Otto
Após o ataque sai sem rumo, chego em um Jardim em uma pequena casa escondida no campo. Apocalipse tem total controle sobre mim, sinto aos poucos minha humanidade se esvair, não estou conseguindo voltar a ser humano e isso me deixa ansioso e louco. Apocalipse senti minha angústia e está descontrolado. Tenho medo de machucar algum inocente, perdi totalmente o controle dos meu atos.
Ouço um barulho e me preparo para atacar, quem ou o que quer que seja já tem sua sentença de morte decretada. Vejo que é uma mulher morena de corpo esguio, até muito bonita por sinal, realmente uma pena, hora ruim de aparecer no jardim.
Seus olhos espantados denunciam todo o medo que está sentindo, isso só faz com que Apocalipse salte na direção dela com as garras já exposta. De repente escuto em minha mente um comado.
Mulher: _ Eu ordeno que pare!
Como num passe de mágica, Apocalipse vai se acalmando, acalmando e me devolve o controle. Com a pouca energia que ainda me resta transformo- me em homem.
No entanto, a alegria dura pouco, começo ter forte convulsões seguida de vômitos, também com a quantidade de vampiros que Apocalipse mastigou seria impossível não passar mal.
Percebo ela inquieta, agora ela sente remorso, acredita ser sua culpa eu estar passando mal, pensa ser consequência de sua magia. Eu consigo escutar tudo o que ela pensa, e não é por elo mental até por que ela não é uma loba é uma maga, se não fosse pelo incessante jato de vômito com certeza a interrogaria... Como ela conseguiu viver no meio de uma alcatéia e não ser descoberta?
Vejo ela pegar e amassar um punhado de lírio da paz, depois sem mais nem menos enfia na minha goela. Que petulante!
Bom, mais deu certo! As convulsões vão cessando e os vômitos também, só então consigo me comunicar com ela.
Otto: _ Ei, não fica nervosa, não foi você quem errou, isso é uma reação do meu organismo por conta do meu lobisomem interior.
A propósito, obrigado por me ajudar.
Ela fica em choque, mas ao mesmo tempo aliviada, pois sabe que também sou como ela.
Mal acabo de me comunicar entro na segunda fase da pós transformação de Apocalipse, uma febre altíssima toma conta de mim que me faz até delirar. Em um momento de lucidez peço...
Homem: _ Eu sou um dos guerreiros do rei, por favor me leve até a mansão da Adaga Negra. Ninguém irá lhe fazer mal, eu dou minha palavra. Prometa-me que vai me levar... eu, eu, vou desmaiar. - não sinto nem o impacto do meu corpo indo ao chão.
Quando acordo estou no quarto da mansão da Adaga Negra. Suspiro aliviado, sei que ela me trouxe até aqui.
Como uma pequena mulher conseguiu me carregar até aqui? Alana é seu nome, em seu pescoço havia uma pequena correntinha com esse nome. Onde será que ela está? Preciso levantar, preciso falar com Zion antes que ela corra mais perigo, a mansão da Adaga Negra não é segura para desconhecidos.
Vou me levantando e vejo um par de olhos inquisitores me encarar, eu os conheço muito bem... é Zion.
Otto: _ Zion, cadê a Alana? Eu preciso dela! Poderia trazê-la aqui?
Zion: _ Ela está na sala, mas trazê-la agora em seu quarto é complicado e no mínimo imprudente. Eu não sei quem é ela, do que é capaz. Parece até ser boa moça e tudo mais, mas aqui é a irmandade, e ela esconde algo, eu sei que é algo importante.
Otto: _ Zion, eu te garanto que ela não oferece perigo , realmente há mais coisas para te contar, mas eu gostaria de estar junto e no momento não estou bem para essa conversa. Agora, preciso dela, Alana sabe como me ajudar. Te dou minha palavra que tão logo me sinta melhor te contarei tudo, enquanto isso peço que ela fique aqui sob minha responsabilidade.
