Reflexões

...Luana...

Eu não queria segurar no braço dele, mas meu pavor falou mais alto, ao ver a merdä que eu fiz, já era tarde a sua mão fechada já estava na parede ao lado do meu rosto, minhas lágrimas escorriam e as minhas pernas tremiam igual vara verde. O seu rosto estava tão perto do meu que dava para sentir o cheiro de menta no seu hálito e seu perfume gostoso. Porém o medo foi tanto, que acabei desmaiando.

...Giuseppe...

Ao perceber que ela iria desmaiar, seguro-a rapidamente para que ela não batesse a cabeça, deito-a vagarosamente no chão, eu estava com uma sensação estranha, não sei decifrar que sensação era essa. Mexo diversas vezes no seu rosto e dou alguns tapas leves. Ao ver ela comecar a despertar, permanecendo sério.

...Luana:- me perdoa, por favor, eu não, eu não queria te tocar, me perd.....

Antes que ela terminasse de falar coloco o meu indicador no meio da sua boca fazendo que ela se calasse, "ela fala demais!" Já estava com a cabeça doendo,"até que era fofo ela tentando se explicar para que eu não a matasse, sendo que nem passou pela minha cabeça fazer isso..." O meu rosto estava tão próximo do dela.

...Giuseppe:- cala boca menina, você fala demais!...

Seguro no seu braço ajudando-a se levantar, vou até a sala sem soltar ela, sento-a no sofá. Caminho em direção a cozinha, estou faminto, pego um salgadinho, um vinho e duas taças, volto para sala e apoio a taça na mesa de centro, encho cada taça até a metade e abro o salgadinho.

...Giuseppe:- isso vai te distrair, quem sabe o vinho não faz você dormir e eu fico um pouco em paz sem a sua tagarelice!...

...Luana:- obrigada!...

Olho ela saboreando cada salgadinho, pego a minha taça de vinho e dou um gole, o sabor do vinho estava divino, ao olhar Luana percebo ela me observando, apoio a taça sobre a mesa e me aproximo dela, seguro firme no seu queixo e aproximo cada vez mais o meu rosto. A minha respiração estava um pouco pesada e a dela também, aproximei o meu lábio do dela. Após sentir seu lábio úmido encostar no meu, a luz volta, ao olhar o que eu estava quase fazendo, sinto um desespero tomar conta de mim então me afasto.

Giuseppe:- porra!

afastei-me dela e subi para o quarto, ela não tentou-me impedir que achei ótimo, se não, eu não resistiria a ela, fui para meu quarto bati a porta forte e comecei a derrubar tudo, por que ela tinha que aparecer, tava tudo indo bem, sem mais ninguém para me importar, proteger, preciso-me afastar, ela não merece morrer por escolher a pessoa errada

...Luana...

Ao vê-lo se afastar, fico completamente desamparada, fora a vergonha de não saber a onde enfiar a cara, "poxa luz estava tão perto!" Percebo que ele parecia ter saido um transe, ele não fala nada e sai. Eu estou tão paralisada que não consegui impedi-lo.

Me assusto ao ouvir o estrondo que a porta do seu quarto fez ao bater na parede, coisas se quebravam no seu quarto e eu estava completamente sem reação. Não consigo entender, por que ele é assim. Talvez Donato me ajude a entende-lo. Passo a mão pelos meuss cabelo, estou um pouco chateada devido ao ocorrido, subo para o meu quarto após ajeitar as coisas na sala e me troco, (coloco um pijama de calça e blusa)

Vou ate a área do meu quarto, Observo ele sentado na área dele, ele estava de costa então não me viu, suas costas eram cheias de cicatrizes uma pior que a outra, havia cicatriz espalhada por tudo, costas e braços, "caramba ele já sofreu demais, não sei quais são as histórias por trás dessas cicatrizes, mas eu fiquei curiosa. Será que é por isso ele não anda sem camisa? Será que é por isso que ninguém pode tocá-lo? Varias dúvidas surgiram. "Eu vou tentar de tudo para conquistá-lo por mais difícil que seja!espera acabei de confessar que gosto dele?" entro rapidamente antes que ele se virasse, me deito na cama pensativa.

...Giuseppe...

Após destruir metade do quarto sinto a minha raiva aliviar um pouco, coloco uma samba canção e vou para sacada, olho em volta para ver se tinha alguém me observando, pois odiava ficar sem camisa, "não por conta das cicatrizes, mas por conta das perguntas" Após ver que eu estava sozinho, me sento de costas para a outra sacada, observando o mar, sinto uma paz imensa, aqueles barulhos das ondas me tranquilizava bastante, mas não o suficiente "tenho a sensação que estou sendo observado, porém, ignoro." Bolo um baseado e começo a fumar. A noite estava bela. "Cada cicatriz me traz lembranças más do meu pai me agredindo quando eu tinha apenas 11 anos, aos 18 eu sai de casa, mesmo assim ele me colocou na empresa na sua empresa, eu só via ele lá. Já a minha mãe vivia viajando ela era uma mulher excelente, mas infelizmente não era muito presente. Desde pequeno, fui criado por Maria, ele teve um começo de infarte quando eu tinha 16 anos, mas hoje em dia ela está ótima, ela é como uma mãe para mim, sem ela eu não seria nada!" Após o meu momento de reflexão, termino o baseado, vou para dentro, deito e durmo.

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Comments

Mary Lima

Mary Lima

A história dele vida é braba/Bye-Bye//Sweat//Sweat//Sweat//Sweat/

2024-06-14

0

Clea Moraes

Clea Moraes

Verdade quem usa mais são os traficantes do morro pelo menos nas histórias que leio.🤭

2023-11-06

6

Germana Gomes

Germana Gomes

poxa lá li um romance onde o mafioso se drogava, quase sempre eles vendem mas não usam né

2023-10-27

0

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