Antonella estava completando seus sete meses, e nessas duas semanas tenho sentido sintomas do qual quero acreditar que não seja o óbvio.
- Está melhor?-, Anna pergunta por insistir a me levar para o hospital pois meus enjoos continuam recentes.
- Sim -, respondo bocejando durmo a noite e toda e parte do dia quando Antonella está dormindo.
- Mamãe doete ?-, a pequena me abraça e se falasse do que suspeito ela me daria um tapa...bricandeiras a parte claro.
- Não meu amor, estou bem -, digo entregando a pequena para Anna que se senta ao meu lado no sofá,em segundos tudo ao meu redor começava a escurecer e quando dou por mim caio sobre o sofá.
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Acordo olhando ao redor e pisco algumas veses sem entender do por que eu estar em uma cama de hospital.
- Você acordou...que bom..quase tive um infarto quando você desmaiou-, Anna diz se aproximando com Antonella em seus braços.
- Desmaiei?-, digo um tanto confusa, a maior senta a pequena ao meu lado.
- Sim..do nada você desmaiou de imediato chamei uma das funcionárias que veio comigo,não foi difícil conseguir que te atendessem -, ela explica e estendo a mão e ela segura - Fiquei mostrando os temas da festa pra Antonella enquanto você dormia-, ela informa e tira o celular do bolso me entregando, a pequena se deita ao meu lado apoiando a cabeça sobre meu braço.
Alguns minutos depois a doutora apareceu já com prancheta em mãos.
- Está melhor ?-, ela pergunta e assinto me sentando e a pequena faz o mesmo.
- Sim-, respondo entregando o celular para a maior que recebe- oque eu tenho?-, retruco olhando o sorriso da doutora aumentar.
- Foi só uma queda de pressão você e o bebê estão bem-, ela responde me deixando em choque, grávida eu estou simplesmente grávida de Anna ou não que confuso.
- Bebê? a doutora quer dizer que... -,Anna parecia tão em choque quanto eu, também bem difícil acreditar que nossa brincadeirinha de duas semanas atrás tinha dado resultado.
- Sim... sua namorada está grávida-, a doutora afirma e só tenho a visão de Anna caindo sobre chão já inconsciente, talvez tenha sido um choque maior pra ela- A senhora...ai meu Deus -, a doutora se ajoelha ao lado de Anna já tentando ver se tem pulso,tento me manter tranquila pela pequena que não compreendia oque estava acontecendo.
- É só esperar ela acorda-, digo simples tendo de volta a atenção da doutora que a levanta com um pouco de dificuldade e logo a leva para o sofá a deitando, precisava saber mais sobre aquilo ou melhor dizendo como estou grávida de minha namorada que no caso é mulher.
- Ela vai ficar bem foi só o choque-,ela informa seguindo até mim, a pequena sobe no meu colo e logo se senta por cima de minhas pernas, tiro meu anel a entregando para que brinque-sua grávidez me intrigou muito ,até por que quando perguntei para sua namorada se você tinha algum parceiro a duas semanas atrás ela simplesmente disse que vocês estão juntas a alguns meses -, a doutora parecia tão confusa sobre um certo ponto e eu sobre outro.
- Ela é única com quem eu tr4n....digo faço amor-, reformulo a frase até por que Antonella não é do tipo que perde o interesse ainda mais se for uma conversa.
- É provável que ela tenha te engravidado mais pra isso o sêm3n dela tem que entrar dentro de sua....você sabe então isso foi possível?-,sua pergunta sinceramente não era tão impactante quanto a parte que eu estou grávida da minha namorada,cubro os ouvidos da pequena antes de falar.
- Ela g0zou mais só entrou um pouco acho que quando ela penetrou os d3dos foi fundo-, digo parte da minha opinião por que aquilo estava mais confuso do que imagino, descubro os ouvidos da pequena e olho a maior se sentar já acordado.
- Então tenho que fazer alguns exames em sua namorada pra sabermos se realmente essa proeza foi possível por que se foi vai ser um marco pra ciência-, a doutora segue saindo do quarto,Anna me abraça de súbito beijando meu rosto, a olho sem conseguir conter de retribui ao seu abraço quando ela sorrir tão lindamente.
- Um bebê amor você vai ter um bebê e eu sou pai...digo a mãe-, ela afirma me beijando e retribuo não poderia ter melhor felicidade do que saber que minha amada não duvide de minha dignidade sem me fazer perguntas do tipo que o bebê não seja dela.
- Eu vou te uma Imãzinha ?-, Antonella pergunta nos olhando e assinto se fosse para contar a verdade que fosse agora.
- Sim..meu amor além de você agora vamos ter duas preciosidades em nossa vida-, Anna diz toda animada se já é assim com Antonella quem dirá com o bebê a caminho.
