Quando as amigas saem para ir ao povoado com a avó, Katy fica pensando no que poderia fazer nesse meio tempo, ela não queria voltar para o quarto assim como sua mãe e suas primas, mas também não queria ficar sozinha, porém até o momento não tinha mais ninguém que ela conhecesse
Ao andar pela propriedade ela ver novamente Kevin na varanda da casa grande, então ela se aproxima do cavalheiro e fala:
Katy: licença – ela fala timidamente
Kevin: Katy, não acompanhou as suas amigas ao povoado?
Katy: ah não, eu não gosto muito de sair para compras – ela fala encabulada
Kevin: parece ser entediante
Katy: para mim é, mas eu queria fazer uma pergunta ao senhor
Kevin: pois pergunte – ele fala sorrindo
Katy: aqui tem biblioteca? Eu queria um livro para ler e assim passar o tempo
Kevin: tem sim, eu a levo até lá – ele fala com simpatia
Katy: obrigada
Ela acompanha Kevin até o interior da casa
Kevin: vou pedir uma criada para ir conosco
Katy: está bem
Como Katy era praticamente uma moça e pelos bons costumes, ela e Kevin não podiam ficarem a sós desacompanhados
Quando Kevin volta com a criada, os três vão até a biblioteca
Kevin: qual tipo de livro você gosta?
Katy: ah eu gosto de todos os tipos de livros, pode se dizer que eu na realidade gosto de ler, não me importa o gênero textual
Kevin: que tal um romance? – ele fala caminhando até a estante de livros
Katy: pode ser
Kevin: você já leu os livros de William Shakespeare?
Katy: não
Kevin: pois deveria ler, vou pegar um livro dele que eu acredito que você vá gostar – ele fala sorrindo cordialmente
Katy: ah obrigada
Kevin: esse, “A megera domada” – ele entrega um livro a Katy
Ao começar ler a sinopse do livro, Katy consta que o livro lhe parecia interessante
Katy: ah conta a história de Catarina e Petrúquio, acredito que Catarina seja a megera?
Kevin: sim, ela tem um casamento arranjado com Petrúquio, porem Catariana não quer se casar e o restante você vai descobrir quando ler o livro – ele fala sorrindo
Katy: vou ler, mas espero que não seja uma indireta – ela fala sorrindo timidamente
Kevin: longe de mim fazer isso – ele fala sorrindo
Katy: ok, mas obrigada pelo livro – ela fala agradecida
Kevin: por nada.
Ao sair da biblioteca Katy vai até a varanda e se senta em um banco e começa a ler
Enquanto ela estava perdida na leitura um cavalheiro se aproxima dela e fala:
Cavalheiro: oi, eu te conheço
Nesse momento Katy olha para o cavalheiro e percebe que se tratava do irmão de Elise, ele estava junto com Kevin e o irmão de Camille quando ela estava na presa encima da arvore
Arthur: desculpe te interromper, mas você é a garota que estava na arvore aquele dia no parque? – ele pergunta sorrindo
Katy: sim, é eu mesma – ela fala envergonhada ajeitando o cabelo atras da orelha
Arthur: eu achei muito interessante saber que garotas podiam subir em arvores
Katy: ah e porque garotas não poderiam saber subir em arvores?
Arthur: porque é estranho, garotas não deveriam ser recatadas e delicadas?
As palavras de Arthur soam como uma ofensa a Katy, e ela trata de responde-lo.
Katy: ah pois somente para o senhor saber eu consigo ser delicada e escalar arvores
Arthur: desculpe eu não quis te ofender – ele fala envergonhado ao ver que Katy tinha ficado brava
Katy: está perdoado – ela fala voltando a atenção para o livro
Arthur: que livro você está lendo?
Katy: um livro que o seu amigo filho do visconde me emprestou, o autor é William Shakespeare
Arthur: ah um grande romancista
Katy: você gosta de romance? – ela pergunta surpresa
Arthur: ah não me julgue, nos homens também gostamos de bons romances – ele fala se sentando em um banco próximo
Katy: você que me julgou primeiro, ao estranhar que eu poderia subir em arvores – ela fala rindo
Arthur: e eu leio romances – ele rir
Katy: tá bom e esse livro você já leu? – ela mostra a capa do livro
Arthur: já sim, no ano passado
Katy: então não me conte o final, estou gostando bastante do livro, e depois quero que você me indique um outro bom romance para eu ler, já que você admira os romances – ela fala sorrindo
Arthur: tem algo que eu preciso admitir, eu não gosto de romances, somente os leio, pois, são exigência na faculdade. – Ele fala envergonhado
Katy: ah entendi, mas eu também tenho algo a confessar – ela fala sorrindo travessa
Arthur: o que?
Katy: eu não sou nada delicada, por isso eu consigo subir em arvores – ela fala rindo
Arthur: para mim isso é bem legal!
Katy: é as vezes subir em arvores pode se tornar algo bem útil – ela fala sorrindo
Arthur: sim, como pegar um chapéu preso em um galho.
Katy: sim!
Os dois riem e continuam a conversarem.
***Faça o download do NovelToon para desfrutar de uma experiência de leitura melhor!***
Atualizado até capítulo 101
Comments
Amanda
😉😉😉
2024-11-13
1
Elô
Continua autora, só não demora pra voltar a 1815😉
2024-11-08
2