Amigos assim podem realmente existir? "Eca, mantenha distância. Vamos evitar cair em armadilhas e acabar perdendo nossos homens, nojento!" debochou uma das convidadas ao sair, lançando um olhar de repugnância para Sonia.
"Nada além de um espinho em nosso caminho! Uma vergonha!" praguejou outra convidada enquanto saía.
"Mulher louca! Sem coração!"
Insultos, intimidação e maldições continuaram a ser lançados contra Sonia. Suas lágrimas escorriam, encharcando suas bochechas. Sua maquiagem borrava. Sonia apertava os punhos com força. 'Eu juro que me vingarei de todos vocês! Especialmente daquela maldita garçonete do bar! Por causa dela, meus planos bem elaborados foram reduzidos a nada!' pensou Sonia, seu olhar ardendo em chamas.
Os convidados foram saindo um a um. Eles não ofereceram parabéns aos noivos, em vez disso, lançaram olhares de desdém e jogaram insultos em seu caminho.
Os dois amigos de Velyn, que também eram amigos de Sonia, se aproximaram dela. Eles haviam chorado o tempo todo, porque por trás de tudo o que aconteceu com Velyn estava um cenário criado por Sonia. Eles até se afastaram de Velyn, pensando que ela havia sido infiel e passado noites com outro homem.
"Na minha vida, não acredito em ex-amigos. Mas a partir de agora, vou evitar uma hipócrita como você!" disse Wirda, com um olhar triste.
"Não consigo acreditar que você faria isso, Son!" Nikita soluçava, enxugando freneticamente as lágrimas dos olhos.
As duas partiram, deixando Sonia envolta em raiva, vergonha e ódio. Agora, ela estava verdadeiramente arrasada e sozinha.
Ao lado do palco, os pais de Gerald pressionaram as mãos no peito. O casal idoso estava exausto, lamentando o destino do filho. Eles já haviam sentido vergonha por um casamento fracassado, e agora estavam totalmente constrangidos por terem uma nora tão enganadora como Sonia.
"Nossa, querida. Essa é ainda pior do que a última que fracassou! Pelo menos a última foi difamada pela sua nova nora. Oh, que má sorte caiu sobre Gerald", zombou uma mulher de meia-idade, abanando-se.
"Silêncio e vamos para casa!" sussurrou o pai de Gerald, não querendo acrescentar à tristeza de sua esposa.
"Sim, estou indo para casa. Da próxima vez, examine com mais cuidado a noiva de seu filho. Não aceite tão prontamente, principalmente porque ele seguiu em frente tão rapidamente. Ele estava tão ansioso ou era realmente uma questão de se vingar de sua ex? Infelizmente, as coisas tomaram um rumo oposto", respondeu a mulher, balançando a cabeça.
"Chega de barulho! Vamos embora, querida!" insistiu o homem, não querendo que sua esposa afundasse ainda mais na tristeza.
...===000===...
Durante toda a viagem, Richard permaneceu estoico, com o foco apenas na estrada à sua frente. Seu rosto estava inexpressivo e extremamente frio, um olhar que Velyn nunca havia visto desde que estavam juntos.
Velyn brincava com a barra do vestido, sentindo o peito ainda apertado. Ela olhava para baixo, roubando olhares de vez em quando para o lado do marido. Sentia-se repreendida, arrependida por não tê-lo ouvido desde o início.
"Cad," Velyn chamou suavemente.
Não houve resposta de Richard, que permaneceu paralisado. O ar-condicionado do carro estava ligado, mas não parecia tão frio quanto a conduta de Richard.
"Richard, me desculpe", ela disse, curvando a cabeça ainda mais, sentindo-se tola por ter desperdiçado um homem como ele.
Ele sempre fora gentil com ela, apesar de nunca receber tratamento semelhante em troca. Ela costumava menosprezá-lo e subestimá-lo, pensando mal dele sem motivo. Agora, diante da verdade, Velyn afundava ainda mais em um poço de remorso.
Richard permaneceu em silêncio, como se a presença de sua esposa não importasse para ele. Isso só aumentou a confusão de Velyn. Incerta de como conquistar seu perdão, ela optou por ficar quieta, observando a vista pela janela enquanto lutava com seus pensamentos.
"Saia!" Richard disse depois de chegarem à residência de Narendra.
