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“Você vai matar ele! Mate ele! Fique sozinho, não seja feliz! Eu não permito que seja feliz! Você vai comigo, ate o fim!”

No meu sexto ano percebi que além das suas e brigas, ele poderia ir mais longe, foi a primeira vez que matamos juntos.

Ver o sangue nas minhas mãos me trouxe uma sensação de nojo, como me deixei levar por isso, ele me obrigou a matar, eu não queria, o sangue estava quente e escorria em minhas mãos, porque eu fiz aquilo? Eu matei ele.

Não consegui ir à escola por uma semana, por mais que eu tentasse ignorar tudo o que aconteceu, eu lembrava dele passando pelo corredor, sempre tinha um parecido com ele, mas todos são parecidos.

No refeitório, e principalmente atrás da quadra, onde eu matei ele.

Segui os barulhos de chutes, podia ouvir um som desesperador, com tive coragem de ir ver, por fiz isso, deveria ter voltado, ido embora.

Mas quando ele me viu não tive como fugir.

“Você aqui Pete, mas que surpresa agradável, você pode me ajudar a resolver isso, somos irmãos, me ajude, e eu deixo você em paz, talvez você goste da sensação, quem sabem podemos ser amigos”.

Ele ouviu e viu seu irmão saindo de trás de um beco, os barulhos continuavam mesmo assim, estava acontecendo algo ruim.

Suas mãos estavam pingando sangue dava para sentir o cheiro, o que o deixou mais desesperado ainda, ele queria que Pete machucasse alguém, isso não!

Pete sabia que vindo do seu irmão não era coisa boa, porque ele estava fazendo isso?

Ele era muito cruel.

Pete apenas nega com a cabeça, ele não quer fazer isso, mas ele consegui ver a fúria no olhar de seu irmão.

Ele veio em sua direção, pete só pode sentir as mãos de Peter em seu pescoço.

(meus amores eles são separados por um “R” Pete e Peter, que é para aumentar a confusão)

Ele foi empurrado na parede, suas coisas foram imediatamente, o medo que ele sentiu, ao ter as mãos dele, em seu corpo o fez lembra de tudo que ele passou ainda pequeno, de como ele é fraco, desde criança ele viu e sentiu as diferenças de Alfas e Ômegas.

Ele até queria ser um ômega, mas se ele fosse ruim também?

Se ele machucasse as pessoas, o que aconteceria?

Depois de seu rosto, o vermelho o suficiente para ele não consegue fecha seus olhos, ele deixou seus joelhos cederem.

“Você disse não para mim? Você quer ser ousado, ou você mata ele, ou eu mato você, é só escolher? É você ou ele”.

Ele sente seu cabelo sendo puxado com força, suas mãos tentam segurar, a mão de seu irmão, na tentativa de aliviar a dor.

Ele foi arrastado até chegar no beco, finalmente Pete pode ver todo o sangue que saia.

Era um ratinho, que estava em uma gaiola, e seu irmão estava torturando ele. Pete ficou em choque ao ver o estado daquele ratinho, ele começou a chorar imediatamente.

“ Como eu disse se você matar ele de uma maneira que eu fique satisfeito eu paro, vamos lá Pete, não é tão difícil assim”.

Pete abriu a gaiola e tirou o ratinho que estava sangrando muito, ele ainda estava chorando.

Seu irmão estava sorrindo, mas ao ver Pete abraçar o animal em seus braços, seu ódio aumentou.

Pete tentou correr com o animal em seus braços, mas ele não foi muito longe, logo ele foi jogado no beco novamente, ele protegeu o ratinho em seus braços, mas o mesmo foi arrancado de seus braços e um chute no estômago deixou tonto.

Ele viu...

Seu irmão jogar ele no chão, ele pisou, e pisou, até não ter mais sons, até ele ficar irreconhecível. Pete falhou em proteger, ele não conseguia nem se proteger, como faria isso?

Impotência, era um resumo perfeito, fraco lhe caia bem, eles foram deixados para trás os mais fracos sempre são esquecidos.

Ele vomitou muito ao ver como o ratinho estava, se sentiu muito culpado por não conseguir fazer nada.

Uma sensação de vazio, mas ele ainda enterrou o ratinho, era o mínimo que ele poderia fazer, a única coisa que ele fez, e se desculpou por ser fraco.

