Depois da noite passada nem se quer olhei na cara dele, no café da manhã do dia seguinte tratei ele como um estranho. Não quis nem olhar pra ele. Terminei o café da manhã e voltei pro quarto totalmente calada.
Ele resmungou e coçou os olhos olhando emburrado pra direção do meu quarto. Assim que entrei fechei a porta e só deitei na cama como todos os dias. Zetsu branco vira e mexe estava lá comigo. Ele era o menos pior dali...
ZetsuB: você quer que eu fale com ele?
-Não, o mínimo agora será o melhor... mas... *me sentei na cama* tem uma coisa...
ZetsuB: ah não... eu conheço essa cara!
-Por favor Zetsu... eu nunca mais te peço nada! Só... só por favor, me ajuda nisso...
ZetsuB: ... seja rápida! Ele quer que eu entregue alguma coisa lá. Tem 10 minutos!
-*sorri* é mais que o suficiente.
Corri na mesinha e comecei a escrever uma carta ao Hashirama. Contei tudo que estava acontecendo ali. Coloquei detalhes... ZetsuB pegou a carta e levou junto com os outros documentos.
Lá na vila Tobirama estava olhando e se deparou com a carta. Ele abriu pensando ser mais uma das conversar do irmão com o Madara mas assim que leu a situação ficou pior.
Tobirama: HASHIRAMA!
Naruto: aí tio segundo! Que susto! Ele não está.
Tobirama: Naruto, seu pai está na sala dele?
Naruto: não, ele e o primeiro saíram.
Tobirama: droga... peça pra chamarem a Hinata.
Naruto: aconteceu alguma coisa?
Tobirama: uma carta da Hanami.
Naruto arregalou os olhos e correu. Ele praticamente pegou a Hinata no colo e correu com ela. Assim que chegaram tobirama estava escrevendo uma carta pra mim.
Hinata: Naruto me contou...
Tobirama: toma, pode ler.
Ele entregou a carta pra ela e os dois começaram a ler. Hinata colocou a mão na boca começando a chorar e Naruto a abraçou morrendo de raiva.
Naruto: me diz que vamos tirar ela de lá...
Tobirama: nem que tenhamos que começar outra guerra! A volta do clã Uchiha eu não aceito!
Hinata: não tem nada que possamos fazer agora?
Tobirama: meu irmão é muito mole... não tem noção das coisas. A partir de agora quem vai comandar o resgate dela sou eu!
Os dois se olharam e concordaram. Tobirama escreveu um jutsu na carta para que eu pudesse sempre entrar em contato com ele... um jutsu que somente ele sabia. A qualquer hora, e qualquer lugar. Contanto que eu tenha uma folha e algo pra escrever.
Tobirama entregou aquilo ao Zetsu e exigiu que fosse entregue nas minhas mãos... e assim ele fez. Assim que chegou no esconderijo ele foi direto no meu quarto rapidamente torcendo pro zetsu negro não ver nada.
ZetsuB: é uma carta do Tobirama... esconda isso pelo amor de Deus! Se o Madara pega uma carta do cara que ele mais odeia nas suas mãos... eu não quero nem ver.
Concordei e ele saiu trancando a porta. Deitei na cama e comecei a ler a carta... Tobirama parecia doce com as palavras... parecia querer me tranquilizar a cada frase. Me incentivou a ser forte e continuar fazendo vista grossa com ele. Para nunca ceder nada do que ele pedir.
Aquela carta serviu muito de incentivo. Comecei a pensar que Tobirama era o homem certo pra me tirar dali, enquanto Hashirama queria conversar com o amigo... Tobirama queria agir contra o inimigo... respirei fundo escondendo muito bem aquela carta e comecei a escrever outra pra ele.
Agora não precisava mais do Zetsu pra isso. Apenas agradeci pelas palavras e concordei em continuar sendo a mais forte possível. Implorei a ele que não desistisse de mim e fiz o jutsu da qual ele ensinou. Tobirama assim que recebeu a segunda carta deu um sorriso e olhou para o céu.
Madara por sua vez estava por aí destruindo coisas com o Kurama, estava matando pessoas e devastando vilas que não tinham como se proteger... por que estava fazendo isso? Puro desejo de se sentir algo que não era, queria se sentir digno. Hashirama e Minato foram chamados justamente para impedir isso...
Madara assim que viu os dois lá de baixo riu e desceu do Kurama que ficou menor logo em seguida.
