Bêbada

Francis 

Acho que estou escutando coisas, não, isso não pode ser possível, ou seria? Não, não ela não deve, ou deve? Isso e particular eu não devia estar com os ouvidos grudado na parede ouvindo ela gemer seja lá qual seja o motivo dos gemidos, eu sou idiota ou só to me fingindo? É óbvio que eu sei o motivo dos gemidos, ela não deve ter notado o quão finas são essas paredes posso ouvir os sons doces de seus gemidos, engulo saliva posso sentir o suor escorrendo na minha testa o meu pênis ficando apertado dentro das calças, latejando eu não posso aguentar isso, não me orgulho do que vou fazer mas preciso fazer, ponho o pau para fora das calças, eu preciso me aliviar assim que ponho a mão já sinto que posso explodir, o sangue pulsando minha respiração acelerada desço e subo movimentando bem rápido tentando não fazer barulho me focando apenas nos gemidos dela até que ela goza e o que me deixa atordoado escutou o meu nome saindo de seus lábios isso é difícil para de aguentar, foi o estopim para que me gozo saísse eu quase gritei o seu nome mas consegui me segurar. O quarto dela ficou silencioso então ela deve ter ido dormir, coisa que eu devia tá fazendo, mas ainda estou impactado. 

-Eu devo ter escutado errado, isso não deve tá certo. 

Minha cabeça estava fritando em pensamentos, acho que fiquei impressionado com a garota que acabei perdendo o juízo e devo tá criando coisas na minha cabeça, sim é isso mesmo, eu preciso segurar essa onda. Na manhã seguinte, para evitar constrangimento de ambas as partes, eu resolvo agir indiferente, isso devia ser fácil para mim, eu sou um empresário de 41 anos bem vivido, anos de experiência lido diariamente com diversas pessoas então não vai ser uma ovelhinha que me fará perder o controle. 

-Bom dia! 

Eu evito olhar para ela, fixo apenas no meu jornal que parece tá em outro idioma, eu não consigo ler nada. 

-Bom dia! 

Minha voz soa um pouco mais rígida do que eu gostaria, ela se senta a expressão no seu rosto era calma um pouco curiosa, de canto de olho eu a observo linda, perfeita mas o que estava me matando era o seu cheiro que dominou todos o ambiente doce e sexy capaz de derrubar qualquer homem, que droga eu posso vacilar a qualquer momento ainda bem que a minha irmã chegou e salvou a amiga novamente. Era torturante ficar ali sentado ao lado dela eu queria tocar no seu cabelo, beijar os seus lábios acariciar a sua pele quero fazer ela soltar os gemidos de ontem a noite, quero meter o meu pau na boca dela enquanto a observo de joelhos com os olhos cheios de lágrimas, eu estaria no controle eu queria ver essa ovelhinha assustada, QUE DROGA! Eu preciso urgentemente sair daqui o meu pau ta ficando duro, dou a desculpa que vou passar o dia no escritório ela parecia decepcionada quando disse isso, queria perguntar o porquê disso expressão. Fui para o escritório tentei me concentrar em outras coisas, mas estava impossível,e então olho pela janela, elas estão nos estábulos para melhor a minha visão pego um binóculos na gaveta. 

-Eu só vou olhar o cavalo, isso não é estranho e apenas um cara observando os cavalos. 

assim que essas palavras saem da minha boca eu vejo o quão ridículo eu estou soando, quem eu queria enganar? É óbvio que eu estava observando ela, observando o quão majestosa ela parecia brincando, cavalgando de um lado para o outro nessa cavalo idiota, não acredito que estou com inveja de um cavalo, como eu sou patético, mas patético ainda e eu me escondendo quando ela se virou em direção ao escritório, aqueles olhos selvagens pareciam me seguir para onde quer que eu vá sempre me observando ela deve ta assutada com medo, quem não sentiria medo se um cara com o dobro da sua idade ficasse te monitorando igual um pervertido, me sento na cadeira frustado mas acha que isso foi suficiente para me fazer parar? Óbvio que não, mas quando eu voltei para a janela elas não estavam mais lá eu a perdi de vista então meu coração ficou apertado. 

-Foi melhor assim, é melhor eu tentar trabalhar um pouco. 

volto toda a minha atenção a umas papeladas mas toda hora eu era interrompido com os pensamentos infundados, eu pensava no que ela devia ta fazendo, o que ela estava pensando se ela está feliz se ela me notou pelo menos uma vez, então eu escutou uma batida na porta quando abro tenho uma surpresa, era ela tão inocente trazendo sanduíches, ela estava ali sem perceber o perigo que estava correndo sozinhos em um ambiente apertado seria fácil trancar essa porta, eu a pegaria nos braços e a colocaria sobre a minha mesa em segundos as suas calças estariam no chão e a minha boca estaria na sua buceta ela nem teria tempo de reagir. Fofa ela queria negociar pegar meu carro emprestado a forma que estou obcecado por ela eu daria até a minha vida se ela pedisse eu a deixaria por uma coleira no meu pescoço e me arrastar por toda as partes quero enfatizar o deixaria porque estou falando literalmente eu morreria por um beijo dessa mulher. Para falar a verdade eu não queria emprestar o carro, não pelo carro e sim por não querer que outras pessoas a vissem, não quero que o mundo tenha acesso a ela, não quero outras pessoas respirando a ar que ela respira não quero que as outras pessoas cheguem perto dela, mas eu não posso falar isso então acabei deixando. 

