MARLENE observava a sua sobrinha chegar em casa depois do trabalho. IASMIN era muito esforçada, e ela se orgulhava disso. E era tão forte embora, as vezes notassem a tristeza que IASMIN não conseguia esconder no seu olhar.
ELA trazia uma sacola de pão e leite do supermercado. Como sempre fazia quando voltava do seu trabalho.
— VOCÊ, está com uma aparência cansada, querida. Disse MARLENE a olhando preocupada.
— Eu, estou cansada, mais satisfeita. EU, estou muito contente com o curso. Disse IASMIN com um sorriso leve.
Isso, é muito bom querida.
— QUE, bom a minha filha. Eu, estou orgulhosa de você. Mas, eu penso que deveria sair mais com as suas amigas e se divertir um pouco. Disse a tia preocupada.
— Eu, vou ao cinema no fim de semana com a CELINA. EU, só tenho ela como amiga. E, acredito que seja suficiente. Eu, confio nela e ela também confia em mim. Disse a sobrinha que era muito mais sensata do que MARLENE havia sido na sua idade. Pensava a tia, que os pais da IASMIN teriam muito orgulho da filha se estivessem ali naquele momento.
A sobrinha era uma jovem responsável e nunca lhe trouxera nenhum problema. Diferente da sua filha EMILY, que vivia a arrumar confusões para que a sua mãe resolvesse desde que criança. Não sabia onde havia errado com a sua filha. Pensava MARLENE. MAS talvez a tivesse mimado demais depois que ela perdeu o seu pai.
ERA a sua única filha. A única pessoa da sua familia. Já que os seus pais já faleceram e a sua irmã morava em MINAS GERAIS com a filha e o seu marido. Agora tinha duas jovens para encaminhar e sabia que quem lhe traria mais preocupações seria a sua filha.
IASMIN olhou para a sua tia que a olhava pensativa e pensou em como ela se parecia com a sua mãe e seus olhos verdes se encheram de lágrimas.
— O QUÊ, foi IASMIN? PORQUE, você está triste assim? Perguntou a tia MARLENE.
— A senhora, se parece com a minha mãe. Então, eu senti muita saudade dela. disse a jovem entre lágrimas. A sua tia foi até ela e a abraçando com amor disse-lhe.
-Pode, chorar querida. Não precisa ser forte o tempo todo. Eu, imagino o que você está a sentir. Mas, eu não passei por isso. Eu, perdi os meus pais com alguma diferença de alguns anos. E, eu já morava aqui em SANTA SALETE, vim atrás de uma vida melhor, com o ARTUR. A Minha mãe, falou-me para eu vir. Para, que eu seguisse junto ao meu marido, quando apareceu a oportunidade de um emprego aqui .disse MARLENE lembrando das palavras da sua mãe, que já era idosa naquela época. sentiu muito em ter que ir morar longe de sua mãe e de seu pai. Só os viu mais algumas vezes depois disso. O dinheiro está escasso não dava para ir ver eles sempre. Lembrou da última vez que foi até a sua cidade e viu a sua mãe com a pequena IASMIN nos seus braços.
IASMIN chorou nos braços de sua tia MARLENE e depois se sentiu melhor.
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Atualizado até capítulo 61
Comments
Maria Das Dores
É tao bom saber q tem um parente prapoderabta ar quando sentir saudades dos pais
2024-11-27
0
Rosângela Pereira
E eu espero que continue assim.
2024-09-06
2
Dulce Gama
tô amando essa história mas sempre tem uma cobra e essa prima pelo jeito é uma cobra invejosa
2024-08-23
0