CAPÍTULO 13.

Pela primeira vez em muitos anos estava devolta, onde morei minha infância e metade da minha adolescência, esse lugar me trazia boas memórias as melhores possíveis, e junto dessas boas memórias tinha a tristeza de quando minha mãe descobriu o seu maldito câncer, desde aquele dia minha vida nunca mais foi a mesma, sou tirado dos meus pensamentos por Hailey.

-Liam...

-Sim, me desculpa o que você disse.

Ela me encarra.

-Nada, vamos entrar.

Meu corpo parecia travado, olho pra Hailey.

-Pode entrar vou andar um pouco.

Saio sem sua resposta, e vou em direção ao jardim, não sei porquê tive essa ideia de vir pra cá, achei mesmo que tinha superado toda essa dor do passado, e queria trazer Hailey a um lugar que ele iria gostar.

-Liam...

Olho pro lado e vejo Hailey.

-Oi...

-O que foi, não parece bem.

-Me desculpa, vamos entrar.

Não queria estragar tudo falando desse tipo de coisa, na verdade evitava falar sempre sobre isso, vou até ela seguro sua mão, voltamos pro lado da frente da casa, forço meus passos e entro com Hailey, a casa não mudou nada, tudo estava igual de como me lembro, podia até mesmo sentir o cheiro da minha mãe, Hailey vai até um quadro.

-Esse é você e seus pais...

Vou até ela pego o quadro, coloco de volta virado pra baixo.

-Isso não deveria estar aqui...Augusto...

-Sim senhor.

-Tire todos esses quadro daqui porfavor.

-Agora mesmo...sinto muito esqueci de fazer isso, foi seus avós que deixaram assim...

Subo para o quarto, o mesmo que ficava antes, Hailey me segue.

-Liam, fala comigo.

-Hailey eu não quero falar nada.

Ele vem até mim, segura minhas mãos.

-FALA COMIGO, O QUE TÁ ACONTECENDO... porfavor não me deixa preocupada.

Ela me olha com tristeza.

-Aqui foi onde passei minha infância, e metade da minha adolescência.

-Ah Liam porque vinhemos pra cá, ta na cara que você não ta bem.

Me sento na cama.

-O meu pai era francês, minha mãe o conheceu aqui em Paris, depois se mudaram pra casa dos meus avós paterno...acho que já deve saber como meus pais morreram, e claro que sabe...

-Sim eu sei...sua avó me contou algumas coisas...

Ela se senta do meu lado.

-Não achei que seria difícil, pensei que já tinha superado tudo isso, o que pelo visto não valeu os anos de terapia.

-Não é facil pra ninguém superar isso Liam.

-Eu acabei sentindo muito odio pelo meu pai, ele simplesmente esqueceu que tinha filhos, a morte dele pra mim foi como um abandono.

Não sei porquê disse isso, nunca falei isso pra ninguém, mas sempre senti isso sobre meu pai, Hailey me abraça.

-Eu estou aqui, vou ficar do seu lado.

Aperto ela sobre o meu corpo, me afasto dela e me levanto.

-Tudo bem já chega disso, estamos aqui pra comemorar o casamento.

-Liam...

-Tudo bem.

Ela se levanta vem até mim e me abraça novamente.

-Eu estou aqui Liam, acredite em mim quando digo que tenho sentimentos maiores por você... eu..

Me afasto rápido dela, se ela falar o que estou pensando agora, não quero que seja assim, estou péssimo demais agora, pra dar o que ela quer.

-É bom ouvir isso Hailey, vamos comer alguma coisa, a noite vamos sair um pouco.

Ela não diz nada só me encarra.

-Pode ir não estou com fome, vou tomar um banho, pode trazer a minha mala.

-Claro você está bem.

-Estou otima.

Ela se vira.

-Ali é o banheiro.

-Sim..

Ela vai até a porta, mas antes de entrar me encarra com os olhos serrados, então entra batendo a porta com tudo, saio do quarto e desço as escadas, vejo Augusto.

-Augusto, pode levar as malas pro meu antigo quarto.

-Claro senhor, estou preparando o café da manhã, a Sra.Miller não vai descer.

-Ela está no banho, quando ela quiser ele come.

