Depois que Alicia ligou para Júlia aos prantos como uma garotinha que tivesse seu brinquedo favorito tirado dela que também chorou com ela falando ia sentir muitas saudades da amiga. Ela foi direto para o aeroporto e embarcou no avião na classe executiva com.destino a Minas onde ela ia odiar passar o resto dos seus dias longe de todas as coisas que gostava e mesmo zangada com seu pai ia sentir muita falta dele porque depois que perdeu sua mãe ela ficou ainda mais apegada a ele, mas tinha que admitir que por sua culpa ele acabou se tornando duro e distante com ela diferente de quando era criança e ele lhe enchia de carinho e muitos mimos. Mas pelo menos ele deixou que levasse seus cartões de crédito sem limites e ela poderia achar um lugar descente naquele fim de mundo para continuar fazendo o que mais gostava para se distrair:Compras. Mesmo que as lojas não tivessem o mesmo padrão de Brasília, onde nasceu.
Ela iria encontrar algo que lhe interessasse por lá nem que tivesse que explorar todas as proximidades mais habitáveis daquele lugar. Ela já tinha ido uma vez quando tinha 12 anos com seu pai visitar a fazenda do irmão único dele o seu tio Luís, na época ela até gostou, andou de cavalo e se divertiu muito, mas agora aquele lugar não tinha mais nada a ver com ela, mesmo assim ela iria tentar sobreviver e fazer o possível para se comportar só porque seu pai lhe disse quando ligou para ela que dependendo de que seu tio dissesse a ele de como ela se comportaria estando lá ele em breve a deixaria voltar.
Quando ela desembarcou no aeroporto. Estava muito calor e seu vestido negro muito curto e justo estava grudando em seu corpo. Tudo que ela queria era tomar um banho e vestir algo mais fresco. Ela pegou as 2 malas enormes que trouxe que ela mesmo refez com as roupas que mais gostava de usar e ficou lá procurando por seus tios que seu pai lhe disse que a esperaria no aeroporto, mas olhou para todas aquelas pessoas que andavam para lá e para cá e nem sinal do seu tio. Então ela, já exausta de tanto esperar, foi até o ponto de táxi mais próximo quando um homem alto e forte vestido com roupas de cowboy venho em sua direção.
___Boa tarde. senhorita. É a senhorita Alicia Anderson? Perguntou ele com um sotaque com uma voz grossa. Ele não sorriu, apenas foi polido e educado com ela.parecia que ele foi obrigado ir buscá-la no aeroporto.
___Sim e você quem é? Perguntou ela com a mesma polidez que ele. ___Eu me chamo Miguel Montenegro, sou capataz na fazenda de seu tio Luís e ele não pode vir buscá-la porque teve um contratempo e me pediu para que viesse buscá-la em seu lugar. Disse ele comas mãos no bolso do jeans surrado muito apertado, revelando com perfeição as suas coxas grossas e musculosas.
Apesar de rústico e não fazer o seu tipo, ela tinha que admitir que ele era muito bonito .com olhos castanhos e lábios carnudos e muito sensuais, sem falar em seu corpo que era todo definido, com um peito musculoso e um abdômen definido e tudo isso ele fazia questão de exibir na camisa social xadrez que ele usava aberta. Alicia de repente se deu conta que estava tempo demais admirando a beleza rústica daquele homem e desviou os olhos envergonhada e ficou irritada quando olhou pare ele novamente e ele estava com um sorrisinho malicioso de canto nos lábios perfeitos.
___Bem. Já que você vai me levar para casa. Não fique aí parado rindo como um idiota de algo que eu mão faço a mínima questão de saber, pegue minhas malas e me diga onde está o carro que chegaremos até lá. Disse ela com seu jeito esnobe de tratar as pessoas quando ela achava que estava aos seus serviços e pela expressão de raiva e desagrado de Miguel ela viu que ele não gostou nada de ser tratado dessa forma diferente dos empregados de sua casa que já estavam mais do que acostumado com seu jeito autoritário e arrogante de tratar todos eles.
___Vamos. O que esta esperando? Essas malas estão pesadas. Disse ela olhando para as malas nas suas mãos e depois para ele com uma expressão irritada.
___Quero que fique bem claro para senhorita. Que eu não sou seu empregado. Eu trabalho para seu tio Luís e eu só vim busca -la porque ele gentilmente me pediu porque ele sabe que não tinha nenhuma obrigação de fazer isso e quanto as malas. Se estão pesadas, é porque você, como uma patricinha exagerada e sem noção pensando que iria participar de um desfile de moda na fazenda, deve ter trago mais coisas do que deveria. Então se vira. Você mesmo vai carregá-las e carro está logo ali. Disse ele com uma voz expressando todo o seu desagrado apontando para uma Range Rover negra.
___Eu vou tomar uma água para me refrescar, se quiser eu trago para você. Então me espere lá que eu já vou levar a senhorita para a fazenda.
___Olha aqui se você é empregado de meu tio. Então é meu empregado também porque eu sou sobrinha dele e vou viver em sua fazenda. Então trate de fazer jus ao salário que meu tio te paga e pegue essas drogas dessas malas e patricinha mimada e fútil é a mãe. Disse ela com muita raiva por ter pela primeira vez a sua ordem desobedecida e para ela o pior é que além de tudo aquele caipira era mal-educado e abusado. Ele apenas sorriu debochando do destempero dela e virou -lhe as costas, deixando ela lá plantada onde estava e com as malas nas mãos.
___Mais que filho da p**ta! Xingou Alicia com muita raiva dele e sem alternativa saiu ando em direção ao carro do outro lado da pista carregando suas malas e quase virando o pé toda hora pelo peso das malas e pelos saltos altíssimos que usava. Assim que chegou na caminhonete ela estava com os braços doendo por causa das malas pesadas e xingou em pensamento ainda mais Miguel que para ela não passava de um caipira atrevido mas quando chegassem na fazenda ela iria exigir que seu tio o colocasse na rua.
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Atualizado até capítulo 64
Comments
Cicera Illaria
Mimada autoritária e preguiçosa se mexe bunda mole
2025-01-17
0
Simone Silva
parabéns autora pelo seu livro ❤️
2025-01-11
0
Paulinha da Silva
eita que ela vai aprender muito a acordar cedo agora ela vai ver o que que é vida porque ela não vive ela praticamente só gasto não faz mais nada
2025-02-07
1