Capítulo 13
Narrador
— Era um novo dia naquele hospital, onde Bianca havia passado a sua noite imaginando como seria o rosto do seu filho, como ele o seu pequeno Camilo estava, tudo que ela queria naquele momento era ver ele.
— bom dia!como a minha paciente está? — dizia socorro, entrando a sorrir.
— Cansada por passar a noite em clara —disse maninha.
— só quero ver o meu filho —repetia Bianca desanimada…
—Vai ver ele,mas preciso ver essa pressão como está,aí depois vai ver o seu filho, Bianca não foi um parto fácil, e o Camilo está na UTI porque ele...falava ela verificando a pressão de Bianca.
— só diz que ele vai ficar bem! Perguntou Bianca ainda em lágrimas.
— deixa a doutora falar filha! — disse maninha ao seu lado.
— não sabemos, mas olha ele ainda está lá com o coração batendo, ele é forte e vai sair daquela UTI porque a mãe dele é uma mulher muito forte, quero que fique tranquila porque senão a sua pressão vai subir demais, e o Camilo vai precisar desse leite que você tem, então seja forte! — dizia ela a Bianca que só balança a cabeça num choro que doía o coração.
— não fica assim, deus sabe de tudo coloca a vida do seu filho nas mãos dele. — fala maninha.
— Posso ir ver ele agora? — perguntou novamente bianca.
— vou mandar uma enfermeira vim buscar você —disse a doutora.
— obrigada! —respondeu Bianca limpando suas lágrimas.
— mas só depois que se alimentar ok! —falou a doutora sorrindo e saindo da sala
Narrador
— Já no outro ponto do hospital Paulo tomava café quando o doutor Mário falava com ele sobre sua situação:
— então estou bem? Disse Paulo de pé,pois já conseguia andar.
—esta, mas preciso que fique aqui, mas essa semana,quero refazer os exames, pra ter certeza que está bem—dizia o doutor Mário.
—e a memória doutor, porque Paulo só lembra de 6 anos atrás—perguntou Frederico que estava lá também.
—é como se o que eu vivi esses anos não existiram-se, e estranho, e confuso —diz Paulo olhando pra janela de vidro do quarto.
— na cirurgia feita em você, uma parte do seu celebro onde fica as memórias lembranças, ela ficou adormecida e guardou a que estava naquele momento, naquela noite—disse o doutor querendo acalma-lo.
—não vou ter as minhas lembranças de volta?—perguntou ele preocupado.
—vai, quer dizer vai depender como seu celebro vai reagir,as vezes têm pacientes,que com alguma lembrança que foi marcante,ou uma visão da realidade que está vivendo que faz com o que essa parte do celebro,volte, mas isso acontece em poucos casos.—dizia o doutor ao Paulo que estava atendo ouvindo tudo:
—não sei o que pode ser tão chocante assim afinal não lembro de nada.—falou ele confusão.
—tem algum risco,doutor se o Paulo tiver as suas lembranças de volta? —perguntou Frederico.
—em alguns casos podem ocorrer, uma hemorragia, e o paciente podendo passar por outra cirurgia complicada.
— é melhor Paulo, você só viver daqui para frente e esquecer o passado de vez—disse Frederico tocando nos ombros do Paulo,que respondeu com firmeza:
—deus deu-me uma segunda oportunidade não quero joga fora.—diz ele olhando para o Frederico.
— venho ver-te depois. —Disse o doutor que saía,mas Paulo pegou em sua mão:
—obrigado doutor, Ana está a demorar pedir o meu violão, e ela falou com você?
— Paulo, achei a enfermeira Bianca—fala ele se sentando.
— ela chama-se Bianca,como Ana disse? —diz ele animado.
—sim, mas ela não está no bom momento. — falou Frederico,com um tom de desânimo.
— porque?
— quando ela saiu daqui, passou mal e teve que fazer um parto as presas—dizia ele ainda desanimado.
— como ela está?e o bebê? —perguntou Paulo angustiado.
—o bebê está na UTI e ela está internada, não é um bom momento para ir ver ela —disse Frederico,indo em direção a porta ,mas Paulo não estava afim de desisti:
—claro que é, ela ficou comigo no meu pior momento sem mesmo me conhece, pensei a noite toda,e eu só tenho que agradecer-lhe, e agora mesmo quero ir ver ela ,leva-me até ela, por favor Frederico. —pedia ele preocupado.