- Eu vo pode bincar -, a pequena diz depositando a mãozinha sobre minha barriga.
- Sim meu amor mas vai demorar um pouquinho pra você poder brincar com ele ou ela -, digo pegando meu anel de volta e a pequena aponta para meu colar tiro a entregando.
- A doutora quer fazer os exames em sua namorada agora-, a enfermeira informa e entrego a pequena para Anna ,desço da cama seguindo para fora do quarto, seguimos a enfermeira até uma sala que no caso é de um ginecologista claro que Anna odeia.
- Vai lá amor vai ser rápido-, incentivo e ela um pouco temerosa segue a enfermeira, uma cadeira de atendimento com equipamentos em volta se encontrava no meio da sala,sigo até o sofá me sentado e sento a pequena em meu colo,ela se distraia fácil mas é esperta.
- Desce que desche -, ela diz se empurrando pra descer do meu colo ,a desço no chão a fazendo ficar em pé felizmente aprender a andar foi algo tão rápido quanto aprender a falar, ela caminha uns passinhos e volta a se escorar no sofá pra se equilibra.
- Bom dia-, um belo médico entra sala sinto até um pouco de ciúme.
- Bom dia-, retruco o olhando seguir a até a cadeira de atendimento e puxa outra se sentando de frente.
- Pronto doutor -, a enfermeira informa e vejo Anna só de jaleco de hospital ,tenta seguir mais para seu medo é visível.
- Não se preocupa só vou recolher um poucos de seu sêm3n vai doer só um pouquinho-, ele afirma estendendo a mão e Anna aceita seguindo e se senta na cadeira em seguida se deita- abre as pernas por favor-, o ginecologista pede e Anna nega nem era medo e sim pavor.
- Amor por favor vai ser rápido -, digo a tranquilizando ela respira fundo assentindo ,o ginecologista pega algo como uma injeção e tira a agulha colocando uma pequena maguerinha bem fina na ponta.
- Vai sentir algo ir fundo vai ser o mesmo que sentir como d3dos -, o homem não poderia deixar a maior mais temerosa do que já estava,Anna firma as mãos na cadeira se reprimido de gritar parecia doer e muito ,com alguns segundos o procedimento é feito e o ginecologista tira aquela coisa de dentro da maior - deveria te sedar mas não acho que fosse querer passar horas dormindo-, o homem afirma realmente Anna não tem muita paciência, olho para Antonella que nem tinha prestado atenção em nada para minha sorte.
- Doeu?-, que pergunta idiota adimito era óbvio que tinha sido doloroso, ela apenas ignora descendo da cadeira e segue a enfermeira em seguida volta já vestida.
O ginecologista analisou o sêm3n de Anna por longos minutos por sorte no distraimos cuidado de Antonella que andava de um lado para o outro na sala.
- Bom a análise foi algo rápido-, o homem diz já puxando a cadeira e se sentando de frente para nós - Anna tem tanto sêm3n feminino quanto o masculino, não tem explicação ou não é simplesmente uma mutação, é só que é assim talvez por isso a provável dificuldade para engravidar e quando engravida é de risco, Anna tem os espermatozoides mais dominantes que o sêm3n feminino, é como se seu sistema reprodutor tivesse a opção se reproduzir em si mesmo ou fazer reprodução outra pessoa,é como se de qualquer forma você tendo relação s3xual com um homem você fique grávida assim como pode engravidar outra mulher-, a explicação era fácil de enteder é como sobreviver dando vida ao futuro descentes sem necessitar de um homem pra isso,com um mundo com muitas mulheres e poucos homens não era uma surpresa tal descoberta.
- Então quer dizer que eu sou estranha -, Anna diz se levatando parecia um tanto abalada pego a pequena no colo me aproximando dela.
- Não amor,você não é estranha só especial -, digo puxando a maior pra perto e ela deita a cabeça em meu ombro- vamos ter um bebê nosso,você fez questão de colocar ele ou ela em minha barriga nossa família agora só vai aumentar-, digo tentando impedir que ela tenha maus pensamentos sobre aquilo, não era algo estranho só uma boa novidade.
- Sim...sua grávidez temos nos preocupar com o futuro bebê-, ela diz já exibindo um belo sorriso e me beija, a pequena abraça nos duas e voltamos para nos sentar.
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Impedi Anna de comprar roupas para o bebê antes mesmo de completar um mês,recebi todas as orientações necessárias para seguir com a grávidez claro que a maior anotou tudo no celular, Antonella ficou com ciúme no começo mas logo se acostumou já que ainda teríamos muito tempo para cuidar e brincar com ela.
- Com cuidado amor-, a maior diz matendo a mão em minha cintura, estava muito mais cuidadosa se tornava muito fofa, olho para a pequena que sobe as mãozinhas para meu rosto também estava da mesma forma que Anna.
