A noite passou e ela não voltou pra casa.
Já No dia seguinte, segunda feira.
Eu e o Caio estávamos na área de casa já estávamos indo pra escola
— Lia, será que a mamãe não vem hoje também? Ele me pergunta mas como eu podia saber
— Eu não sei. Eu respondo
De manhã nada dela voltar a tarde também, então já era noite e nada.
Mas quando já era de madrugada umas quatro da manhã a minha mãe chegou com um cheiro muito forte de cerveja
— mãe você tá bem ? Eu perguntei
- Eu pareço bem Lia? Como eu vou estar bem se eu perdi o meu marido o meu emprego e ainda tenho você na minha vida você me lenbra aquele homem aquele maldito você é um atraso na minha vida Lia, se sua avó não tivesse morrido você ia estar com ela até agora! Ela diz cambaleando
Eu não conseguia dizer nenhuma palavra.
O homem a quem ela se referiu só poderia ser o meu pai
Então ela foi para o quarto tirar a jaqueta que vestia e se jogou na cama.
No dia seguinte…
— Caio acorda que temos que ir pra escola agora. Eu falo o acordando
— eu não quero ir hoje ir Lia
Ele diz
— porque temos que ir. Eu disse
Então ele começou a vomitar sem parar eu não sabia oque fazer ao certo acho que entrei em desespero então fui ao quarto da minha mãe e comecei a chamar ela mas ela não acordava de jeito nenhum.
— mãe mãe o Caio está passando mal. Eu dizia
— cala boca menina minha cabeça está explodindo. Ela diz se sentando na cama
— Mãe o Caio está passando mal, ele está muito quente e vomitando muito.
Ao ouvir isso, ela dá um salto da cama e corre até o quarto onde ele estava.
— filho que você tem ? Calma, ela fala segurando ele.
— A minha barriga dói mãe. Ele fala
— lia, o que você fez com ele ? O que você fez com o seu irmão? Ela fala vindo na minha direção pronta para me bater.
— A minha irmã não fez nada mãe. O Caio fala segurando o braço dela.
Ela pega ele e o leva para o banheiro para lavá-lo.
Depois de dar um banho nele
Ela o deixa comigo na sala e vai tomar ela um banho pois ela estava cheirando a cerveja.
— Caio ainda dói a sua barriga? Eu pergunto
— Sim dói. Ele responde
— desculpa maninho. Eu digo o abraçando.
— mas você não fez nada Lia. Ele me disse
Hoje em dia quando eu me lembro desse episódio eu vejo quão importante foram essas palavras do meu irmãozinho pra mim porque se ele não tivesse me dito que eu não era culpada por nada eu teria ficado me culpando por algo que eu não fiz.
Minha mãe aparece na sala, pega o Caio no colo e me diz: Lia limpa o que você causou!.
Eles saem e eu fecho a porta e começo a limpar tudo.
Já era de tarde e nada deles voltarem eu já estava com medo de que meu irmão tivesse alguma coisa grave. Quando enfim eles chegaram, o Caio veio correndo em minha direção e me abraçou.
— eu já estou bem Lia não foi nada. Ele diz feliz
— Que bom. Eu digo o abraçando e enchendo de beijo
— Tá já chega! Vem aqui Caio. Minha mãe diz puxando ele pelo braço e o levando para a cozinha.
Na cozinha ela preparou um lanche pra ele.
— Agora come tudo e depois vai descansar um pouco tá bom. Ela diz para ele
— Tá bom mãe. Ele responde.
— Lia vem aqui. Minha mãe diz
Eu vou até ela.
— presta bem atenção. Eu vou te ensinar a cozinhar e você vai fazer comida pra vocês quando eu não estiver em casa entendendo ou não você vai cozinhar porque eu não posso ficar gastando atoa! Ela diz
— Tá bom mãe. Eu respondo.
Ela me ensinou a fazer arroz, feijão, macarrão a cortar carne e a fritar o que mais fosse necessário.
Depois fomos dormir.
No dia seguinte eu acordei cedo vesti meu uniforme e fiz o café da manhã. Depois acordei o meu irmãozinho.
