Passei a mão entre a cabeça preocupada com o que eu iria fazer, hoje já saí da casa que estava alugando, não tinha motivo para continuar se eu não tinha emprego para poder quitar, minha mãe prontamente me ofereceu para ir morar na casa dela eu achei a melhor opção, ao contrário disso eu ficaria na rua, eu não tenho nenhum amigo que possa me ajudar não nesse caso, todas são como eu, necessárias de jejum, necessitadas de um emprego, a vida não tá sendo fácil para ninguém seria muito aí hipocrisia minha querer que fosse somente boa para mim, o que me resta é procurar emprego, vagar por aí, mas hoje não, hoje eu quero somente andar um pouco, estou com a cabeça em outro lugar, pensativa da vida, pensativa do que eu realmente eu quero para mim, a realidade é que eu não sei, não tenho propósito definido, na minha vida sempre foi somente Eu e minha família e quando meu pai morreu só foi somente eu e minha mãe, e assim vai ser para sempre, nunca tive prenção de me casaram formar família, eu creio que um dia irá acontecer naturalmente, mas esse não é um sonho próximo, falar a verdade é bem difícil acreditar nos homens, eu tenho medo de me machucar, eu tenho medo de me jogar de cabeça me relacionamento Improvável, Imagine só, se eu conhecer se alguém rico, que me oferecesse o mundo e Fundos, e depois eu disse que ele só estaria brincando comigo eu não quero para mim, você tem provável achar alguém rico nessa cidade, mas uma hipótese dessa acontecesse eu creio que eu não iria me envolver a realidade é que todo mundo quer enganar todo mundo, Principalmente as pessoas mais ricas, ela sempre passa as pernas mas necessitadas, brincam e iludem, faz a nossa vida de cama de gato e depois vão embora sem dizer o porquê, eu não quero que seja assim comigo, eu não tenho que me sujeitar a isso.
Ando despreocupado pela Rua Vítor vai poder esquecer tudo que tá me acontecendo e seguir minha vida normalmente só que para isso tem que arrumar emprego, como eu vou deixar a minha mãe a ficar com todo o custo, ela consegue levar o mês normalmente só que agora é mais uma boa, na realidade nós duas com aquele homem que ela estava eu não queria arrumar discussão por causa disso e não vou mais, só quero que ela seja feliz e tudo bem.
-Merda!
levanto o pé quando eu percebo que algo passou em cima dele veja que a cadeira de roda, olho para o dono, aquele mesmo homem só que dessa vez ele está todo ensanguentado, com o rosto dilacerado até matamos por toda parte.
-Aí meu Deus
Coloco a mão na boca, mas quem será que fez isso com ele.
o pior de tudo é que está desacordado, olho para os lados, a rua está movimentada mas o que me intriga é um grupo de rapazes bêbados andando entre o breu de um dos corredores, me apressam em segurar a cadeira de rodas e ir andando com ele em direção à casa da minha mãe Sei que não é certo isso, sei que seria melhor eu ter ligado para a polícia, só que nitidamente se esses caras voltassem iriam matá-lo meu coração se aperta, não consigo ver ninguém doente, seria agir contra mim caso eu deixar a telha ali, precisado de ajuda e, não, isso eu não posso, com todas as minhas forças eu vou ajudá-lo. chego na casa da minha mãe, agora não preciso mais bater já tenho a chave, mas combinamos de sempre quando ela estiver com aquele homem de visita ela gerar para mim que eu não estaria em casa claro, a casa dela e ela merece ter sua privacidade, mas combinamos sempre ser numa parte da manhã ou tarde porque eu não gosto de ficar na rua à noite, e nem posso ir ela também não quer, Assim ficamos acertados, até tem um pouco de constrangimento de falar sobre isso, balança a cabeça, não quero pensar nessas coisas
-mas o que é isso?
a pego de Carícias com Heitor, me seguro não revirar os olhos.
-mãe ele é um homem que encontrei na rua um dia desses, eu não sei o porquê mas acabaram com o rosto dele, o corpo tá todo machucado, precisamos ajudá-lo.
-meu Deus Sofia Claro, e ainda está na cadeira de rodas, como é possível terem machucado tanto homem assim ao ponto de odiar até mesmo quem é deficiente, realmente as pessoas estão cada vez mais doentes e necessitadas de ajuda e não reconhecem isso.
para minha surpresa Heitor também fica apreensivo com a situação, ele sai do sofá e vai em direção a algumas toalhas e ajuda tirando a roupa do homem, ele não parece estar tão ruim assim para que pudéssemos chamar um médico, creio que seja um hematomas mais superficiais do que por dentro, mas mesmo assim Ligarei para o Doutor Alessandro, ele irá me auxiliar nisso.
-Heitor acaba levando o cadeirante ao quarto repreendo o meu pensamento, Será que foi uma fala errada dizer isso não foi por mal eu não sei o nome dele enfim, ligo para o doutor amigo da família de longa data, ele conheceu meu pai o ajudou quando estava entre a vida e a morte quando atiraram nele, se não fosse ele nós nunca teríamos dinheiro para pagar o plano de saúde, um hospital particular estava fora de questão mas tirou do seu próprio bolso para cobrir os custos da internação do meu pai, devo muito a ele.
-olha, primeiramente faça os primeiros socorros depois se ele acordar e sentir algo você chama imediatamente uma ambulância, pelo que me contou parece ser hematoma superficiais, mas não dá para saber se talvez quebrou alguma costela, normalmente essas pessoas não têm pena de ninguém, ele já tem deficiência, ainda passar por isso...
-Ok Doutor, eu vou cuidar dele.
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Atualizado até capítulo 60
Comments
Euridice Neta
Menina ele está sem documentos, com amnésia e agora todo machucado, alguém deve está procurando.ppr ele afinal é é um homem milionário....
2025-03-25
0
Antonilde Oliveira Alves
como que um hospital coloca alguém na rua nesse estado
2023-09-30
4
Gilda Marcia Cunha Silva
MEU DEUS! CADÊ A FAMÍLIA DESSE RAPAZ,EU NUNCA VI,AS PESSOAS NÃO SE PREOCUPAREM COM ALGUÉM QUE DESAPARECEU!😡😡😡
2023-05-24
3