-Tudo bem...

Fico sentado, assim que Augusto desce e termina de por a mesa, me sento e como alguma coisa, Hailey depois de algumas horas desce então me levanto.

-Estou fome agora.

-Pode se servir, vou ficar lá fora.

Saio de casa e volto a andar pelo jardim, fico do lado de fora pelomenos umas três horas, quando resolvo entrar, olho em volta e não a vejo.

-A Sra.Miller está no quarto senhor.

-Obrigado.

Subo até o quarto e vejo Hailey deitada.

-Hailey...

-O que...

-Não quer sair um pouco.

-Não, estou bem aqui.

-O que foi, porquê está assim.

-Por nada.

Ela não me olha.

-Mas vamos sair a noite, você querendo ou não.

Saio do quarto deixando ela sozinha, volto para o jardim e o unico lugar que me sinto bem.

-Senhor...

Olho pro Augusto.

-Por que fica me chamando de senhor, o que foi vou ter que te chamar de Sr.Thomas.

-Não agora é estranho, você não e mais um menino e sim meu senhor.

-Me chame como sempre Augusto, e faça o mesmo com a Hailey ela não gosta que a chame de senhora.

-Tudo bem meu menino.

-Melhor assim.

-Ainda é dificil vir aqui não é.

-Muito, e como se eu vê-se minha mãe e meu pai bem ali, no lugar deles deitados sobre a grama, minha mãe lendo um livro, meu pai alisando seu cabelo, Kevin e eu correndo pelo jardim, acho que ele nem se lembra mais disso ele era tão pequeno.

-Eu sei, os dois se amavam muito, eu tinha certeza que ela ia se curar.

-Todos nos tínhamos.

-Mas admito que quando soube do seu pai foi um choque, eu cresci com ele aqui nessa casa.

-Foi um choque pra mim, não esperava que ele fosse se entregar assim.

-Meu menino, o seu pai amava muito sua mãe, eu sei que é dificil pra você, mas quando nos perdemos uma pessoa que amamos muito, a vida fica tão difícil.

-Mas e Kevin e eu, ele não nos amava.

-Não diga isso, algumas pessoas não sabem como lidar com a dor, o seu pai amava muito vocês dois, nunca pense ao contrário disso.

-É dificil...

-Mas e sua esposa, fiquei muito feliz quando me contou que se casou.

-Estou feliz também, ela é importante pra mim.

-Posso ver isso, nunca trouxe ninguém aqui.

-Eu não sei, não parei pra pensar mas queria trazer ela em um lugar importante, mas agora parece que estou estragando tudo.

-Isso vai passar.

-Augusto, posso perguntar um coisa, ainda é casado não é.

-Sim, vamos fazer 21 anos, no proximo ano, mas porquê.

-Como foi quando disse que a amava.

-Não disse isso a ela ainda.

-Não, estou com medo dela não sentir o mesmo, da última vez que me entreguei, não saio como o esperado.

-Quando for a hora, você vai dizer... isso não tem como planejar meu menino.

-Augusto.

-Sim...

-Você disse que foi meus avós, que arrumaram os quadros, eles vem muito aqui..

-Só a sua avó, não fala com ela.

-Foi eles que se afastaram, não agente...mas deixa isso pra lá.

Ficamos horas conversando, colocando todos os papos em dia.

-Está escurecendo, eu tenho que ir agora, qualquer coisa tem o meu numero, volto amanhã cedo.

-Tudo bem boa noite.

Abraço ele, era muito bom vê-lo novamente, sempre quis ter ele mais perto, mas ele nunca sairia daqui esse lugar era onde ele mais amava viver, assim que ele vai embora, entro na casa e não vejo Hailey, subo para o quarto e ela está do mesmo jeito de quando a vi a última vez.

-Hailey vamos sair.

-Eu não quero sair.

-O que tá acontecendo...

-Não tem nada acontecendo, me diz você.

-Olha me desculpa, não sou bom em lidar com certa situações, vamos vai ser divertido, quer ficar cinco dias aqui nesse quarto, então tudo bem vamos ficar.

Ela me olha feio.

-Não vamos, não vou perder essa oportunidade.

