...Francis ...
Eu sempre fui um cara objetivo, certeiro e centrado foi assim que dominei o ramo de ações não vou mentir a influência do meu pai ajudou muito o dinheiro o poder o controle sempre me atraiu desde de pequeno, quando garoto eu negociava meus brinquedos com os meus colegas e “investia” minha mãe via isso como uma brincadeira mas ao contrário do meu pai ele notava as minhas ambições então investiu em mim, sou o seu troféu alguém de quem ele se gaba e se orgulha e uma relação estranha entre pai e filho mas na nossa família isso é normal já que somos a exceção. Somos uma família peculiar minha mãe tinha uma veia artística talvez seja daí que minha irmã mais nova puxou ela quer ser modelo, para o meu pai isso é uma vergonha mas ele deixa ela seguir ele pega “leve” com ela já que ela cresceu sem a influência de uma mãe, mamãe morreu no parto já foi uma gravidez fora do comum ao levar encontra a sua idade avançada então no parto ela teve pré eclâmpsia e morreu, meu pai renegou a minha irmã achava que a culpa era dela mas foi ele que não usou proteção foi escolha deles ter um bebê e com o tempo ele entendeu isso, mas o amor que meu pai tinha pela minha mãe não era tão especial assim, ele nunca estava presente em casa, não comemorava datas especiais por ter que trabalhar não que ele precisasse ganhar mais dinheiro já éramos ricos suficientes mas foi escolhas eu por outro lado senti bastante a morte dela mas sofri a minha maneira e segui a minha vida, meu relacionamento com a minha irmã e tranquila eu não me meto na vida dela ela não se mete na minha nem tem porque já que ela e uma criança de 25 anos e eu já estou nos meus 41 anos eu a observo de longe e se ela precisar de ajuda eu ajudarei e para isso que família serve e eu já sei suficiente sobre ela, ela e inconsequente quer ser modelo e toda vez que temos um jantar em família ela não para de falar da sua melhor amiga bom pelo menos ela tema migas dessa vez ao contrário da outra faculdade onde as coisas não foram tão agradáveis assim ela também e uma pentelha as vezes me perguntando se eu não vou casar e ter meus próprios filhos, bom eu não penso em me casa com alguém tão cedo não vejo o amor como algo essencial posso viver a minha vida inteira sem isso, nunca me apaixonei nunca me senti a vontade em entregar meu coração para alguém mas talvez eu me case por conveniência meu pai me apresentou uma garota filha de um amigo dono de banco ela tem trinta e poucos advogada relógio biológico batendo ela e seria não fica encima de mim não me perturbava tivemos uns encontros fizemos sexo algumas vezes mas não temos nada sério, ela já tentou falar de cimento comigo algumas vezes mas eu não sei se quero isso de verdade, mas ela é uma escolha segura.
Eu não chegaria hoje no rancho mas de última hora eu peguei um voo doméstico e vim para o rancho, já era tarde da noite acho que ninguém me viu chegar, minha irmã e a amiguinha já devem tá dormindo não e hora de criança tá acordada, deixou as minhas malas no carro e saio para pegar uma água na cozinha e quando eu chego dou de cara com uma silhueta estranha um pijama azul de bichinho com capuz eu não conseguia identificar quem era.
- Olá!
Aquela coisa estranha começou a dançar ela deve ta de fone de ouvidos, ela dançava de um lado para o outro enquanto o cheiro de pipoca se espalhava pelo, o lugar e por alguma razão eu não ousava sair do lugar eu nem conseguia me mexer como se algo prendesse os meus pés ao chão era cativante e de alguma forma encantadora e então ela se toca que eu estou aqui e toda desastrada derruba as coisas no chão, era a amiga da minha irmã, a toca do pijama caiu para trás mostrando os lindos cabelos pretos, rosto pequeno lábios carnudos pele levemente bronzeada nariz perfeito olhos de um mel vibrante, por uma fração de segundos eu me perdi no seu olhar.
Fascinante, inebriante ela falava toda atrapalhada eu não consegui pensar em como aquilo era fofo e talvez isso me fez baixar a guarda e fiquei vulnerável mas só percebi isso quando me aproximei, próximo suficiente para sentir o seu cheiro um odor que me deixou embriagado, minha garganta secou e eu senti uma coisa no estômago como se tivesse levado um soco na barriga meu corpo vibrava eu nunca havia sentido isso, era novo excitante eu poderia ter cometido um grande erro se a minha irmã não tivesse aparecido bancando a super heroína eu nem sei o que eu poderia ter feito, estou mentindo eu sei exatamente o que eu teria feito teria me perdido em seus lábios e o meu pau latejando dentro das minhas calças confirma exatamente o que eu quero, mas um banho de água fria me fez voltar ao normal, o que eu estava pensando? Ela é melhor amiga da minha irmã além de ser uma criança ainda, pelo que eu sei, ela é dois anos mais nova que Camila, como eu posso me comportar como um animal? Levado pelos desejos eu poderia ter assustado a garota talvez ela notou essa minha malícia por isso está paralisada olhando fixamente para mim mesmo sabendo de tudo isso porque então meu coração não para quieto? Por que esse aperto no peito? Eu preciso me manter longe dessa garota.
- O que você fez com a minha amiga?
Camila corre para a amiga como se ela estivesse em perigo, bem ela realmente estava.
- Eu não fiz nada.
Então porque ela tá assim? Anabela?
ela sacode um pouco e finalmente ela volta ao seu normal
- Anabela você tá bem?
- Eu só queria uma pipoca e acabei fazendo uma bagunça me desculpa.
- A culpa não é sua, e sim desse velhote. O que ta fazendo aqui achei que só viria amanhã com o outro velhote
- A casa e minha também eu posso vir a hora que eu quiser.
No meio dessa barriguinha boba com a minha irmã a garota interrompeu estendendo a mão.
- É um prazer te conhecer, meu nome é Anabela mas pode me chamar de Ana ou bela tanto faz.
A garota que antes parecia estar em outro mundo agora dava um largo sorriso em minha direção, eu estendi a minha mão e elas se tocaram eu podia sentir choques por todo o meu corpo a mão dela era macia e delicada, ela toda pequeninha com um pijama fofo igual um cordeirinho ao lado de um homem de 1,90 robusto que estava mais para um lobo-mau, um lobo que precisava se controlar ou devoraria esse pequeno cordeirinho.
- Prazer em te conhecer Ana, eu sou o Francis irmão mais velho da Camila
Eu não queria soltar a mão dela, mas eu precisava porém minha irmã foi mais rápida e puxou a amiga.
- Vamos amiga, eu te ajudo a fazer outra pipoca e quanto a você Francis caí fora.
- Acho melhor desistirem da pipoca e irem dormir já passou da hora de criança tá na cama.
Eu preciso estabelecer um limite e acho que devo conseguir.
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Atualizado até capítulo 32
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