A MORTE DE ANNE

Lava suas mãos toma um banho, escova seus dentes veste uma roupa de academia. Faz aquele café forte para começar o dia bem e

revigorado. E também faz um café para Anne. Ele faz dois pães na chapa e vai até o porão levar o café de Anne.

Chegando ao porão San sente um mau cheiro forte que chega a embrulhar o estômago, mas quando abre a porta do porão, e desce a escada não acredita no que vê.

Capítulo (08)

San deixa o prato com os pães e a xícara com café cair no chão e fica indignado com o que vê.

Ele não consegue acreditar no que está vendo,

Anne caida ao no chão com o crânio rachado na testa e sua massa encefálica para fora e todo aquele sangue pelo chão do porão, o mau cheiro predominava junto com o nervosismo de San.

Ao se aproximar do corpo de Anne percebe que as correntes estão quebradas e os seus pulsos dilacerados como se tivessem puxado ela a força, para soltá-la das correntes. A maioria dos objetos estão jogados pelo chão, alguns estão quebrados e com respingo de sangue.

Observando o cenário que se encontrava, San ia tirando as suas conclusões do que poderia ter acontecido no seu porão.

San _ Agora tenho que descobrir o que aconteceu aqui!

San _Surpresa! Será que ela não aguentou ficar tanto tempo sem

mim? _San da risada.

San _ Ou ela simplesmente tentou se matar?

San_ Acho que não! mesmo na situação em que se encontrava, o que ela menos queria, era a morte. Dava para ver em seu olhar assustado.

San _Sendo assim ela não se matou. Ela não teria força suficiente para se soltar das correntes.

San_ Não consigo ver pistas de que alguém entrou aqui, mas também se alguém entrasse aqui, com certeza não seria para mata-la, e sim para salvá-la.

San_ Posso tirar a conclusão que ela teve um surto, e se matou, mesmo contra sua vontade consciente.

San fica por horas pensando no que poderia ter acontecido ali. Anda de um lado para outro, senta, levanta, mas a única conclusão que ele

consegue acreditar é que ela se matou.

Sua casa tem segurança reforçada com muros altos, cercas elétricas por toda a extensão do muro e câmeras espalhadas por todos os lugares da casa.

Sem ter mais no que pensar San pega um balde com água, sabão e um esfregão para limpar todo o sangue que está pelo chão. Ele começa a limpar, esfrega todo o chão com bastante força, por que o sangue já havia secado, pega um saco plástico de lixo preto para colocar todas as coisas quebradas dentro dele e após o jogar fora. E assim passas horas organizando tudo. Com um pano e álcool, limpa todo o sangue que havia respingado nos objetos, e após terminar, volta a repetir a limpeza novamente para ter a certeza de que não ficará nenhuma prova que posso condená-lo, caso receba a visita de algum policial ou detetive.

Após limpar o chão e jogar fora todos os objetos quebrados, San pega o corpo de Anne e leva até o canto do porão, quando San pega o corpo de Anne e levanta um pouco da massa encefálica cai no chão, San percebe e sente nojo. Porque os miolos estavam frescos ainda.

Chegando ao canto do porão com o corpo de Anne. San empurra uma parede falsa para o lado direita, e se abre a entrada para uma sala onde tem vários corpos esqueletizados. San joga rapidamente o corpo de Anne dentro da sala, por que o mau cheiro é enorme. Depois de jogar o corpo lá dentro, San põe a mão no nariz e prende a respiração, puxa a parede falsa para o lado esquerdo para fechar a sala. Após guardar o corpo, ele volta para limpar os miolos que caíram no chão.

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