Madara: o que querem aqui?
Minato: fazer você parar de destruir as coisas?
Hashirama: Madara! Por que isso agora!?
Madara: vão se foder os dois vai.
Kurama: estava até ficando divertido, aí vocês apareceram.
Hashirama: eu preferia você quando estava dentro da minha esposa. *fez cara de tédio*
Madara: não fala daquela vadia! Ainda bem que não ressuscitou junto com vocês!
Hashirama: não fala desse jeito Madara! Você só tinha ciúme dela por que eu me casei e você não!
Madara: O QUE QUER DIZER COM ISSO? QUE EU NÃO SOU DIGNO DE ME CASAR? OU QUE EU NÃO CONSIGO ME CASAR? ME POUPE HASHIRAMA!
Minato: ... acho que eu vou deixar vocês a sós...
Minato foi pra dentro da vila ajudar os moradores feridos e Hashirama coçou os olhos resmungando.
Hashirama: o que deu em você!? Surtou foi?
Madara: eu sou digno de qualquer coisa entendeu!? Eu faço o que eu quero E EU CONSIGO O QUE EU QUISER!
Hashirama: tá bomm! Eu nunca disse que isso era mentira! O que deu em você!?
Kurama: a garota dele disse que nunca vai amá-lo é que ele nunca será digno de amor. *começou a rir*
Hashirama: o que você fez...
Madara: da pra calar a boca! O assunto está aqui! Não aí.
Kurama empurrou ele e Madara grunhiu empurrando ele também.
Hashirama: Madara! Por que ela disse isso?
Madara: por que é mimada e não me obedece!
Kurama: por que ele não quis deixar ela perto dele e depois bateu nela.
Madara: cale-se ou eu te mato!
Hashirama: VOCÊ O QUE!? MADARA VOCÊ PROMETEU!
Madara: eu só dei uns tapinhas! Ela que é fresca e não aguenta nada!
Hashirama: eu não acredito que você fez isso...
Madara: vamos em bora. *ele puxou o kurama pra dentro dele e começou a andar*
Hashirama: MADARA VOCÊ NÃO SAI DAQUI! VOCÊ ME... MADARAAA!
Madara: para de gritar!
Hashirama: eu quero você aqui AMANHÃ E COM ELA ENTENDEU? EU QUERO FALAR COM ELA!!
Madara: tá tá. A gente se vê.
Hashirama: MAS QUE… MADARAAAAA!
Ele se teletransportou de lá e nem deu bola. Continuei lendo e relendo a carta do tobirama no meu quarto... aquelas frases me faziam sorrir como nunca... escutei ele destrancando a porta e escondi a carta virando o corpo de costas.
Madara: ... o que está fazendo?
-Tentando dormir!
Madara: *Ele ia dizer mais alguma coisa mas desistiu* Ótimo!
Ele bateu a porta do quarto trancando de novo e foi pro escritório dele. Obito estava lá.
Obito: ela não vai te perdoar depois dessa.
Madara: fodase. Se passar mais alguns dias e ela não voltar ao normal quero que se dane. Ela vai ter filhos nem que seja na marra.
Obito: você tem que pedir desculpas pra ela!
Madara: prefiro mil vezes morrer!
Obito soltou um gemido de insatisfação e bateu as mãos na cara e olhando bravo pra ele.
Obito: você não tem jeito!
Madara: escuta. Amanhã o Hashirama quer que eu leve ela lá no mesmo lugar que tinha uma vila vizinha a nós. Será de manhã então estejam todos prontos!
Obito: tá, que seja.
Obito saiu do escritório estressado e foi em bora. Foi sair um pouco do esconderijo.
Madara: pedir desculpas, era só o que me faltava. Eu? Pedindo desculpas hahahahahahhahah jamais!
Ainda sim ele ficou inquieto e não queria nem se quer pensar na possibilidade. Enquanto isso eu trocava cartas com Tobirama conversando com ele através de um simples jutsus. Ele escrevia coisas lindas e a cada frase me deixava mais calma.
Na hora do jantar mal comi pensando nas coisas que ele me falava. Fiquei mexendo no garfo apoiada com a cabeça em uma das mãos. Estava com um sorriso bobo e com os pensamentos longe. Minha mente torcia pra tudo acontecer logo.
Madara: Hanami.
Nem escutei ele me chamar. Comecei a imaginar o que Tobirama faria pra poder me tirar de lá. Madara ficou bravo.
