CLARA
uma semana já se passou, e eu consegui um emprego! sim arranjei um emprego, basicamente oque eu preciso fazer é ajudar a dona Lorena com a cantina dela, não é nada muito chique mas é um lugarzinho de responsa, todo mundo vai comer lá, é fica aberto o dia inteir, por conta disso ela tem bastante funcionário.
eu não tenho que fazer nada específico, se me gritarem eu preciso ir lá e ajudar, meu pai não gostou muito dessa ideia, ele acha que devemos ficar em casa, porque acha mais ''seguro'' pô tô dentro do morro! aqui é o lugar mais seguro pra mim no momento.
sai da cantina era umas duas e meia, hoje o dia tava parado então a dona Lorena nos liberou mais cedo, tudo isso só pra ela ir pro forró mais tarde, ela ama dançar, isso eu já percebi.
parei na calçada e percebi que não tinha nada pra fazer, não tinha ninguém em casa pois a mel foi ajudar a nossa mãe no salão, meu pai nem sei onde tá, nunca para quieto.
E agora? oque eu faço?
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FL
pô ser dono de morro não é nada do que eu pensei que seria, meu pai me ajudou nos primeiros dias, mas agora ele nem aparece mais aqui, disse que quer ver como eu me viro, não tem nem um mês que entrei aqui e já tô tendo que ler um monte de papel, tá fod. demais, minha cabeça chega doi de tanto número.
pelomeos não sou só eu, DD também tá trabalhando duro, o coitado do moleque tem que contar maços e maços de dinheiro, ainda bem que é ele, se fosse eu contaria tudo errado, sem contar que é ele que precisa resolver os BO que os vapores arranjam.
nem tinha almoçado ainda, já era quase três horas quando alguém abre a porta, eu nem levanto o olhar para ver, se não perdia a linha de raciocínio e tinha que começar tudo denovo.
- ocupado ?
- sim.
- que pena, quer ajuda ?
- oque que tá quer clara?
- te ajudar!
ela chegou devagarinho, toda mansa, e eu lógico que estranhei, ela não é assim.
- fala logo!
ela se sentou no meu colo e eu afastei a cadeira da mesa.
- lembra aquele repley que tu tinha me cobrado?
- rsrs agora tu quer ?
- quero.
- mas aqui ?
- sim! eu já tranquei a porta.
olhei para a chave que estava na sua mão e olhei pra porta trancadinha, nem vi quando ela fez isso.
- tu é porre em.
ela me beijou e já começamos a nos pegar, encostei a cadeira na parede pra não ter perigo de cair.
levantei o vestido dela pronto pra encaixar mas ela me parou.
- você tem camisinha aí ?
- camis.nha pra que pô? tu não toma remédio?
- tomo, mas não quero pegar doença.
- doque você tá falando eu tô limpo!
- tão limpo...
- para de noia, vamos sem.
- cadê a porr. da camisinh. ?
- tá aqui, mas não vou usar isso contigo, não precisa.
- precisa sim.
ela pegou o pacote dentro da minha carteira e ajeitou no meu membro, não acredito que isso tá acontecendo.
- pronto!
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Atualizado até capítulo 77
Comments
Fatima Vieira
ai tem armação
2024-06-06
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