- Só estou grávida a duas semanas não precisa disso tudo -, digo referente a todo cuidado da maior.
- Ok... não te ajudo -, Anna usa seu drama sabia como isso me afetava.
- Amor -, chamo e ela me ignora subindo as escadas,a pequena me olha como se me culpasse- não me olhe assim ela que está exagerando-, afirmo olhando a pequena cruzar os braçinhos.
- Mamãe ticia foi mal tom Mamãe-, Antonella diz realmente estava certa preciso dos cuidados da maior e seu exagero é seu jeitinho de mostrar que minha gravidez é importante.
- Ok...vou conversar com ela -, digo tendo o belo sorriso da pequena como resposta.
Dei um banho em Antonella e vesti um macacãozinho preto e meias da mesma cor e um lancinho branco para dar destaque, quando desço para almoçar vejo a maior analisando alguns papéis.
- Mamãe-, a bebê chama e vejo o olhar de Anna seguir diretamente para nossa filha.
- Oi meu amor vem com a mamãe-, Anna diz e desço a pequena no chão que logo corre para a maior.
- Vamos comer-, sugiro para Anna que apenas me ignora sei que fui um tanto grossa mas quero a sua companhia.
- Pode ir estou sem fome -, ela afirma sentando a pequena ao seu lado, apenas assinto seguindo para a sala de Jantar.
- Mamãe tá tabalhando ?-, ouço a pequena perguntar entro na sala de Jantar e me sento do lado esquerdo tendo a visão das duas.
- Sim..aqui pode rabiscar-, Anna entrega papel e lápis pra pequena que recebe subindo sobre a mesinha de centro e se senta.
Comi olhando as duas conversar animadamente queria estar no meio daquela conversa,volto me sentado no sofá de frente para as duas.
-Amor -, chamo novamente queria me desculpar mas é os hormônios da gravidez digo coisas pelo momento.
- Oque você desenhou meu amor?-,Anna pergunta pra pequena que lhe entrega a folha realmente estava magoada comigo.
- Imãzinha -, Antonella responde e me levanto seguindo para o outro sofá e me sento ao lado da maior,olho o desenho mesmo que um pouco sem sentido da pequena.
- Linda meu amor -, digo pegando a folha da mão de Anna que logo se levanta,seguro sua a mão a fazendo parar - até quando vai me ignorar?-, pergunto e ela se vira se soltando.
- Você mesmo disse que não precisa de ajuda -,a puxo a fazendo sentar e subo me sentando em seu colo.
- Você é muito egoísta,eu estou grávida falei aquilo sem pensar-, afirmo tentando resolver tudo.
- Eu acreditei quando a médica disse que você que está esperando um bebê e que eu fui responsável por te engravidar, mas a duas semanas atrás você achou que eu estava te traido e quando fui resolver algo com Carol você fez questão de afirmar que provavelmente eu tinha ficado com ela,acha que eu sou egoísta por te ignorar se nunca duvidei de você-, suas palavras realmente me machucaram era como se eu não confiasse nela mas confio.
- Eu...me-, começo e ela me interrompe.
- Desculpa,acha que é assim que tudo se resolve não é, por enquanto é pelos hormônios da grávidez e quando você quiser terminar por que seu ciúme falou mais alto -, ela diz me deixando triste sinceramente não quero que ela fique em dúvida do quanto eu a amo.
- Realmente me desculpa, juro que não vai mais acontecer-, afirmo com os olhos lacrimejando queria chorar minha sensibilidade pedia por isso.
- Não tenho oque desculpar não estou brava, só quero que você passe um tempo sozinha ou com Antonella para pensar sobre tudo -, o tudo que ela queria afirma é se eu realmente a amo ou é só por que é um desafio que tive total vitória.... e não é a droga de um desafio a amo de verdade...
- Amor não faz assim -, peço enquanto ela se levanta e segue subindo as escadas, olho para a pequena que logo estende as mãozinhas, a pego a sentando sobre o sofá e deito a cabeça sobre seu colo logo sinto as mãozinhas da pequena sobre meus cabelos..
♤♤ Mais um capítulo espero que gostem...ate 🙂👋👋❤♤♤
🙂 Antes que me perguntem ou achem estranho, a grávides de Letícia é algo que pensei antes de escrever...então usei tipo o sentido de Alfa macho e ômega macho...quando os homens podem engravidar...
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Atualizado até capítulo 49
Comments
Karolayne Santos
estou amando a história, e o rumo que está seguindo, só estou achando a Letícia chata e indecisa.
Autora está de parabéns, já ansiosa por mais obras.
2023-02-08
1
Såd_ Grıł_Đemøn
a não mn, kkkkkkk, muito bom kkkkkkk
2023-02-05
0
Khyara Moreira
kkkkk q isso
2023-01-19
0