Madara: Hanami! *me assustei dando um pulinho e olhei pra ele* por que está com essa cara!?
-É a única que eu tenho.
Madara: *coçou os olhos* não desse jeito! Com essa cara de quem tá do outro lado do mundo!
-Quem me dera. *tentei levantar pra ir pro quarto mas ele se teletransportou na minha frente e me fez sentar de novo*
Madara: você não comeu nada.
-Dês de quando se importa!?
Madara: Dês de quando eu não quero que fique doente.
-Talvez eu fique. Mas tente não me bater por isso também, não é minha culpa.
Ele revirou os olhos indo se sentar e eu fiquei de braços cruzados. Ele se sentou resmungando.
Madara: vai continuar com isso até quando!? Já passou! Já foi!
-Até a dor e os roxos passarem! E enquanto a minha alma estiver machucada, EU NÃO PARO!
Madara: Deus do céu... tá bom tá bom! Eu devia ter pensado melhor e ter conversado ao em vez de bater! Mas eu fiquei estressado!
-Isso não é desculpas!
Madara: eu não vou pedir desculpas.
-E EU NÃO VOU TE PERDOAR NEM SE PEDISSE!
Madara: para com essa birra garota... eu já falei que não era pra ter sido daquele jeito. Aceita e pronto!
-Peça desculpas.
Madara: jamais.
-Então... já que não vai pedir desculpas do jeito certo... Me deixa dar 120 palmas com o punho suave.
Ele levantou a sobrancelha e cruzou os braços. Parecia cogitar deixar que eu batesse nele ao em vez de pedir desculpas.
Madara: nem um e nem outro! Ainda mais bater em mim! Tá louca!?
-VOCÊ ME BATE POR NADA SEU BRUTO!
Madara: abaixa essa voz comigo menina!
-Ou o que!? Vai me bater de novo!? Vá em frente! Nem dói mais. Eu tô tão machucada mais tão machucada que se você me cortar a sangue frio com uma faca sem corte eu não vou sentir!
Ele colocou os dedos na testa esfregando e respirou fundo tentando não gritar comigo de novo.
Madara: você nunca vai parar de falar isso?
-Não. Ou você me mata, ou você me tira daqui. Ou eu juro que faço da sua vida um inferno.
Madara fez só um gesto para que me levassem pro quarto e eu fui. Fui sorrindo... Ele ficou totalmente bravo e saiu do esconderijo. Assim que me trancaram no quarto escrevi outra carta contando tudo ao Tobirama.
Madara nem se quer sabia o que estava fazendo. Estava completamente perdido. Não sabia se realmente me pedia desculpas ou continuava do jeito que estava. A verdade era que ninguém havia falado com ele daquela forma... ele estava confuso.
Madara voltou ao esconderijo entrando no escritório dele e sentando na cadeira. Ele ficou ali revisando coisas e coisas sem me tirar da cabeça por um segundo. Zetsu negro não perdia uma oportunidade resolveu ir lá...
ZetsuP: algum problema Madara?
Madara: tem, tem um problema sim, esse problema tem nome, idade, muita marra, peitos grandes e um rostinho lindo.
ZetsuP: qual o problema com a sua criança?
Madara: Zetsu... você tem noção que ela me chantageou hoje? E ainda por cima me deu "opções e formas de perdi desculpas a ela?"
Zetsu riu e se sentou na cadeira da frente da mesa dele. Madara estava inconformado.
ZetsuP: Madara... nunca pensei que você fosse ser submisso a ela.
Madara: NUNCA! Não repita isso!
ZetsuP: do jeito que está, até parece que vai começar a pedir permissão pra ela.
Madara: ela tem que aprender de uma vez por todas que eu não estou aqui brincando com ela...
ZetsuP: Madara, você quer filhos, não quer?
Madara: quero, mas ela me disse...
ZetsuP: ELA TÁ TE DANDO CONSELHOS? HAHAHAHHAHAHAHAHHAHA.
Madara: me escuta porra! Ela brigou comigo! Não foi um conselho.
ZetsuP: ELA ESTÁ DANDO SERMÕES E BRONCAS JÁ? HAHAHAHHAHAHAHAHAHAHHAHAHAHAHAHAHAHHA
Madara: ZETSU!
ZetsuP: tá bom tá bom hahahhahahahaha mas isso é hilário, por favor continue.