Ela se levanta e entra no banheiro, depois de meia hora ela sai, me levanto e quando estava indo beijar ela, seu rosto se afasta.

-Vai tomar banho.

Ela se afasta de mim então entro no banheiro, tomo um banho demorado tentando relexar um pouco a mente, assim que saio vejo Hailey tentando fechar o zíper atrás das costas.

-Quer ajuda...

-O que acha... é claro que sim...

Ela estava um pouco rispida, mas não me importo vou até ela e fecho seu ziper lentamente, podia ver suas costas arrepiadas com cada minuto que passava fechando seu vestido, assim que termino ela se afasta.

-Obrigada...

-Você está linda.

-Eu sei... anda logo...

Hailey sai do quarto, então começo a me arrumar coloco uma roupa difente de todos os dias, sempre estava de terno, assim que termino de me arrumar saio do quarto, Hailey estava no celular ela me olha, mas tenta disfarçar.

-Vamos... bem onde vamos.

-Tem um restaurante aqui perto, ele é muito bom ia la com os meus pais e o Kevin.

-Tudo bem...

Saimos de casa ela estava indo até o carro, mas seguro sua mão.

-Vamos andando não é tão longe.

-Estou de salto.

-Posso te carregar.

Ela solta minha mão.

-Não precisa...

Hailey anda na frente, mas sou insistente e volto a segurar sua mão, ela me encarra mas continua andando, vamos até o restaurante em total silêncio leva uns dez minutos até chegarmos, entramos e vejo uma pessoas familiar, vou até ela.

-Michelle...

Ela me olha.

-Salut, monsieur... Liam... mon dieu. (Oi o senhor me...Liam...meu deus.)

Ela sai do bar e vem até mim me abraça.

-Quand le temps est l'homme.

(Quando tempo cara.)

-Comment vas-tu.

(Como você está.)

-D'accord, j'ai repris l'entreprise familiale, le restaurant et la mienne maintenant.

(Muito bem, assumi os negócios da familia, o restaurante e meu agora.)

-C'était ce que tu as toujours voulu.

(Era o que você sempre quis.)

-Oui...

(Sim...)

Michelle olha pra Hailey...

-Et qui est cette belle femme.

(E quem é essa bela mulher.)

-Ma femme, Hailey.

(Minha esposa, Hailey.)

-Wow, tu as bien fait, salut, je m'appelle Michelle, c'est un plaisir.

(Nossa se deu bem, oi sou Michelle é um prazer.)

Ela fala com ela em francês.

-Ela não...

-Le plaisir est pour moi.

(O prazer é meu.)

Olho pra Hailey.

-Entende francês.

-Posso não ter saido do pais, mas sempre estudei muito, a Bella me ensinou, falo um pouco de espanhol também, mas bem pouco.

-Vous pouvez vous asseoir aujourd'hui et sur moi.

(Podem se sentar, hoje é por minha conta.)

-Merci Michelle.

(Obrigado Michelle.)

Seguro a mão de Hailey e vamos até uma mesa, puxo a cadeira pra ela que se senta, me sento ao seu lado.

-Não sabia disso sobre você.

-Também não sabia, sobre muitas coisas de você.

-Por que quis aprender francês.

-Eu sempre tive que batalhar muito pra ter um bom estudo, me esforcei muito e ganhei uma bolsa em uma colégio particular, foi lá que conheci meus amigos, os pais da bella queriam que ela aprende-se varias linguas, e quando estava na sua casa participava de algumas aulas, os pais dela sempre foram muito bons comigo, então pagaram as aulas pra mim, duas na verdade uma de Francês e outra de espanhol mas como disse espanhol e muito difícil, tem que praticar muito, mas sempre quis aprender mais, só que eu tinha que escolher entre estudar ou trabalhar.

-Minha avó me contou sobre a proposta que te fez vai aceitar.

-Não acho isso justo Liam.

-Por que não.

-Vamos ficar casados por dois anos, uma faculdade dura mais que isso, não quero me animar demais.

-Hailey...

-Liam...

Olho pro lado e vejo Catherine e Camille.

-Hé...

(Oi...)

-Ah ça y est, c'est comme ça qu'on parle aux agents, ça nous fait un câlin.