Passei o resto do dia agoniado esperando elas voltarem, ela disse que não demoraria, já passava das uma da manhã, e nada delas aparecerem e mil possibilidades passaram na minha cabeça o pneu furou? A gasolina acabou no meio da estrada? Ou pior, ela sofreu um acidente? 

-Eu não posso aguentar mais, vou atrás dela. 

-Senhor tem um carro chegando. Não, na verdade são dois carros.

O mordomo estava certo, era elas meu coração ficou aliviado mas isso durou pouco de quem era o outro carro, parecia que alguém veio dirigindo para elas olho pela janelas um senhor sai do banco do motorista do meu carro enquanto as meninas saem do outro carro, dois rapazes eles parecem bem animados. 

-Eles parecem bêbados 

-Sim senhor, pelo que eu vejo elas estavam se divertindo. 

-Você pode se retirar. 

observo um pouco mais, eu não to gostando disso eles parecem íntimos, será que? Não, não isso não, eu mato esse filha da puta se tocou em um fio de cabelo dela, onde tá minha arma? Droga eu preciso me acalmar não posso ter uma crise de ciúmes. Para a minha sorte ele só dá um beijo em sua bochecha, o senhor entra no carro dos garotos e vão embora, as meninas se despedem e vem caminhando em direção a casa, ambas tropeçam nos próprios pés, Camila ainda tem um copo na mão as duas sorriem igual duas idiotas, eu me posiciono de braços cruzados bem de frente a porta pronto para dá o maior sermão da vida delas. 

-Irmaoooooo, a a a noite… tudo de bom né amigaaaa, você foi incrível 

-Não, não voceeee foi incrível 

-E aquela hora que você subiu no balcão? Ganhamos bebidas grátis 

balcão? Bebidas grátis? Tento canalizar toda a minha raiva e não fazer um escândalo

-Irmão você precisava ver

-Vocês duas sabem que horas são? 

As duas se olham e começam a sorrir 

-HORA DE CONTINUAR A FESTA (as duas gritaram juntas) 

-Não, nem pensar e hora de vocês irem para cama. 

Ana corre para  ligar a música enquanto a Camila assalta o armário de bebidas. 

-Desencana irmão estamos de FOLGA DA FACULDADE 

-ISSO MESMO DESENCANA GATÃO 

porque elas estão gritando? As coisas saíram do controle, as duas começaram a beber e dançar pela sala, eu já havia perdido o controle da situação na verdade eu nem estava bravo, mas eu já fui um universitário e aproveitei bastante então não posso corta a onda delas, elas são jovens, pelo menos elas estão em casa. Para que nada de ruim aconteça eu fiquei ali por horas esperando elas se cansarem até que finalmente as três da manhã elas começam adormecer no sofá como irmão e anfitrião eu estou encarregado de levar elas para o quarto, levo primeiro a Camila e a joga em sua cama. 

-Espero que fique com uma baita dor de cabeça amanhã. 

Saio e vou até a sala onde a Ana devia tá, mas a garota desapareceu. 

-Ana? 

… 

olho em volta e não a vejo, mas então escutou um barulho na direção da piscina e lá estava ela retirando as roupas para entrar na piscina eu corro até ela e a cubro com uma toalha. 

-O que você está fazendo? 

-Quero mergulhar.

-Há essa hora? 

-Essa é a hora boa

-E porque tá arrancando as roupas? 

-Horas eu não posso nadar de roupa

-e se alguém te ver? 

-Só estamos nós dois aqui

-É melhor eu te levar para cama. 

-Pruf.. 

ela solta uma gargalhada 

-O que é tão engraçado? 

Você não entenderia, sabe por quê 

-Porque? 

-Porque você é careta

-Eu não sou careta 

-Então me deixa dar um mergulho

-Ok, um mergulho, mas você não pode tirar as roupas

-Ta bom. 

ela agora estar devidamente vestida, na beira da piscina eu me certifico que ninguém esteja a vendo. 

-Eu vou ficar te olhando daqui. 

-Mergulha comigo

-Nunca

-E mesmo? Nunca? 

-Ela parece estar se preparando para pular

-Essa piscina parece bem fundo e eu não sei nadar. 

-Espera o quê? 

então ela pula, eu corro até a beirada da piscina. 

-Você tá brincando né? 

ela não subia para superfície então pulei na piscina e a peguei, ela tossia e sorria ao mesmo tempo. 

-Você tá louca como você pode pular em uma piscina se você não sabe nadar? 

-Bobão eu sei nada, eu só queria que você entrasse junto comigo. 

eu a solto e joguei um pouco de água na sua cara. 

-Pirralha malcriada

-Vai fazer o que? 

-Te levar para a cama.

-Pruf.. de novo você me tentando. 

-Que? 

Ela não estava falando coisas com coisa, então eu a tiro da água tentando secar ela um pouco e   então a pego nos braços e a levo para o seu quarto. 

-Pronto agora você tá segura no seu quarto

-Você já vai?

-Sim 

-Você pode me ajudar? Não posso dormir com essa roupa toda molhada

ela estava bêbada nem devia tá pensando no que estava falando

-Não posso, isso não é certo

-E se eu ficar presa na roupa ou escorregar e bater a cabeça?

eu não devia, mas acabei cedendo, retirei a sua blusa, desabotoei as calças e ajudei a tirar ela estava de calcinhas e sutiã era torturante 

-Eu vou pegar uma toalha para você. 

Quando eu estava me levantando ela se jogou nos meus braços eu não tive reação quando então os lábios dela tocaram o meu ela era menor que eu, eu podia ter retirado ela de cima de mim, mas o que fiz? Passei a mão na cintura dela e a puxei para o meu peito enquanto a minha língua entrava na boca dela. 

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