Madara: hm! Ela disse que eu jamais vou ter o amor dos meus filhos... nem o dela...
ZetsuP: onnn e vai me dizer que você ficou magoado!?
Madara fez cara de tédio colocando wisk no copo e começando a beber.
Madara: você me entendeu!
ZetsuP: Madara, francamente, você quer filhos, vai lá e faça seus filhos!
Madara: de repente!? Eu realmente não sei se estou pronto pra ser pai, pode parecer ridículo mas ela tem razão. Como vou cuidar de criança?
ZetsuP: essa obrigação é dela. Ela é a mãe.
Madara: mas eu quis os filhos. Eu quero criá-los, quero acompanhar tudo e fazer de tudo por eles! Quero que eles olhem pra mim e tenham orgulho do pai! Mas, depois do que ela disse...
ZetsuP: ela feriu seu ego foi!?
Madara: pare de debochar!
ZetsuP: você da liberdade de mais pra ela. Enquanto não mostrar que você pode fazer o que quiser, ela vai continuar te desafiando. Faça logo o primeiro filho, vai ver como as coisas vão ficar mais calmas.
Madara: ela agiu muito estranho hoje.
ZetsuP: como?
Madara: ... ela estava mais... encorajada. Não sei explicar.
ZetsuP: siga meu conselho. *se levantou* ela está aqui por um propósito, restaurar o clã Uchiha! Você que inventou que quer se casar com ela. Esqueça essa baboseira e apenas tenha seus herdeiros! *revirou os olhos e saiu*
Madara começou a girar uma caneta nos dedos pensando seriamente no que Zetsu disse e na hora do jantar ele não apareceu. Achei muito estranho ele simplesmente não ir porém fiquei na minha. Depois de duas horas depois da janta bateram na porta. Era o Zetsu... na verdade... a parte preta.
-O que você quer!?
ZetsuP: eu não sou aquele mala feito de células! Fale direito comigo pirralha!
-Deus... me fala logo o que quer! Eu ia dormir!
ZetsuP: Madara quer falar com você. Está no escritório.
-Então diga a ele que amanhã se ele quiser ele que venha me procurar! Estou indo dormir.
Ele veio totalmente bravo na minha direção e tentou me puxar. Dei uma palmada na mão dele e segurei seu outro pulso. Ele usou seu jutsu de paralisação e me levou até a porta. Assim que chegamos na frente do escritório ele me soltou e abriu a porta me empurrando pra dentro.
-SEU IDIOTA, ABRE ISSO JÁ! *comecei a bater na porta*
Madara: Hanami! *olhei pra trás com cara de brava* sente ali.
Respirei fundo e fui. Me sentei com os braços cruzados e uma perna cruzada em cima da outra. Ele levantou pegando o copo de wisk e bebeu um gole indo na direção da porta e... trancando... achei aquilo muito estranho e fiquei um pouco assustada.
Madara: sabe por que está aqui?
-Por que eu te respondi sem educação e agora você vai me bater. De novo. *desviei o olhar já me rendendo ao esperado*
Madara: acertou o assunto. Mas não a punição.
-O que quer dizer?
Madara: quero dizer que hoje você passou dos limites.
-Você também.
Madara: ok, quer que eu admita? Muito bem. Eu não devia ter te batido. Devia ter falado. Agora quero que fale o por que você, passou dos limites. *encostou na mesa dele de costas virado pra mim*
-Por que eu respondo você. *revirei os olhos*
Madara: você não me respeita! E está ai a prova, você revira os olhos, grita comigo, acha que pode fazer o que bem entende... só por que sabe que eu não vou te matar. Você abusa da minha paciência.
-Eu não tenho culpa se me escolheu por vista! Se me conhecesse jamais iria querer ficar perto de mim.
Madara: e é aí que você se engana. Eu gosto do seu jeito, gosto de desafios, porém... tudo tem limites. Você chegou aqui assustada, passiva, um pouco menos corajosa... e agora você simplesmente me bate como se eu não fosse nada.
-Você me bateu primeiro.
Madara: ok, a questão não é mais essa. Eu já percebi o que está acontecendo.
-Percebeu só agora que eu quero ter uma adolescência normal?
Madara: percebi só agora que você acha que eu não tenho coragem de fazer nada com você, só por que no primeiro dia eu disse que não faria nada contra a sua vontade.
Fiquei quieta e ele pegou uma das cadeiras que ficavam na frente da mesa dele e colocou na minha frente.