Velyn virou-se para olhar seu marido, que não havia desligado o motor do carro. "Para onde você está indo?", ela ousou perguntar.
"Tenho algo para resolver! Saia", ele ordenou novamente.
Ao ver que sua esposa não havia se movido, Richard soltou um suspiro áspero. Ele saiu do carro, abriu a porta do passageiro e segurou o pulso de sua esposa, instando-a a sair. Relutantemente, Velyn saiu.
Assim que ela fechou a porta, Richard correu de volta para o banco do motorista. O carro acelerou e Velyn observou até ele desaparecer de sua vista.
A preocupação tomou conta de Velyn, conforme as advertências de Deborah sobre uma amante passavam por sua mente. Ela mordeu o lábio inferior com apreensão, especialmente diante do comportamento incomumente frio de Richard. Sua cabeça latejava de tanto chorar o dia todo. Velyn tentou afastar seus pensamentos sombrios e entrou na casa.
...===000===...
Richard visitou uma fundação que fornecia assistência domiciliar certificada. Devido à sua agenda ocupada como administrador da empresa, ele contratou três profissionais de assistência domiciliar. No mesmo dia, Richard trouxe as três mulheres de meia-idade para a residência Narendra.
"Mãe! Conheça as três ajudantes que ficarão responsáveis pela casa. Peço desculpas, mas tenho muito trabalho e não conseguirei lidar com as tarefas domésticas", disse o homem, se aproximando da sogra.
Sabrina levantou-se rapidamente, seus olhos estreitando ao ver três pessoas uniformizadas sorrindo e se curvando ligeiramente em cumprimento.
"O que é isso, Richard? Você tem ideia de quão altos são os salários das assistentes dessa fundação?! Por que decidiu sozinho, hein? Quem é o dono desta casa?" Sabrina gritou com raiva.
Richard, acostumado com explosões assim, não ficou surpreso. Quem ficou assustado foram as novas assistentes.
"Não se preocupe, sou eu quem está pagando os salários delas", disse ele, calmo como de costume.
"Você acha que pode se dar ao luxo disso? De onde você tirou esse dinheiro, hein? Você ainda está vivendo às custas da casa da sua esposa! Agora está bancando o bonzão, pagando por ajudantes certificadas!" Sabrina zombou com desdém.
"Não se preocupe, sou um homem responsável. Não sou do tipo que confia em promessas vazias; eu vou provar. Já paguei o salário delas para o próximo mês. Deixe-as fazerem seus trabalhos como é esperado. Ah sim, a razão pela qual estou morando aqui é realmente por causa de Velyn. Um dia, vou levá-la embora e iremos morar no meu palácio", Richard declarou, um sorriso iluminando seus lábios.
O homem se virou e falou com as ajudantes: "Venham, vou mostrar os quartos de vocês!" ele disse, levando-as para os quartos dos fundos.
"Só isso, Cad. Se você não puder pagar e a fundação te processar! Um palácio! Um palácio! Provavelmente é só uma cabana minúscula e ruim!" Sabrina gritava, ainda sem acreditar.
Richard não respondeu mais, cansado de entreter sua sogra. Ele temia que ela pudesse sofrer de pressão alta.
"Richard! Vá buscar a Deborah na Rua Kembang! O carro dela quebrou de repente!" Rendra desceu, olhando para seu telefone, cruzando caminho com seu genro.
"Hmm," Richard murmurou, saindo de casa. Clicou a língua, ainda sobrecarregado com seu trabalho. "Esqueci de procurar um motorista!" ele resmungou enquanto dirigia para longe.
Ao chegar no local, Richard só encontrou o carro de Deborah estacionado na beira da estrada. Ele saiu para verificar o veículo. "Este é definitivamente o carro da Deborah. Então onde está a dona barulhenta dele?" ele disse, examinando a área, sem encontrar ninguém.
Continua~
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Atualizado até capítulo 134
Comments
Solange Maria Martins
ele deveria perdi divicisio
2024-07-10
2
Anna Lucia Da Silva Pereira
essa cunhada também é outro encosto igual o pai e a mãe
2024-03-10
4
ARMINDA
RICHARD DESSE UM FORA NESTE BASTARDO DO SEU SOGRO. QUE ELE FOSSE BUSCAR. A BASTARDA DA DÉBORA. 🤨🤨🤨🤨🤨🤨
2024-02-23
1