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Pete se sente com medo, as memórias que ele tanto bloqueou estão voltando com força, sem quando isso acontece ele perde o controle, ele fica mal, ele está sempre sozinho.

Mas agora Vegas estava com ele, cuidado dele, mas a sensação de medo é viva em sua mente, e se ele pegasse Pete, ele morreria de certeza, mas se seu irmão conseguisse transformar ele.

Pete tenta limpar esses pensamentos, ele tá achar o calor de Vegas na cama, ele não consegue.

Uma sensação de desespero toma conta dele, ficar sozinho lhe deixa em Pânico, ele se levanta em Pânico da cama, sua visão ainda está embasada.

_ Vegas?

Ele diz com uma voz preocupada, na tinha ninguém no quarto, ele estava apenas de short.

Ele sai do quarto para procurar ele.

Passo pelo corredor correndo, tento não ficar nervoso, mas não quero ficar calmo, mas não consigo, o desespero me bate, Vegas me faz muita falta.

Vou nos comados e não acho ele, corro até a sala, e o vejo fechando a porta, ele estava com um pacote em suas mãos.

Só corro em sua direção, ele vira-me e me olha, eu o abraço, preciso sentir o calor do seu corpo, é o que me traz de volta a vida.

_ O que foi Pete? Porque você está assim?

Eu não sair de casa, estou aqui.

Vegas sentiu o desespero de Pete, ele lhe abraçava como se a sua vida dependesse disso, foi algo que assustou Vegas, mas também o deixou feliz, ele é um ponto de apoio para Pete.

_ Eu sei que você precisa trabalhar, que tem sua vida, mas eu tenho medo de ficar sozinho, eu não consigo ficar sozinho, é ridículo.

Pete coloca seu rosto no pescoço de Vegas, quase ficando nas pontas dos pés, Vegas reponde o toque o colocando em seu colo, e levando ele para o sofá, Vegas senta deixando ele em seus braços ainda.

_ Sabe que não vou a lugar nenhum! Você é minha prioridade, minha maior prioridade, só acordei cedo, fui pegar umas encomendas.

Vegas faz com que Pete olhe para ele, seus olhos estão mais calmos.

Vegas sabe que se tratando deles, a coisas são mais lentas que o normal, mas ele estava caminhando para frente.

Ele ficou com Pete alguns dias, até ele conseguir ficar em casa, sozinho.

Também saiam para dar pequenas caminhadas de noite, para Pete começa a perder o medo.

Um mês depois dando esses pequenos passos, levei Pete na praia, segurei sua mão, e entramos na água, ele chorou bastante, mas sei que não foi de tristeza, ele me disse que nunca foi a praia.

Isso me faz pensar como nossas vidas são diferentes, como não temos as mesmas oportunidades, como Pete sofreu.

Eu só penso em fazer ele feliz, que ele possa viver da melhor forma possível, eu vou garantir isso pessoalmente.

Estamos agora no shopping, Pete não gosta de fazer compras, eu sei que ele se sente desconfortável por eu gastar meu dinheiro com ele, como se fosse fazer falta.

Adoro ver ele nas minhas marcas favoritas, ele é naturalmente bonito, mas bem-vestido ele fica perfeito, o proibido de cortar o cabelo, ele é lindo, combina muito com ele.

Percebi que me tornei muito possessivo quando se trata de Pete.

Entro nas lojas e seleciono peças que vai ficar perfeita nele, Pete não fala nada, ele já desistiu de tentar me parar.

Levo ele no nutricionista para a pesagem e a nova aplicação de remédio, ele só ganhou 2kl nesse tempo todo, era para no mínimo de aumentado 5kl, fico preocupado com ele, mas a nutricionista disse que no caso dele já é uma vitória.

Fico apreensivo, quero ver ele bem.

Hoje vamos a uma reunião importante de sócios, vou apresentar Pete a Macau e a uns pessoas, já é bom que saibam que estou comprometido, afinal se trata do herdeiro do meu império.

Oiiii meus amores 🍷😘

Estou sonhando grande e conto com vocês 😍

Acredito no potencial das nossas histórias, vamos sonhar juntas (os).

Desculpe os erros.

Um beijo 💋🍷

De mim mesma:

UMA VOZ NA ESCURIDÃO

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