Respiro fundo, vamos coragem Camila, vou até perto dele para ele se apoia em mim.
O senhor passa o braço em volta do meu pescoço, sinto o peso.
Espero ele caminhar, mas ele não o faz.
Olho aquela pequena mulher na porta da cozinha tímida, um pouco inguinorante para meu gosto, mas mesmo com sua timidez ela me responde com respeito, mas medo e sentindo em sua voz.
Quando ela passa por mim sinto o cheiro da sopa que parece delicioso, ela caminha devagar com medo de mim.
Até passa pela minha cabeça de gritar com ela para ver se ela iria derrubar a bandeja, mas imagino a cena ai iria ficar com mais raiva ainda.
Ela passa e ao fundo quando viro para olhar ela entrar no quarto, sinto seu cheiro adocicado de Jasmim.
Ela coloca com muito cuidado, a bandeja na mesa e volta para próximo de mim uns dois metros de distância.
Então resolvi que não consigo voltar para o quarto sozinho para ver se ela vai ser obdiente a mim agora.
Vejo suas mão tremer de medo, sua voz sai baixa e gaguejando um pouco.
Mas ela obdece e chega perto de mim com sua cabeça baixa.
Eu passo o meu braço em volta do seu ombro magro, me apoio mais para pesar nela.
Espero ela passar o braço na minha cintura, mas ela não faz, odeio demoras.
Fico parado então.
Espero de cabeça baixa, ele andar mais não sai do lugar.
Me segura direito, se não fizer e eu cair vou.....
Não precisa se preocupar senhor não vou deixar, falo e passo o braço magro moreno atrás da costa dele quase não consigo segurar sua cintura dura.
Seguro forte o máximo que consigo fazer naquela hora espero que ele não sinta eu tremer.
caminhamos devagar até o quarto,o senhor quer senta aqui na cadeira ou quer ir até a cama, falo já para ele não me ameaça novamente.
Me deixe na cama. Que voz fria misericórdia, já me arrependo de ter colocado a cara fora da cozinha.
Levo até a cama e ajudo a deitar ele geme um pouco, mas sempre com a cara feia.
Olha para cima depois de deitar na cama e vejo que ela está suando, sua testa brilham com gotas de água.
Deixa eu ajudar aqui espere arrumo seu travesseiro, atrás da sua costa.
Vou buscar a sopa só um minuto.
Ando de pressa para a mesa e respiro fundo, seco minha testa suada e volto para perto da cama.
Vou deixar aqui senhor.
Você não vê que não consigo comer estou com o braço feriado ou é estúpida que não vê isso.
Sua voz sai com trovão.
Desculpa senhor, sou burra mesmo perdão vou te ajudar.
E agora o que faço ainda tenho que dar alimento na boca.
Busco a cadeira de perto da mesa que é um peso enorme e coloco do lado da sua cama pego a tigela e coloco a colher dentro e mexo um pouco para esfriar ainda está quente saindo fumaça.
Mexo bem para não queimar ele, minhas mão treme fazendo a coljer bate contra a tigela fazendo barulho.
Vamos estou esperando.
Sim senhor levo uma colherada com cuidado até sua boca carnuda.
Agora olho para seu rosto não quero errar sua boca.
Ele abre e coloco a colher cheia.
Acho que ainda está quente,mas ele não reclama então vou colocando mais.
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Atualizado até capítulo 132
Comments
Zulma Oliveira
que homem horrível
2024-05-18
1
Solange Coutinho
Mas esse mafioso é de um abuso só autora cadê as fotos quero conhecer os protagonista dessa espetacular história Camila× Paco
2023-08-18
6
Rozana Silva
que sáfado
comida na boquinha
2022-12-15
0