— Lia foi você que fez o café? Ele me pergunta
— Sim, porque ficou tão ruim assim? Eu pergunto preocupada.
— não tá muito bom. Ele diz e logo em seguida toma tudo.
Nós dois terminamos o nosso café e fomos para a escola.
Depois da aula eu fui para a casa de uma colega de classe para fazer um trabalho. Depois de terminar eu me despedi da minha amiga e fui para casa.
Quando cheguei em casa a minha mãe estava com visita em casa era uma mulher e dois homens.
Eu fui direto para o meu quarto guardar a mochila.
Saí do meu quarto e fui para a cozinha. Minha mãe estava lá.
— Lia lava essa louça aqui e depois pega a minha bicicleta e vai buscar o Caio!. Ela diz
— Tá bom mãe. Eu digo
— Lia você não precisa ficar me chamando de mãe toda hora. Ela diz
— porque eu não posso te chamar de mãe?? Eu perguntei
— porque eu não quero ser chamada de mãe nem por você nem pelo seu irmão, eu nunca quis você na minha vida e o Caio eu só tive por insistência do José mas isso não te interessa.
Agora para de perguntar e faz logo o que eu mandei. Ela fala alto
Ela volta para a sala para ficar com os visitantes.
Eu comecei a lavar a louça e não consegui segurar o choro Os meus únicos pensamentos eram o porque a minha mãe não gosta de mim, a ponto de não querer que eu a chame de mãe o que eu fiz de errado? Porque ela me trata asim será que eu não sou uma boa filha?.
Depois de terminar a louça eu peguei a bicicleta e fui até a escola pegar meu irmãozinho.
Cheguei na escola e fui diretamente na sala do Caio, eu bati na porta e a professora abriu.
— Olá. Ela diz
— Oi, eu vim buscar o meu irmãozinho, o nome dele é Caio. Eu digo para ela
Ela chamou meu irmão e nós saímos em direção a Saída.
Eu coloquei o Caio na garupa da bicicleta e nós fomos.
— Lia a gente não vai cair né ? Ele me perguntou com medo
— Hahaha Não nos não vamos vou ir devagar pra não ter perigo tá bom. Eu respondo
Então fomos para casa eu fui devagar pois eu não queria cair, me machucar e ainda machucar meu irmão.
Não demorou e nós já estávamos em casa pois a escola não era longe da nossa casa.
Quando entramos em casa eu fiquei com medo da minha mãe brigar comigo pela demora mas ela nem se importou. eu fiquei aliviada pois ela não brigou comigo nem com o Caio.
Já eram umas oito e meia da noite então eu fui para a cozinha e fiz o nosso jantar.
Os amigos da minha mãe já estavam indo embora ela foi até o portão com eles depois ela entrou em casa sentou no sofá da sala e continuou bebendo as cervejas que restaram.
Quando eu terminei de preparar a comida eu chamei o Caio e ele se sentou na mesa e começou a comer.
Eu fui até a minha mãe e perguntei se ela queria comer.
— Então traz um prato pra mim. Ela disse
Eu voltei para a cozinha, peguei um prato e a servi então voltei para a sala e entreguei o prato para ela.
Ela colocou a primeira colher de comida na boca.
— mas que porcaria Lia! Será que nem pra isso você presta ? Ela disse muito brava.
— desculpa mãe. Eu disse
— leva essa porcaria daqui agora!. Ela fala me dando o prato
Voltei para a cozinha.
— Lia, eu posso comer mais um pouco. Diz o Caio
— mas tá ruim, Caio, você quer mesmo ? Eu perguntei pra ele
— Não está ruim, eu gostei porque a comida da mamãe sempre tem muito sal e a sua não. Ele responde
Então eu entendi o porque a minha mãe não tinha gostado da comida, o motivo é que eu tinha colocado pouco sal.
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Atualizado até capítulo 70
Comments
Graça Lobo Sales
meu Deus que judiação com essas crianças
2025-01-29
0
Maria Aparecida Alvino
mulher nojenta era pra ela estar cuidando dessas crianças
2024-01-28
5
Cátia
Que mulher intragável
2024-01-25
0