Zion: _ ok, ela ficará sob sua responsabilidade. A mandarei subir
Enquanto Zion vai liberar a vinda de Alana ao meu quarto decido tomar um banho rápido e ficar mais apresentável, ninguém merece ver um homem todo sujo de vômito.
Estou saindo do banheiro distraído secando meu cabelo quando vejo Alana entrando no quarto.
Puta mer*da ela é lindíssima! Percebo Apocalipse querendo vir a tona por ela, é inédito o feito que essa mulher tem sobre nós, fico admirado ela conseguiu chamar a atenção até da besta que habita em mim. De fato Alana não é comum, ela mexe com a gente de uma forma que acalma e incendeia ao mesmo tempo.
Estou preste a cometer uma loucura, percebo o quanto seu corpo também reclama contato com o meu, em uma brincadeira psíquica deixo todos os nossos sentidos ainda mais intenso.
Meu cheiro de acasalamento invade o quarto, ela sente...e como sente. Ela aperta as pernas de forma a conter seu desejo sexual por mim, por nós, Apocalipse está a beira e quer participar.
Por uma fração de segundos permito desfrutar dessa luxúria que nos envolve. Sem dar tempo de ela falar a empurro contra a parede e a beijo com intensidade, nunca beijei alguém assim, o beijo se intensifica como se eu quisesse retirar todo o seu fôlego através de apenas um beijo. Seu corpo é tão lindo que minhas mãos passeiam por eles em verdadeira adoração, não aguento mais... em um rompante rasgo a blusa dela e me deparo com os sei*os mais sedutores que já vi. Totalmente perfeitos, bem fartos , redondinhos e com os biqui*nhos salientes. Caio de boca me deliciando nesse manja dos deuses, lambo, puxo e mordisco os bi*cos. Ela arfa em meus braços, sinto cheiro de sua libido e enlouqueço perco o controle, ronrono e sinto Apocalipse preste a emergir.
Ela percebe o que está acontecendo, mas ao contrário do que pensava ela não tem medo, ela tem curiosidade. Apocalipse ronrona novamente, e ela me beija enlouquecidamente, pula em cima de mim e me prende com suas pernas. Em movimentos erótic0s a sarro descaradamente, ela g3me suas mãos são como brasa passando por todo meu corpo, nosso coração acelera e vejo o quão perfeitamente estamos conectados.
Sinto sua umidade escorrer pela calcinha, por extinto enfio meus dedos em sua v@gin@ e num movimento de entra e sai levo ela a loucura, seus gemidos ecoam pelo quarto.
Em um movimento rápido a jogo em cima da cama e caio de boca na sua bocet@ rosadinha, lambo, mordisco e faço movimentos circulares em seu cli*tó*ris enquanto habilmente meus dedos entram e saem de dentro dela fazendo ela chegar bem perto de sua libertações. Seus g3midos ficam mais intensos, ela arfa, puxa meus cabelos e esfrega sua bocet@ em minha cara, até que explode em um gozo intenso, eu lambo tudo como se minha vida dependesse disso estou completamente inebriado com seu gosto, quando dou por mim estou em meia transformação.
Faço de tudo para conter Apocalipse, não sei o que ele seria capaz de fazer... Mas tenho uma só certeza, ele acabaria com ela, pois ele é descomunal. Já sou um homem muito bem dotado e quando me transformo tudo em mim aumenta de tamanho. Numa tentativa desenfreada de controlar a situação salto pela janela e vou em direção a floresta ao lado da mansão, deixo Apocalipse vir e correr enlouquecidamente na tentativa de se acalmar.
Deixá-la naquela cama totalmente pronta e aberta para me receber foi a coisa mais difícil que já fiz, mas fiz por ela... Espero que ela entenda.
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Atualizado até capítulo 57
Comments
corrinha
mais que bruxinha safada pensei que fosse virgem ainda
2024-05-07
0
Nalva Batista
Eita
2024-02-25
0
Elis Regina Barbosa
nossa
2023-12-11
1