(Ah que isso, é assim que fala com agente, que isso nos da um abraço.)

Me levanto e estendo minha mão, mas as duas me abraçam, assim que me afasto elas se sentam a mesa.

-Depuis combien de temps es-tu devenue encore plus belle.

(Quanto tempo você ficou ainda mais lindo.)

Elas olham pra Hailey.

-Bonjour, je m'appelle Catherine et voici Camille.

(Oi sou Catherine, e essa é Camille.)

Elas estendem a mão pra Hailey.

-Salut je suis...

(Oi eu sou...)

-Alors Liam, qu'est-ce que tu fais ici, ça fait du bien de te revoir, que penses-tu de nos sorties, de nos souvenirs des bons moments de l'adolescence...

(Então Liam o que faz aqui é bom vê-lo denovo, o que acha de sairmos, relembrar os bons momentos da adolescência...)

Elas voltam a olhar pra Hailey.

-Tu sais, Liam était mon petit ami quand j'étais adolescente.

(Sabe Liam era meu namoradinho na adolescência.)

Olho pra Hailey, que cada vez mais ela parecia desconfortável, então me sento.

-Nous sommes à un dîner si cela ne vous dérange pas.

(Estamos em um jantar se não se importam.)

-Que cela nous chasse.

(Que isso está nos expulsando.)

-Si vous préférez penser ça, oui je suis avec ma femme.

(Se preferem achar isso, sim estou com a minha mulher.)

-Euh... donc elle sort avec quelqu'un, elle s'en fiche si elle sort avec un agent, n'est-ce pas.

(Hum... então esta namorando, ela não se importa, se sair com agente né.)

Hailey se levanta e sai da mesa.

-Je pense que ta copine était jalouse, les Américaines ne sont pas très en sécurité, n'est-ce pas.

(Acho que sua namorada ficou com ciumes, mulheres americanas não são muito seguras não é.)

-Non, elle est très confiante, mais ça me dérange aussi que tu sois assis ici sans être invité, ce n'est pas ma petite amie mais ma femme.

(Não, ela é muito segura, mas também me incomoda vocês sentarem aqui sem serem convidadas, é ela não é minha namorada e sim minha esposa.)

Me levanto da mesa.

-Liam chéri.

(Liam querido.)

-Nous n'avons pas l'intimité pour ça, la prochaine fois si nous nous rencontrons, respectons sa présence, passons un bon moment.

(Não temos intimidade pra isso, da próxima vez se nos encontramos respeitem a presença dela, passar bem.)

Saio do restaurante olhando em volta, quando vejo Hailey um pouco distante, corro até ela e a vejo tirando o salto.

-Hailey...

-Me deixa em paz... volta pras suas namoradinhas.

-Para com isso, eu era um adolescente, sei que elas queria provocar.

-Pois é conseguiram.

Me aproximo rápido, seguro sua mão mais ela se solta com raiva.

-Me deixa em paz.

Ela aumenta os passos.

-Hailey para...

-Por que Liam que droga... porquê me trouxe em um lugar que te faz mal.

-Hailey...

-O que...

-Para de andar.

-Por que...

-Por que eu te amo sua ciumenta.

Ela para na hora se vira pra mim.

-O que... o que você disse.

Vou até ela e abraço forte.

-Eu me apaixonei pro você Hailey.

Ela se afasta de mim.

-Como sabe disso, é muito rápido.

Seguro sua mão e a puxo pra mim.

-Você agora é a unica pessoa que quero passar o resto da minha vida.

-Mas como tem certeza disso.

-Assim como você tem certeza.

-Do que ta falando.

-Escutei sua conversa naquele dia, quando estava falando com a sua amiga.

-Liam...

-Hailey sei muito bem o que ia dizer hoje cedo, mas eu queria ser o primeiro a fazer isso, o que posso dizer sou competitivo.

-Eu estou confusa, não é facil pra mim acreditar nisso Liam...

-O que quer que eu diga.

-EU NÃO SEI... não nos conhecemos direito, você nem sabia que falo francês, e nem eu sabia disso sobre você, só sei porquê sua avó me falou, não por você

-Hailey, eu conheço você...eu sei que você morde o canto da boca quando esta nervosa, sei que fica vermelho quando fica com vergonha, sei que quando está chateada fica muda ou quer ficar sozinha, eu também sei que você está com medo agora, mas não precisa, eu to com você... pode confiar em mim.

