2. Capítulo

George acompanha sua amiga Camila no ultrassom. Camila está grávida de 8 meses e logo dará à luz a uma menina chamada Luiza, só que Camila é filha de parteira e justamente é ela que pede para a sua filha fazer um ultrassom atrás do outro para saber se está tudo bem com a sua neta. George atualiza sua amiga de tudo que está acontecendo em sua vida e nessa atualização, ele conta que teve que pintar a parede de sua casa por conta de uma palavra ofensiva escrita por um dos vizinhos. Camila se revolta e diz — Se fosse eu, você sabia que não iria prestar — rir. George se vira para a sua amiga e responde — Fiz o contrário, aliás fiz uma torta para cada vizinho. Camila ri e diz — você é a sua bandeira branca da paz.

Na casa do casal, Oscar recebe um dos vizinhos em sua casa, o Paulo da casa azul, ele está muito interessado em melhorar sua performance na cama com a sua esposa. Oscar vê nisso uma oportunidade de se Enturmar com o vizinho, pegando uma xícara de café e bolinhos, Oscar responde todas as dúvidas e as curiosidades de Paulo que termina com uma pergunta complexa — Sexo na gravidez, assim, minha esposa está esperando o nosso filho e eu estou meio na seca, as únicas coisas que nós fazemos é umas coisas com as mãos, se é que me entende. Oscar pega um livro que diz sobre isso, abrindo na página sete diz — Assim, como está nessa página, você pode transar com a sua esposa na gravidez, com o tanto que não seja agressivo, penetração em momentos como esses deve ser bastante suave e não como se estivesse socando alguém, você pode fazer amor, com o tanto que seja de leve, como disse antes, mas quer um segredo? — Paulo arregala os olhos e diz — Claro. Oscar passa para a página seguinte e diz — A lambida naquela região é muito mais prazerosa para você que vai sentir ela mais suculenta e para ela que vai sentir a sua língua como estivesse já nas alturas de tanto prazer. Paulo se levanta e corre para casa.

Camila leva seu amigo para almoçar em um restaurante, no meio do caminho, eles pegam um papel das mãos de uma senhora e nele está escrito uma coisa fora do comum "adote uma criança" Pelo o menos naquela cidade não era normal fazer esse tipo de propaganda nas ruas, mas o que as pessoas descobriram é que as crianças de um orfanato precisam sair por que ele será demolido, algumas crianças serão transferidas, mas as outras estão tentando ganhar um lar com a ajuda da diretora. 

À noite, George chega e coloca o papel em cima da estante e vai atrás do seu marido no quarto, assim que ele passa pela porta. George observa seu marido. Oscar está de terno e gravata.

— Tem um casamento para ir e eu não sei? — George se aproxima e ajeita a gravata do seu marido. 

Oscar sorri — Não, uma igreja na verdade, vamos comigo?

George arregala os olhos e diz — Vamos ser expulsos. 

Oscar pega nas mãos do seu marido — Temos que tentar ganhar essas famílias, não foi o que me disse ontem?

George dá um peso para trás e diz — Vou me arrumar.

Antes do George começar, ele recebe uma pessoa em sua porta, a Ana, esposa do Paulo convida George para passar rapidamente na sua casa para o clube do livro. Ele olha para o rosto dela e diz — Mas e o culto? Ana dá um sorriso largo e responde — Culto dos homens, tipo um ensaio, vem, vamos. Ana pega na mão de George e o leva para a sua casa, chegando, Natália fecha a sua cara e muda de lugar, ficando mais distante dos lugares vazios. O livro para lê é Romeu e Julieta e quem vai lê os primeiros capítulos naquela noite é a esposa do líder, Natália. George não questiona, mas o livro não deveria está nas mãos daquela mulher que julga, já que nessa história, coisas acontecem que não condiz com o que eles defendem. 

Já no culto, Oscar se sente um pouco perdido já que não entende muito dos assuntos que eles abordam e também não consegue concordar com o pouco que ouve, enquanto Luís para no altar, Paulo fala no ouvido de Oscar de um lado e Fernando do outro. O dono da casa Verde, ele tem umas perguntas também para fazer sobre o sexo. Só que Oscar respeita o lugar, mais do que eles dois. Por isso, pede — Silêncio, aqui não. Assim que terminam, os homens seguem Oscar para fora da igreja ao invés de conversar com o líder, coisa que eles sempre faziam quando o culto terminava, do lado de fora, Oscar tira mais dúvidas.

George vai para o quarto da Ana, levado por ela, só que isso mexe com ele — Deveria está aqui? Não sei, vocês são tão conservadores que eu tenho até medo. Ana sente George na cama e diz — Esquece essas preconceituosas, eu quero saber umas coisas de você que eu tenho vergonha de perguntar para elas, posso? 

   Olhando em seus olhos, George fica perdido — Pode o que? Ana afobada diz — Assuntos sexuais. George se lembra de seu marido contar como ganhou atenção ontem e já sente que isso reflete nele. George diz — O que quer saber? — Ana: Chupar o membro de um homem, pode aliviar ele da mesma maneira que se fosse deixá-lo penetrar? — George rir, mas responde — se você caprichar, pode sim substituir uma penetração, existe muitas pessoas que sentem mais prazer em fazer o oral do que qualquer outra coisa e você, grávida assim, é até melhor do que sentir as cutucadas de um homem por cima de você.

Ana: Então isso alivia?

George: Sim, bastante, agora, só usa os lábios, deixa seus dentes bem longe dele, usa apenas os lábios para ir e vir e sua língua desliza por baixo, isso vai deixar ele louco e vai fazer ele ejacular rapidinho.

Ana dá um abraço carinhoso e estranho e diz — Obrigada!

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