Os investigadores de polícia, Tom e Laura, chegaram à casa de Fábio logo após a trágica descoberta. Eles solicitaram falar com Fábio e Esther, ambos ainda em estado de choque pelo que haviam presenciado no dia anterior.
— O que está acontecendo? perguntou Fábio, confuso e ainda sem compreender a gravidade da situação.
Tom suspirou e, com expressão séria, respondeu:
— Senhor Fábio, temos uma notícia difícil de dar. Sua esposa, Shirley, foi envenenada. Sua morte não foi natural.
Fábio sentiu o chão se abrir sob seus pés. Um misto de tristeza e choque tomou conta de seu rosto. — Envenenada? Mas quem faria uma coisa dessas? Perguntou, incrédulo.
Tom olhou para Laura por um momento antes de responder:
— É isso que estamos tentando descobrir. Estamos investigando todos os aspectos da vida de Shirley, procurando por qualquer pista que possa nos levar ao culpado.
Esther, que estava em silêncio até então, não conseguiu conter sua angústia ao ouvir as palavras de Tom.
— Quem iria querer fazer mal a Shirley? Ela era tão adorável, nunca fez mal a ninguém, lamentou-se, com lágrimas escorrendo por seu rosto.
Vilma, mãe de Shirley, que estava sentada em um canto da sala, ouviu as palavras do investigador e sentiu uma fúria crescente dentro de si. Levantando-se abruptamente, ela se aproximou de Tom e Laura.
— Eu juro por tudo que é mais sagrado que vou descobrir quem fez isso com a minha filha, disse Vilma, sua voz embargada de tristeza e raiva. Não vou descansar até que a justiça seja feita.
Tom e Laura assentiram, compreendendo a dor que assolava aquela família. Eles sabiam que a investigação seria longa e desafiadora, mas estavam determinados a encontrar respostas.
Enquanto isso, Esther, Fábio e Vilma se uniram em um abraço coletivo, encontrando consolo um no outro em meio ao caos. Juntos, eles prometeram enfrentar os próximos dias com coragem e determinação, na busca pela verdade e pela justiça para Shirley.
O mistério da morte de Shirley havia se tornado uma obsessão para todos eles. E, enquanto o tempo passava e as investigações avançavam, segredos ocultos se revelariam, virando suas vidas de cabeça para baixo.
Enquanto isso, um assassino permanecia à solta, observando de perto cada movimento daqueles que estavam determinados a descobrir a verdade. A caçada estava apenas começando, e o destino de Shirley estava prestes a ser desvendado.
No dia seguinte os investigadores chegaram novamente a casa de Fábio, só que agora juntamente com alguns policiais.
— Senhor Fabio, peço que nos de licença, temos uma busca de apreensão e prisão para a senhorita Esther.
— Não estou entendendo, por que prender Esther?
— Peço que nos chame a Esther, e a senhora Vilma, queremos falar na frente de todos.
Fabio então sem entender nada, chamou Vilma e Esther.
— Senhorita Esther, temos um mandato de busca e prisão contra a senhorita, e pedimos gentilmente que a senhorita nos acompanhe até a delegacia.
— Eu não estou entendendo, por que me prender, eu não cometi crime algum. —Disse Esther assustada.
— Senhorita, recebemos esta manhã na delegacia, uma carta anonima, afirmando que a senhorita envenenou a senhora Shirley, para que com a morte dela pudesse ficar junto com o senhor Fábio e usufruir da herança deixada pela senhora Shirley.
Fabio ouvindo tudo aquilo disse:
— Deve ter algum engano, eu e Esther nunca tivemos nenhum envolvimento que não seja de patrão e empregada.
— Logicamente que o senhor irá defender sua amante senhor.
— Jamais eu iria atentar sobre a vida de Shirley, e de nenhuma outra pessoa, não sou uma criminosa.
— Senhorita você vai nos acompanhar e ficará detida para averiguações.
— Se Esther for mesmo quem envenenou minha filha eu quero que justiça seja feita e ela apodreça na prisão.
Com o coração partido e lágrimas escorrendo pelo rosto, Esther entregou Layane nos braços de Vilma. A pequena criança olhou confusa para a Esther e estendeu os bracinhos, querendo ser abraçada. Esther a abraçou com força pela última vez, prometendo voltar para ela o mais rápido possível.
— Layane eu volto logo, pois não cometi nenhum crime, não matei sua mãe pequena.
Tom e Laura colocaram Esther no carro da polícia e seguiram em direção à delegacia. Fábio e Vilma ficaram de pé, impotentes, assistindo a cena. Uma mistura de tristeza, raiva e confusão tomava conta de todos.
— Estou com pena da Esther, quem será que enviou esta carta? Ela está sendo presa injustamente.
— Eu queria acreditar em você Fabio, e ter certeza de que você e essa Esther não eram realmente amantes.
— Não julgue a Esther Vilma, pois poderá se arrepender, tenho certeza de que ela não cometeu esse crime.
Na delegacia, Esther foi interrogada pelos investigadores. Ela negou veementemente todas as acusações, implorando por sua inocência. Ela explicou que nunca teve interesse romântico em Fábio e que sempre foi uma amiga leal para Shirley.
Tom e Laura tinham dificuldades em acreditar em suas palavras. A carta anônima era uma evidência forte contra Esther. Eles sabiam que sua missão era encontrar a verdade, mesmo que isso significasse prender uma pessoa inocente.
Enquanto Esther aguardava na cela, sua mente estava cheia de perguntas sem respostas. Quem poderia ter enviado a carta anônima? Qual era o verdadeiro motivo por trás da morte de Shirley? E o mais importante, como provaria sua inocência?
Enquanto isso, Fábio e Vilma começaram a refletir sobre os eventos das últimas semanas. Eles começaram a questionar se realmente conheciam Shirley e Esther tão bem quanto pensavam. O que mais poderia estar escondido sob a superfície?
A prisão de Esther foi apenas o começo de uma nova fase da investigação. Tom e Laura estavam decididos a encontrar evidências concretas que confirmassem ou refutassem a culpa de Esther. Não poderiam deixar uma pessoa inocente pagar pelo crime.
Enquanto o tempo passava, segredos mais profundos e obscuros começaram a emergir. A verdade estava bem próxima, apenas esperando para ser revelada. E somente então, as peças do quebra-cabeça se encaixariam, trazendo justiça e paz para a mãe de Shirley enlutada.
Maria a tia de Esther foi avisada de que a sobrinha estava presa, entrou em desespero e ligou pedindo ajuda para Max.
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Atualizado até capítulo 61
Comments
Rita Cassia
pq ela não falou para o investigadores sobre a amante do patrão
2024-12-20
0
Celia Fernandes
AF ESTER TBM E BURRA PQ NAO FLO PRA SHIRLEI SOBRE O MARIDO E PQ TBM NAO FLA PRO INVESTIGADIRES QUE ELE TEM AMANTE AF QUE BURRA ESSA ESTER
2024-07-02
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Maria Maura
que bagunça, ela não tem como provar que o marido tinha uma amante, pq não fotografou ou filmou os dois na cama.Esta confuso e chatiooo
2024-06-28
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