— não posso Paulo!
—pode sim, se não me levar vou sozinho!— dizia Paulo insistindo de pé, como já conseguia anda, só sentia dores de cabeça, mas nada que impedi ele de ir ver a Bianca, afinal ela ficou com ele quando ele, mas precisou que alguém acredita-se que iria acordar e ficaria vivo.
Já Bianca se preparava para ir ver o seu filho, com todo o cuidado ela vai numa cadeira de rodas.
—preparada mãezinha para ver seu bebê? —perguntou uma enfermeira.
— nem sei, mas qual emoção estou a sentir —dizia ela em lágrimas sentando na cadeira com cuidado.
—só, deixa o seu coração mostrar como deve agir. —disse maninha dando um beijo nela e abençoando Bianca.
—cheguei a tempo?— dizia Nanda ao entrar no quarto.
—vou ver ele o meu bichinho deseja-me sorte! —disse Bianca sorrindo.
— diz-lhe que eu amo muito e se ele sair daquela UTI vou ser a melhor madrinha que existe— Falava ela abraçando Bianca .
— irei falar! — diz Bianca Que entrou naquela sala onde não havia só o pequeno Camilo, mas sim outros pequenos com outras mães que sentiam a mesma dor que Bianca estava a sentir, havia mães que nem lágrimas, mas tinha,outras com um olhar que dizia,vai dar tudo certo. o barulho dos aparelhos, cada toque era apavorante para uma mãe que nunca imaginou que iria ver o seu filho,seu primeiro filho, ligado a tantos aparelhos tentando sobreviver tão pequeno, pensava ela nesse momento olhando aquelas incubadoras. — quem será o meu filho?
— não sabe qual é o seu filho? — perguntou a enfermeira, por perceber a angústia de Bianca olhando as incubadoras.
— não, ainda não o conheci —diz ela em lágrimas
— esse aqui é seu filho, o Camilo — dizia ela colocando a cadeira que Bianca estava próxima a incubadora, e Bianca não conhecer as lágrimas ao ver o seu pequeno Camilo:
—oi meu amor, sou a sua mamãe, lembra da minha voz?—ela tocava nele por um pequeno furo na incubadora.—de quanto cantava para você, ou brigava por que sempre me chutava forte,volta pra mamãe, porque não sei viver sem você, a mamãe precisa de você.
—A enfermeira ver ela chorando muito que se aproxima dela: — não chore assim, ele é forte e esperto, porque pensa que ele quis sair logo, da sua barriga em? Ele respira bem com os aparelhos, e os batimentos estão bons,olha aquele bebê ali no colo da mãe dele —mostrava ela com a mão.
— aquele da direita? —Pegunta bianca.
— sim, ele chegou aqui, tão pequeno e frágil e depois de um mês já estava forte e mamando da sua mãe, e logo ele vai sair daqui, assim como o seu filho—dizia ela tocando nos ombros de Bianca,que respondeu com aflição:
— Deus queira.
— ele vai querer.— diz a enfermeira sorrindo .
Narrador
—Bianca estava encantada a olhar pro o seu Filho, ela não queria sair dali, pois as palavras daquela enfermeira acamou, mas o coração dela.
Já Paulo queria ir logo ver,a Bianca que Frederico não aguenta, mas a insistência que leva ele até o quarto onde Bianca está:
— é aquele ali o 210— diz Frederico, mostrando com a mão o quarto.
—o que falo? — pergunta Paulo nervoso.
— eu que sei,— diz ele colocando suas mãos no bolso do jaleco ,— sabe volta pro o seu quarto sozinho?porque tenho pacientes pra atender
— sei, pode ir —responde Paulo esfregando as mãos nervoso indo até a porta daquele quarto,ele bate três vezes,mas ninguém responde, quando eu ele ia abrir a porta ,alguém aparece:
—vala meu deus o que ele faz aqui?—pensava Nanda de frente para o Paulo,que ficou olhando pra ele.
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Atualizado até capítulo 79
Comments
Amanda
😲😲😲😲
2024-07-06
1
Flavia Oliveira
Eita ansiedade,doida pra eles se reencontrar
2023-07-26
3