Ela se aproxima.

-Eu disse que se me magoar vou acabar com você.

-Não vai precisar...

Ela me encarra, segura o meu rosto.

-Eu... eu também te amo.

Nossos labios se tocam, mas dessa vez não era desejo ou vontade de levar ela pra cama, só queria ela aqui do meu lado, nos afastamos.

-Vamos pra casa... quero te mostrar um lugar.

Seguro sua mão, mas antes que ela ande a puxo pras minhas costas.

-Liam estou de vestido.

Coloco a mão em seu quadris segurando seu vestido e ando com ela, assim que chegamos a coloco no chão.

-Onde vamos.

Seguro sua mão até o local, assim que chegamos no jardim.

-O que tem aqui, eu vi pela janela você ficou horas aqui.

-Era aqui que tenho as melhores memórias com os meus pais.

-Liam não precisa.

-Sim precisa, você quer uma prova que eu te amo, nunca falei sobre isso com ninguém, nem mesmo comigo nem consegui pensar nisso antes de vir aqui hoje.

Olho pro jardim.

-Os meus pais se amavam muito, qualquer um podia ver isso, e quando eu era mais novo, queria sentir isso também, mas quando minha mãe descobriu o câncer foi difícil, toda nossa vida mudou, voltamos para Nova York, mas eu tinha tanta esperança que isso tudo ia passar, minha não venceu o câncer, nem com todo dinheiro no mundo conseguimos fazer isso, a perda dela doeu muito, mas a perda do meu pai foi pior, ele se entregou a bebida fomos tirados dele, não culpo meus avós, eu faria o mesmo se tivesse netos, e vesse como eles estavam vivendo.. mas na noite daquela ligação... ficou na minha mente... no enterro eu não quis ir... não conseguia...

Sinto uma lagrimas cair sem permissão, Hailey segura minha mão com força.

-Fala...deixa isso sair.

-Eu odiei tanto o meu pai, e tão dificil sentir isso por ele, que sempre nos deu amor, eu sinto que é injusto com ele, mas ao mesmo tempo é injusto com Kevin e eu, ainda estávamos aqui, precisamos dele...

Hailey me abraça forte, as lagrimas não param, sempre soube que se fala-se dele iria sentir isso, por isso sempre evitava ao maximo lembrar deles.

-Pode chorar Liam, eu estou aqui... prometo que vou sempre estar do seu lado, se me permitir.

Me afasto um pouco dela colando nossas testas.

-Eu me apaixonei por você no momento que te vi, eu nunca faria um casamento assim, pode ter certeza disso, acho que juntei o útil e o agradável...

-Por que não me disse antes...você me falou aquele dia, mas nunca mais tocou no assunto, pensei que não era verdade.

-Hailey não queria sentir isso sozinho, não podia, e você não falou nada.

-Mas e o contrato.

-Faz três semanas que mandei o Dylan se livrar dele.

-Deveria ter me falado.

-Hailey não era mentira, nada que te falei era tudo real, sei que não é o melhor metodo de se casar, mas fiz e não me arrependo de nada.

-Você...

A pego no colo...

-O que está fazendo.

-Hoje e nossa primeira noite de casados, e agora nosso primeiro eu te amo, vamos entrar como deveria ter feito.

Entro com ela na casa, e a levo pro quarto, a nossa noite estava perfeita, mais sem sexo sem nada só o fato de ter ela aqui do meu lado já bastava pra mim, Hailey se deita do meu peito.

-Agora que estamos aqui, vejo o quanto nossas brigas e desentendimento foram tão sem sentido, estar aqui com você me faz tão bem.

A abraço forte.

-Então vamos ficar aqui pra sempre.

Ela me aperta e sorri.

-Mas você não pode ficar sozinha.

Ela me olha.

-Como assim.

-Eu quero ter filhos...

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Comments

Regina Lucia Freitas Silva

Regina Lucia Freitas Silva

até que enfim se acertaram, essa lua de mel estava muito amarga, um desastre

2024-01-23

2

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