Madara: eu estava conversando com o Zetsu antes da janta... e ele me disse uma coisa que faz muito sentido.
Engoli seco já imaginando do que se tratava, aquele cara era um pesadelo... Zetsu negro parecia que queria me ver sofrer...
Madara: ele me disse que eu dou liberdade de mais pra você. E é verdade. Dou tanta liberdade que você não tem nem medo mais de vir me pedir informações sobre as bestas.
-Prefere que eu sinta medo de você!? Pensei que quisesse ter um sentimento bom.
Madara: sentimentos são fraquezas, você apenas deve ficar ao meu lado, me apoiando como uma boa esposa.
-Não somos nada. E nunca vamos ser.
Madara: se você acha que eu não tenho coragem de te forçar alguma coisa... é melhor você retirar essas suas palavras. Ou eu vou fazer você engolir elas.
-Por que me chamou aqui!?
Madara: você não acredita pelo jeito, mas você vai ser mãe. Mais cedo ou mais tarde, saiba que eu ainda não fiz nada pois depois daquele seu discursinho até eu estou em dúvida sobre ser pai ou não.
-O que quer dizer!?
Madara: quero dizer que em poucos dias já não vou ser mais tão paciente. E se você não concordar já sabe o que vai acontecer. Eu prefiro fazer isso sem ter que causar estresse na futura gravidinha, mas você não está me dando outra escolha.
-O que quer que eu faça? Aceite ser mãe contra a minha vontade?
Madara: acredite ou não, mas eu realmente estou disposto a conhecer coisas novas. Como você mesma diz, eu já tenho tudo que quero, mas uma coisa eu não consegui. Você.
Meu coração começou a ficar acelerado e eu comecei a entrar em desespero. "O que ele está dizendo? Ele não está pensando em fazer um filho agora... está?"
Madara: meus ideias são específicos, você sabe. Porém quando eu não consigo algo, se torna uma questão de honra conquista-lo. Entende isso!?
-Não gostaria...
Madara: o dia que bati os olhos em você já sabia que me daria trabalho. E foi por isso que eu quis! E aqui estamos. Desde que chegou até aqui, eu torço todos os dias pra você continuar sendo essa menininha marrenta que você é. Me deixa muito irritado, e é por isso que eu quero tanto, pois todas as vezes que você me irrita, eu posso descontar essa raiva na sua bunda.
Comecei a olhar rapidamente pra porta querendo sair de lá morrendo de medo do que ele estava planejando fazer.
Madara: apesar de gostar dessas suas provocações, você está começando a abusar da minha paciência. E é por isso que está aqui.
-*comecei a tremer disfarçadamente* o que você vai fazer.
Madara: Hana... você só vai entender o que eu venho falando dês de o primeiro dia quando eu meter fundo em você. Eu até seguiria o conselho do Zetsu, mas... não vou ser tão ruim com você assim...
-Madara...
Ele levantou colocando a cadeira no lugar e eu levantei muito assustada. Ele me olhou de canto se sentando no sofá onde eu estava e bateu na própria perna.
Madara: vem.
Meu coração estava a mil e eu estava prestes a ter um infarto.
Madara: eu não vou pedir de novo. Venha ou será pior.
Fui tremendo mas fui. Ele me puxou pro colo dele e se levantou me colocando sentada ali de novo. Olhei pra ele de baixo e o mesmo segurou meu queixo pra cima.
Madara: você vem me deixando muito estressado esses dias. Você sabe disso, não sabe?
-*meus olhos se encheram de lágrimas e ele acariciou minha bochecha com o dedão* não faz isso... por favor...
Madara: agora é por favor? Uma pena... você precisa sentir na pele, quando eu disse faria, é por que eu faço! Nunca mais duvide disso.
Fiquei paralisada. Não conseguia me mexer em acreditar que aquilo estava acontecendo. Fiquei olhando ele desabotoar o cinto e logo depois abrir o zíper da calça colocando seu membro pra fora. Eu nunca tinha feito nada parecido. Não sabia nada... e ver aquilo na minha frente...
Era enorme... eu nunca tinha ficado tão perto de um homem "pelado". Eu nem sabia o que pensar, não sabia se sentia medo ou curiosidade. Por um lado agradeci por ser somente aquilo. E pelo outro... nem sabia por onde começar. Tinha medo de engasgar, tinha vergonha... ainda mais por nunca nem se quer ter sido tocada direito...
