Capítulo 18

Helena

Foi tudo muito rápido, estava tudo escuro e agora estou numa sala, sinto meu rosto doer, mas quando me mexo vejo que estou amarrada numa cadeira, uma mulher está no canto da sala.

Helena: Hei moça, onde estou? por que estou presa? o que está acontecendo?

Ela me olha com olhar de nojo e não fala uma única palavra comigo, outra mulher entra e fala alguma coisa.

Mulher B: O chefe já está vindo, provavelmente essa daí é a culpada pelo tiro na senhorita Pasqualini.

Faço uma cara nervosa então consigo lembrar de tudo, a Giovanna estava indo até o altar e do nada ela cai para trás, várias gotas de sangue voam nas flores em volta do caminho, ela levou um tiro enquanto caminhava até o altar, muitas pessoas correm para a sair do local e quando vejo Erick está me encarando furioso, quando menos espero eu apago.

Helena; Espera, eu não fui culpada de nada! porque acham que sou a culpada? Vocês estão loucos?

As duas me encaram.

Mulher A: Fica quieta sua assassina.

Ela vem até mim e me dá um soco no rosto, sinto um gosto de ferro na boca, quando olho pra baixo vejo que tem sangue, droga é o meu sangue.

Helena: Para de me agredir! Eu não fiz nada!

Eu grito com toda a minha força.

Mulher B: Essa não é nossa decisão e sim do chefe Bianchi.

Helena: Bianchi? Erick? Ele sabe que não fui a culpada.

A mulher me dá outro soco no rosto quando termino de falar e a porta se abre, Erick entra com sua camisa quase toda desabotoada. Meus olhos se enchem de esperança.

Helena: Erick, me tira daqui, eu não fiz..n.. nada

Erick: Não minta Helena, você se vingou da Giovanna por conta do que ela fez a você.

Eu começo a chorar, como ele não acredita em mim?

Helena: Eu não fiz nada.

A mulher me dá outro soco no rosto e mais sangue sai da minha boca, meu vestido eu sinto que está bem molhado com meu sangue.

Helena: E..eu juro

São as últimas palavras que eu consigo falar, antes de apagar completamente, começo a acordar lentamente e vejo que estou em um quarto, já é de noite, tento me sentar na cama, mas sou impedida por uma mão.

Mulher: Por favor, não se esforce, continue deitada.

Fico com medo dela e me afasto.

Mulher: Não precisa ter medo Helena, me chamo Anna, sou mãe do Erick.

Helena: Como posso saber que não vai me machucar também?

Anna: Eu não sou uma pessoa como eles, na verdade sinto nojo quando fazem esse tipo de coisa.

Helena: Quem são eles?

Ela respira fundo e me olha de um jeito gentil.

Anna: Máfia Negroni

Helena: Máfia? e por que está nesse meio?

Anna: Sim. Bom meu casamento foi por contrato igual seria o do Erick hoje. Helena preciso que me diga, você quis se vingar da Giovanna?

Helena: Não senhora Anna, eu juro. Nunca me vinguei de alguém em toda minha vida e por que seria diferente agora?

Anna: Vou te ajudar, meu filho está cego de raiva acreditando que foi você, mas não sei o motivo, vou descobrir, não se preocupe.

Helena: Obrigada dona Anna

Ela sorri gentilmente e segura minhas duas mãos depositando um beijo.

Anna: Agora descanse, você está na minha casa e meu filho não tem poder aqui.

Ela se levanta saindo do quarto e eu me deito, não consigo dormir por causa das dores no rosto, mas logo o remédio que tomei começa a fazer efeito e eu durmo. Só queria acordar e ver que não existe nada disso.

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Comments

Samuka Sapeka

Samuka Sapeka

só espero que ela não perdoe ele, e não esqueça do que tá acontecendo

2025-03-18

0

Maria de Fatima Chaves

Maria de Fatima Chaves

São uns mafiosos bem fracos ele o pai o sogro credo

2025-03-11

0

MARCIA GUIMARÃES

MARCIA GUIMARÃES

Esses mafiosos são bem fracos e nada inteligentes. A cada livro que estou a ler, me decepciono com as atitudes infantis deles./Awkward/

2024-12-19

1

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