São Paulo morro Beira Rio.
Breno Castro narrando:
A manhã estará indo para o Rio de Janeiro a Iracema já deixou tudo organizado, como a casa vai ficar fechada só vou deixar vapores no lado de fora e a chave com o (bola) para vir dar de comer os meus cachorros, a Fernanda até agora não deu nem as caras aqui em casa e, nem no QG a Píton falou que não fez nada de mas, só disse que a guria ficou sentida comigo, tô pouco me lixando se ela gostou ou não se meteu com a minha velhinha mexeu comigo, estou aqui arrumando a minha mala, não pretendo levar muita coisa e a dona Iracema está a ponto de me deixar ir sozinho, pois, eu já não deixei ela ir embora ontem, até o negão veio aqui em casa com a mala dela, mesmo contra gosto, mas trouxe e voltou para casa ele não gosta de dormi na casa dos outros, escuto batidas na porta olho e a dona Iracema está parada ali.
— Vamos voltar amanhã mesmo menino?
— Não dou certeza, mas se caso não dê para mim, voltar, embarco a senhora no avião e fico lá resolvendo as coisas!
— Deus me livre vim sozinha dentro dum avião, já vou ir com o coração na mão imagina voltar sozinha de lá, se for assim venho de ônibus, mas seguro!
— kkkk tá! Bom vem de ônibus então!
Ela sai, termino de arrumar a mala e me jogo na cama, deu até tesão, mas não vou atrás da Fernanda, pego meu celular e vejo as putas que devem estar disponível, tem a Clarinha, Cris a Vivi e a Paula elas só dão para quem pode pagar bem, vamos ver qual delas está disponível agora, mando a mesma mensagem para todas.
*No barraco em dez minutos*
Não dá nem cinco a Vivi e a Cris responde, vamos ter uma foda a, três hoje me levanto e pego a chave da caranga e meto o pé para o barraco, aqui nesta casa a única que entrou foi a Fernanda e foi a última vez dela aqui, pois, agora só vou pegar ela lá no barraco se tiver bom tá! Se não tiver vai procurar outro para bancar, pois, não vou pagar, mas que as outras, se é puta vai ganhar comissão como tal, chego e às duas já estão ali na frente uma olhando com cara feia para a outra, passo e abro a porta e entro elas ficaram sem falar nada e entraram, me deito na cama e olho para elas e dou risada da cara de cu das duas:
— Estão esperando o que bora, que hoje pego às duas ao mesmo tempo!
Elas se olham e começam a tirar a roupa, a Cris sempre foi, mas aberta de todas as putas do morro nunca vi metida em briga por causa de macho, foi até a Vivi e desabotoou o sutiã dela e passou as mãos em cada seio e falou algo no seu ouvido, e às duas começaram a se pegar ali mesmo.
— Puta (caralho) que tesão da porra isso continua!
E a minha noite foi regada de tesão com às duas, e não sei que horas, mas elas acabaram dormindo fui até a gaveta peguei dois envelopes e coloquei a mesma quantia para cada uma e meti o pé para a minha goma, cheguei e fui direto me limpa terminando me deito e capoto geral. Sou acordado com a dona Iracema me chamando ela chama uma vez e pelo tom de voz dela estou, mas que atrasado.
— Breno Castro acorda duma vez seu moleque vai perder o avião, se eu tiver que voltar aqui, vou trazer um balde de água fria!
— Não precisa avisar o morro todo que estou atrasado, já estou acordado, já desço conta cinco!
— Vou conta porcaria nenhuma, e a próxima vez que sair putia pelo morro e não acorda para seus compromissos, não venho te acorda de jeito nenhum!
Pego meu celular e vejo as horas têm apenas cinquenta minutos para sair deste morro e o aeroporto não e nada perto, pulo da cama pegando a primeira roupa de sair:
— Caralho nunca, mas uma desta, foi gostoso, mas me ferrei agora!
Saio pegando tudo que tenho que levar e desço correndo as escadas, passo feito um jato perto da Iracema, só escuto a risada dela, mas nem para parar e discutir com ela tem hoje, abro o (porta) mala e colocou a minha lá dentro e vejo que a mala dela está no lado do carro, o negão está parado no lado de fora da garagem, ele está tomando um café o (inveja) dele agora, sou tirada do meu transe com um copo de café bem na minha frente.
— Sorte a sua que tem destes copos de café, que guardo, o negão vai dirigindo até o aeroporto e traz o carro!
Passo a mão no copo e no misto quente e me enfio no banco do passageiro o negão estende a mão e eu o olho se entender nada: — Se queria um misto tive pedido para a dona Iracema!
— Que misto o que Bruno as chaves não vou ir empurrando o carro até o aeroporto não!
— Entrego as chaves e tomo meu café calado agora, devo estar dormindo ainda para não ter entregue as chaves para ele quando a Iracema falou que ele ia dirigindo, eles vão conversando o caminho todo até o aeroporto, e o negão fez milagre só pode olho para ele, e para a tela do celular:
— Tu fizeste milagre ou o que falta vinte minutos ainda?
— Se continuar aqui vai perder o voo, até amanhã minha querida e me avise aonde irei lhe pegar qualquer coisa e tu cuida bem dela!
— Deixa comigo e faz o favor de ficar de olho lá na casa tem carta-branca para expulsar quem for de lá dentro se tiver fazendo algazarra!
— OK Breno só passa o recado lá prós vapores, não quero ter que bater em ninguém não!
— Tchau! Negão e é a primeira coisa que vou fazer agora até amanhã se Deus nos permitir!
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Atualizado até capítulo 111
Comments
Cleise Moura
Gostando muito dessa estória eu não esperava menos depois das outras duas que já li, essa autora é só sucesso!
2024-12-29
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Cleise Moura
Ao menos isso tô gostando no Breno ele ama e defende a Iracema como se fosse mãe achei lindo essa atitude dele
2024-12-29
1
adl-autora
Ele a tem como uma mãe
2024-12-30
0