Depois de fechar a sala ele solta todo o ar dentro de seus pulmões e senta-se no chão. Agora ele só vai se preocupar em arrumar uma nova mulher, para repetir os mesmos atos.
San fala [...] San _Sinceramente como fui cair em uma visa com essa rotina, nada do que eu faço está bom, nada é suficiente. Não posso ficar muito sem uma companhia em meu porão.
San _ Não sei o que de fato aconteceu com a Anne, era tão doce e delicada, antes ele sempre me presenteava com algo que eu gostava, o tempo em que passamos juntos foi inesquecível é claro.
San_ Mas der repente ela já estava no meu porão, chorando e falando coisas horríveis sobre mim, isso me dói muito. Eu a amava. Mas para o bem dela, eu teria que mata-la, eu não poderia deixá-la viva. O meu amor acabou e a sua vida também.
San _Nunca tinha acontecido isso comigo.
San _Mas tudo bem! Eu iria mata-la de qualquer forma mesmo. Não faz tanta diferença assim.
San se levanta e sai do porão. Vai até seu quarto, pega suas facas que usava para caça a animais e fica a brincar com elas pela sua casa.
Raramente testa suas habilidades com facas e fica as jogando nas almofadas do sofá para ver se as facas vão cortar e entrar nas almofadas.
Capítulo (09)
San fica ali por horas brincando, e acaba danificando suas almofadas, ele não liga, pois tem dinheiro suficiente para comprar quantas almofadas quiser. As empresas de tecnologia que herdou dos seus pais é uma das mais importantes do mundo, por isso a sua preocupação com bens materiais é zero.
Anne morta, San só pensa na sua próxima e nova vítima. Mal sabe ele que sua próxima vítima já está a sua espera. Quem está a sua procura e com interesse em San.
Me recordo da moça que estava sentada a sua frente na cafeteria, ela até foi hoje novamente a cafeteria para ver se o encontrava novamente lá, para poder desenrolar um papo e conhecê-lo melhor.
San hoje infelizmente não pode ir por causa do que aconteceu com Anne. Em fim amanhã esse encontro vai sair por os dois vão buscar a mesma coisa. Já por volta de meio dia. Já cansado e ansioso ao mesmo tempo. San sai para almoçar em um restaurante de sua preferência.
Dirigindo seu carro a caminho do restaurante, San ouve vozes de mulheres, mas não consegue identificar o que essas vozes falam. Já bastante preocupado, San começa a lembrar de todas as coisas estranhas que aconteceram com ele em torno de uma semana e meia.
Ele pensa na moça que viu na cafeteria e Depois sumiu. Pensa na mulher que viu na estrada, também pensa na morte de Anne e pensa nos arrepios que está sentindo e nas vozes que ouve. E chega a conclusão que está ficando louco e precisa de ajuda. Então decide que vai procurar um psicológico para atendê-lo e resolver seu problema e lhe dizer o que está acontecendo.
San fala: [...] San _ Não acredito que isso estáacontecendo comigo! Que Droga! Que droga! Que droga!
San _Por que isso está acontecendo comigo.
San _Por que só agora eu estou vendo e ouvindo essas coisas.
San _Já não basta eu sofrer todos os dias de minha vida por causa dela. E ainda tenho que passar por isso.
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Atualizado até capítulo 36
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