17. Capítulo

George: O que estamos a fazer aqui? — olho para Natália que para do meu lado.

Natália: Não posso voltar para casa e pensei que pudesse-me ajudar com a minha identidade. 

George: O que tem ela?

Natália: Preciso dela para ir embora dessa cidade e na pressa de me escapar do Luís, eu esqueci-a nas minhas coisas.

George: O que lhe leva a pensar que vou-lhe ajudar?

Natália: Você é gay e os gays são acolhedores, ajuda todos que precisam de socorro, principalmente quando essa pessoa é uma mulher que sofre violência doméstica do próprio marido.

George: Você?

Natália: Sim, Luís é um agressor.

George: Mesmo assim, como eu vou entrar na sua casa sem que ele me pegue no deflagra. 

Natália: Toma, aqui está detalhado todos os horários do meu marido, isso vai ajudar.

George: Porque não faz isso? Eu lhe ajudaria. 

Natália: Luís me mataria… por favor George, não me deixe sozinha nessa.

George: Aí Meu Deus! 

Natália: Conto com você? Preciso saber

George: Sim, você conta com a minha ajuda, só peço que não conte nada ao Oscar.

Natália: Não vejo como.

Enquanto George estava a tomar partido, Oscar estava a ajeitar tudo para matricular a sua filha numa escola, Oscar se pergunta onde o seu marido foi parar, e o porquê não está a fazer algo para ajudar.

De um lado um homem confuso e do outro uma mulher que descobre ao seguir o seu marido que ele está a socializar com o seu vizinho por trás das suas costas, Ana, então se encheu de ciúmes e dúvidas sobre aquele encontro e foi por isso que ela se fez presente no bar onde Paulo tomava uma cerveja com o seu vizinho Henrique.

Ana: Olá, todo o mundo.

Paulo se vira e juntamente de Henrique nota a presença de Ana.

Paulo: O que faz aqui? 

Ana: Queria beber algo e vim até aqui. 

Henrique: Então se junte a nós. 

Paulo encarou o seu amante e levantou-se, pegou a sua esposa pelo braço e o levou para fora.

Ana: O que está a fazer? Solta-me.

Paulo: O que você está a fazer? Você nem bebé para começar. 

Ana: Disse a você ontem que por mim de boa lhe dividir com outros homens, fui bastante sincera ao contar no de você que mentiu a dizer que não queria-me dividi com outro homem, se a verdade é que está se deitando com o nosso vizinho casado.

Paulo: Falo baixo, de onde tirou que estou a fazer isso? 

Ana: Eu vi-os na sala da Giovanna quando todos estavam destra idos com a criança de George, pela janela, eu vi-os se tocando. O quê? Você é o único que pode sentir outros lábios? Eu nada? Isso não me parece justo, meu querido.

Paulo: Ok, o que você quer que eu faça?

Ana: Quero que você me coloque no meio, quero fazer um trisal com ele.

Paulo: Ele não aceitaria.

Henrique aparece na ponta da porta.

Henrique: Quem disse que nao? Claro que eu iria aceitar uma delícia dessas.

Ana: Pronto, resolvido.

Paulo: Mas 

Ana ignorou o seu marido e pegou Henrique no pulso o levando para o carro. Paulo se dá conta de que sua esposa quer fazer isso naquele exato momento e vai correndo atrás dos dois no carro.

Já de volta a sua deles, George estava chegando em sua casa e depois que passou pela porta e acariciou o seu gato em cima do sofá, ele tira o papel que Nathália lhe deu com os horários do líder. George sente um medo sem tamanho de ser pego pelo o marido de sua vizinha.

Camila chega para aliviar o coração do seu amigo.

Camila: Que cara é essa? Parece que viu o demônio

George: Nao, mas vou ter que encarar ele logo logo.

Camila: Que história é essa?

George: Vou entrar na casa do Luís para pegar a identidade de sua esposa que inclusive precisa dela para fugir com o seu amante.

Camila: Nossa, que loucura. O que você vai fazer é uma verdadeira loucura, sabia né? Tipo, se ele lhe pegar no flarga?

George: Isso não vai acontecer, tenho essa informação que impede que eu dê de cara com ele.

Camila: Então porque está com medo de ser pego, se já tem tudo preparado, sabe que que horas este homem dorme.

George: Do mesmo jeito, vai que ele não siga a sua rotina.

Camila: Impossível, esses homens casados só mudam de rotina ou comportamento quanto estão traindo suas esposas.

George: O meu mudou de comportamento.

Camila: Mas para lhe agradar, não surta, ok?

na primeira tentativa, George teve sucesso e conseguiu entrar na casa de Natália e sair sem ser pego pelo o seu vizinho, mas como nada daquele cidade é perfeito, a pulseira de George caiu no chão e ele estava tão apressado que nem sentiu que estava indo embora sem ela. tudo estava aparentemente normal, mas o que faz uma confusão também leva um homem ruim chegar em cada e encontrar aquela corrente no chão e para piorar, Luís se lembra de ter visto seu vizinho com a mesma pulseira; nada ainda estava trágico, mas ficou quando Luís procurou pela identidade de sua esposa e não encontrou. seu sangue ferveu e abrindo uma caixa, aquele homem pegou uma arma e foi atrás de George com ela em mãos.

George estava do outro lado da cidade, entregando a identidade daquela moça agredida, Natália lhe abraçou e foi bastante sincera em suas próximas palavras

Natália: Me desculpa por implicar com você e com isso ser uma péssima vizinha para você e para o seu marido, eu vejo que você e o seu marido são uma família de verdade e isso é muito admirável.

George: Obrigado, mas você só está dizendo isso porque eu lhe ajudei a se salvar.

George se virou e foi embora, mal sabia que seu vizinho estava levando uma surra de seu marido e pelo o "crime" que ele acaba de cometer.

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