Helena
Foi tudo muito rápido, estava tudo escuro e agora estou numa sala, sinto meu rosto doer, mas quando me mexo vejo que estou amarrada numa cadeira, uma mulher está no canto da sala.
Helena: Hei moça, onde estou? por que estou presa? o que está acontecendo?
Ela me olha com olhar de nojo e não fala uma única palavra comigo, outra mulher entra e fala alguma coisa.
Mulher B: O chefe já está vindo, provavelmente essa daí é a culpada pelo tiro na senhorita Pasqualini.
Faço uma cara nervosa então consigo lembrar de tudo, a Giovanna estava indo até o altar e do nada ela cai para trás, várias gotas de sangue voam nas flores em volta do caminho, ela levou um tiro enquanto caminhava até o altar, muitas pessoas correm para a sair do local e quando vejo Erick está me encarando furioso, quando menos espero eu apago.
Helena; Espera, eu não fui culpada de nada! porque acham que sou a culpada? Vocês estão loucos?
As duas me encaram.
Mulher A: Fica quieta sua assassina.
Ela vem até mim e me dá um soco no rosto, sinto um gosto de ferro na boca, quando olho pra baixo vejo que tem sangue, droga é o meu sangue.
Helena: Para de me agredir! Eu não fiz nada!
Eu grito com toda a minha força.
Mulher B: Essa não é nossa decisão e sim do chefe Bianchi.
Helena: Bianchi? Erick? Ele sabe que não fui a culpada.
A mulher me dá outro soco no rosto quando termino de falar e a porta se abre, Erick entra com sua camisa quase toda desabotoada. Meus olhos se enchem de esperança.
Helena: Erick, me tira daqui, eu não fiz..n.. nada
Erick: Não minta Helena, você se vingou da Giovanna por conta do que ela fez a você.
Eu começo a chorar, como ele não acredita em mim?
Helena: Eu não fiz nada.
A mulher me dá outro soco no rosto e mais sangue sai da minha boca, meu vestido eu sinto que está bem molhado com meu sangue.
Helena: E..eu juro
São as últimas palavras que eu consigo falar, antes de apagar completamente, começo a acordar lentamente e vejo que estou em um quarto, já é de noite, tento me sentar na cama, mas sou impedida por uma mão.
Mulher: Por favor, não se esforce, continue deitada.
Fico com medo dela e me afasto.
Mulher: Não precisa ter medo Helena, me chamo Anna, sou mãe do Erick.
Helena: Como posso saber que não vai me machucar também?
Anna: Eu não sou uma pessoa como eles, na verdade sinto nojo quando fazem esse tipo de coisa.
Helena: Quem são eles?
Ela respira fundo e me olha de um jeito gentil.
Anna: Máfia Negroni
Helena: Máfia? e por que está nesse meio?
Anna: Sim. Bom meu casamento foi por contrato igual seria o do Erick hoje. Helena preciso que me diga, você quis se vingar da Giovanna?
Helena: Não senhora Anna, eu juro. Nunca me vinguei de alguém em toda minha vida e por que seria diferente agora?
Anna: Vou te ajudar, meu filho está cego de raiva acreditando que foi você, mas não sei o motivo, vou descobrir, não se preocupe.
Helena: Obrigada dona Anna
Ela sorri gentilmente e segura minhas duas mãos depositando um beijo.
Anna: Agora descanse, você está na minha casa e meu filho não tem poder aqui.
Ela se levanta saindo do quarto e eu me deito, não consigo dormir por causa das dores no rosto, mas logo o remédio que tomei começa a fazer efeito e eu durmo. Só queria acordar e ver que não existe nada disso.
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Atualizado até capítulo 57
Comments
Samuka Sapeka
só espero que ela não perdoe ele, e não esqueça do que tá acontecendo
2025-03-18
0
Maria de Fatima Chaves
São uns mafiosos bem fracos ele o pai o sogro credo
2025-03-11
0
MARCIA GUIMARÃES
Esses mafiosos são bem fracos e nada inteligentes. A cada livro que estou a ler, me decepciono com as atitudes infantis deles./Awkward/
2024-12-19
1