Madara já era um homem formado até de mais... os poucos toques que tive foram de Sasuke quando nos beijamos uma vez. Era a referência que eu tinha de toques. Mas aquilo... aquilo era outro mundo. Madara era um sádico puro... não se importava com nada contanto que ele estivesse bem.
Ele estava acariciando minhas bochechas e ajeitou meu cabelo passando seu membro nos meus lábios. Com calma ele tirou o laço do meu Kimono e o deixou deslisar dos meus braços para o sofá. Minha pele quente ficou fria pelo ambiente e meus seios ficaram durinhos. Ele os apalpou...
Madara: abra a boca, e não ouse morder...
A única coisa que passava na minha cabeça, era como aquilo iria caber em mim... sem ter o que fazer eu obedeci. Assim que senti aquilo entrar na minha boca tive uma sensação muito estranha. Era bom, mas ao mesmo tempo era medonho. Ele queria forçar tudo pra dentro mas não cabia. Minha boca era minúscula perto do pau dele.
Ele me mandou lamber e assim eu fiz, eu já estava ali, não tinha como fugir. Depois que coloquei metade dentro da boca ele soltou um suspiro longo em um gemido rouco. Comecei a ficar corada começando a ficar menos tensa e com uma mão eu peguei nele. Tentei chupar da maneira que eu achava que era e ele não parecia reclamar.
De vez em quando parava de chupar pra respirar então só ficava lambendo. Aquilo já estava pior o suficiente pra ficar pensando no depois... eu estava cedendo... cedendo ao meu sequestrador. E o pior de tudo é que não era ruim. Ele não estava controlando nenhum movimento meu, então eu estava livre pra fazer como achasse melhor.
Ele pendeu a cabeça pra trás pegando na minha nuca e apertando, fiquei chupando somente a ponta do membro dele e depois de um tempinho senti algo atingir minha língua. Tirei ele da boca pra olhar e aquele líquido foi sendo despejado todo nos meus peitos. Por um momento esqueci de quem ele era e apenas lambi novamente a pontinha do pau dele.
Com seu membro ainda pulsando ele me fez um carinho no cabelo e esperou que eu terminasse de lamber ele. Acabei me empolgando de mais, sempre tive a curiosidade de mexer naquilo porém nunca imaginei que chegaria nesse ponto. Depois que terminei ele voltou o membro dentro da calça e fechou o cinto se curvando pra falar no meu ouvido.
Madara: será que entende agora o por que não quero você aqui enquanto estou trabalhando!? Você me distrai sem fazer nada!
Meus peitos ainda estavam pra fora melados com o gozo e ele olhando aquilo sorriu muito satisfeito. Ele apertou meus peitos e eu ainda estava imóvel tentando não fazer nenhum movimento brusco. Ele mesmo me limpou e me levou pro quarto no colo.
Madara: será que agora você me perdoa?
Ele se aproximou pra me beijar e eu coloquei o indicador na frente.
-Só se me pedir perdão.
Madara: garota...
-Eu cedi por que não queria que ficasse mais bravo do que já estava... foi um acaso. *virei o rosto com vergonha*
Madara: chame do que quiser. Se você alguma vez duvidou que eu fosse capaz, agora você sabe. A próxima não vai ser desse jeito, da próxima eu vou ser bruto de verdade com você.
-Não vai ter uma próxima...
Madara: vai, vai sim. *colocou meu cabelo atrás da orelha* você vai se acostumar. E não pode dizer que não gostou.
-Eu tinha curiosidades... não deixa de ser por medo.
Madara: por enquanto. Agora pense bem no que faz Hanami, podemos ter muitas coisas. Você só precisa me aceitar!
-Eu não quero coisas! Será que não entende? Quero sentimentos, emoções... afeto... eu quero me sentir bem e feliz! Não quero me casar com alguém que sinto medo. Muito menos perder a virgindade por uma obrigação que nem deveria ser minha.
Madara: sentimentos tornam as pessoas fracas! Jamais terá isso de mim.
-Espero que entenda que eu jamais aceitarei você como esposo. Não enquanto não provar que seria digno de amor, ou ao menos, de provar que me ama o suficiente pra me fazer passar por tudo isso.
Ele não disse nada pensando naquelas palavras e eu apenas me deitei e me cobri. Ele saiu do quarto com aquela frase na cabeça e foi pro quarto...
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Atualizado até capítulo 46
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