* Kaique narrando *
Eu estava super feliz e apaixonado pela Geovana, estávamos morando juntos fazia 3 anos e íamos nos casar em breve, morávamos em uma casa que ficava nos fundos da casa da minha mãe Deise, era uma casa simples, tinha uma sala cozinha banheiro e um quarto, na casa da minha mãe morava ela meu pai Heitor e o meu irmão mais novo Pablo, eu saia cedo para trabalhar e só voltava as 18 horas.
Depois depois de um tempo comecei a achar estranho quando eu chegava do serviço minha mulher estava sempre cansada e não me dava atenção, então decidi um dia ir almoçar em casa, ao entrar pela porta ouvi algumas risadas vindo da cozinha, fui me aproximando e vi a Geovana e o meu irmão.
Geavana — Que susto Kaique! — Ela deu um pulo ao me ver na porta.
Kaique — Por quê esse espanto todo? — Me aproximei dela e dei um celinho.
Geovana — Por quê não me avisou que ia vir almoçar em casa?
Kaique — Queria fazer surpresa. — Falei olhando as panelas. — Você vai almoçar aqui Pablo?
Geovana — Sim eu convidei ele. — Meu irmão não diz uma palavra.
Assim que terminou de almoçar meu irmão foi para casa, eu voltei para o meu serviço, na volta fui conversar com a minha mãe.
Kaique — Mãe o Pablo vai em casa com frequência?
Deise — Sim filho, ele a Geovana se dão tão bem.
Kaique — E o que ele vai fazer lá em casa?
Regina — Há filho acho que ele ajuda ela no serviço.
Kaique — Ajudar a senhora aqui em casa ele não ajuda né, pode falar pra ele parar de ficar indo em casa.
Deise — Filho não me diga que você ta com ciúmes do seu irmão?
Kaique — Nada ver ele ficar indo em casa todo os dias.
Deise — Eu vou conversar com ele.
Encerramos aquela conversa, confesso que estava desconfiado desse companheirismo todo da Geovana com o meu irmão Pablo. O Pablo tinha 18 anos e a Geovana 19 anos, meu irmão sempre foi o filho protegido dos meus pais, tenho quase certeza que minha a mãe não ia falar com ele coisa nenhuma.
Faltando um mês para o casamento acontecer, cansado das brigas e da indiferença da parte da Geovana, pedi para sair mais cedo do serviço, entrei em casa e tava um silêncio, procurei a Geovana pela casa e não encontrei, então decidi procurar ela na casa da minha mãe, no caminho passei por um banheiro que tinha ali fora separado da casa, esse banheiro ninguém costumava usar, ouço sussurros e alguns suspiros, eu me aproximo e paro na porta, e escuto a voz do meu irmão e da Geovana.
Pablo — Não se casa com ele por favor? — Ouço um estralo que parece ser de beijo.
Geovana — Não me pede isso por favor.
Pablo — Você ta grávida de mim Geovana esse filho é meu. — Nesse momento sinto o ódio me consumir.
Geovana — Fala baixo. — Nessa hora eu derrubo a porta, os dois me olham assustados.
Kaique — Seus desgraçados! — Eu grito cheio de ódio.
Geovana — Calma Kaique pelo amor de Deus.
Kaique — Sua vagabunda você tá me traindo com o meu irmão. — Puxei o meu irmão para fora do banheiro e acertei um soco no seu olho direito.
Geovana — Calma Kaique! — Ela tenta me tirar de cima dele e leva um empurrão que a faz cair.
Com a gritaria a minha mãe chega para ver o que estava acontecendo.
Deise — O que tá acontecendo aqui?
Kaique — Esses dois aí estavam me traindo pelas costas. — Apontei para os dois que permanecerão calados.
Deise — Como assim Pablo que história é essa? — Ele permanece calado.
Kaique — Ela tá grávida dele mãe.
Deise — Como é que é?
Kaique — Eu ouvi tudo. — Saio dali bufando de ódio daqueles dois traíras.
No dia seguinte fui buscar as minhas coisas, eu tinha dormido na casa de um amigo. Depois de três dias fiquei sabendo que o Pablo e a Geovana estavam morando juntos na mesma casa que eu e ela morávamos, traíras do caralho, o pior era ver os meus pais apoiando os dois, eles estavam super felizes com a chegada do neto, eu estava sofrendo muito, eu gostava bastante da Geovana.
Depois de alguns meses eu ainda estava na pior, e me sentia ainda pior quando via a felicidade deles pelas redes sociais. Até que numa noite eu decidi sair com os meus amigos para tentar me distrair, como estava tudo muito chato com eles me empurrando qualquer mulher, aproveitei a distração deles e saí, andei alguns quarteirões e avistei uma boate enorme, entrei e segui para o balcão, depois pedi uma bebida, umas mulheres se aproximaram de mim me fazendo entender que ali era diferente do que eu pensava, mas eu não estava ali atrás de foda só queria apenas beber em paz, dispensei elas, outra se aproximou, ela me chamou bastante atenção, era uma loira alta linda demais, tentei resistir mas não deu, ela conseguiu me deixar exitado, seu nome era Sther, acabei ficando com ela e não foi nada ruim, fui embora e continuei com ela na cabeça.
Já faziam 4 semanas que eu tinha conhecido a Sther, tentei voltar duas vezes para vê-la novamente, mas a Sara falou que ela estava com um cliente fora da boate, e que não iria voltar tão cedo, então fui para casa.
São três da madrugada estou voltando de uma balada com os meus amigos, deixei cada um deles em casa pois fui o único que não bebeu, depois sego para minha casa, estava chovendo fraco, no caminho vejo uma mulher na rua, ela usava um vestido longo estava andando com dificuldade, acho que era devido ao salto alto que ela estava usando, me aproximei um pouco e a reconheci.
Kaique — Oi? Sther. — Ela olha para dentro do carro meio desconfiada.
Sther — Oi Kaique. — Paro do seu lado.
Kaique — Entra no carro que te dou uma carona? — Ela deu um sorriso.
Sther — Você me faz esse favor?
Kaique — Não custa nada. — Ela entrou no carro, estava um pouco molhada da chuva fraca.
Perguntei onde ela morava, e acelerei o carro, quando chegamos na sua casa ela me agradeceu.
Sther — Muito obrigada viu, se não fosse você eu não sei que horas eu ia chegar em casa hoje.
Kaique — De nada. — Dou um sorriso.
Ela se aproxima de mim e me da um beijo no rosto.
Sther — Então tchau, e mais uma vez obrigado, você me salvou.
Sther saí do meu carro sorrindo, fico olhando ela entrar depois vou para minha casa.
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Atualizado até capítulo 40
Comments
SCEU MATO GROSSO
Rápidos eles em 🤔
2023-12-05
1
Solange Coutinho
A pera lá se eu fosse o Kaique na casa que eu morava com a 🐍 hipocrita da Geovana ela e o miserável que se diz"irmão"nao morariam ali não que pouca vergonha deles e dos pais cambada de hipócritas escrotos miseráveis crápulas fiquei com dó do Kaique
2023-09-30
1
Antonia Saldania
a dorei a história que pena que acabou que mais
2022-01-20
6