigado por pelo adimitir que não sou uma simples tr4nsa.

- Então eu sou a primeira... tipo no seu carro ?-, pergunto não consigo esconder meu sorriso por saber tal novidade.

- Sim mas não exatamente já beijei Iris.. -, o empurro saindo debaixo dele com cuidado estava tudo tão bom e romântico mas parece que faz questão de mencionar Iris.

- Vou dormir no banco da frente e você continua relembrando o passado com a mulher da sua vida -, digo seguindo para o banco da frente nem quando acabamos de tr4nsar ele esquece oque já teve com Iris.

Vesti minhas peças intimas e a camisa de Caio é longa e quentinha.

- Adimito que errei em mencionar Iris mas nem aconteceu nesse carro e...-, o interrompo.

- Não está ajudando-, afirmo jogando o resto de suas roupas para o banco de trás,graças ao Santo...as poltronas do carro são confortáveis.

- Só estou dizendo-, ele se senta no banco ao meu lado e olho seu peitoral desnudo mas logo desvio o olhar - Bom..Iris foi importante pra minha vida mas não do que jeito que eu imaginei -, poderia perguntar como foi importante mas não desejo que ele responda.

- Humm..-, retruco me ajeitando no banco.

- Se não fosse por tudo oque aconteceu teria se casado com Rafael?-, uma pergunta que me fiz quando o vi com Camily e sinceramente o amei mas nunca cheguei em pensar na possibilidade de chegar a ter algo sério e que me prendesse a ele.

- Não,talvez já tivesse mudado de ideia depois que terminasse de estudar-, respondo me levantando e sigo até ele passando uma perna de cada lado de seu colo e me sento - Oque sinto por você é verdadeiro -, afirmo o beijando não quero que entenda que é apenas pelo contrato pois por mim já teríamos desfeito a muito tempo.

- Digo o mesmo-, sorrio o abraçando,deveria culpar as pessoas que me levaram aquele leilão mas as vezes desejo agradecer por Caio ter me comprado e sei que se eu quiser ir embora ele vai permitir.

- Melhor ligarmos para o reboque ou um dos funcionários?-, pergunto fazendo um carinho simples em seu cabelo.

- Acho que uma noite aqui não vai fazer mal-, ele apalpa minha bund4 apertando com força e arfo,beijo seu pescoço e por que não mostra que esse homem é MEU,deixo um chupao em sua pele clarinha e sinto seu aperto em minhas coxas se tornarem intesos ,marco de novo e de novo sei que isso vai durar por dias

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Comments

Thamires Fernanda

Thamires Fernanda

pq eles vive revivendo no passado meu Deus.... vamos esquecer os exs kkkk

2024-04-01

1

Vera Vilela

Vera Vilela

cansativo

2024-03-25

1

Kelly Sartorio

Kelly Sartorio

lindos

2024-03-24

0

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