Quando percebi já se passou um ano que trabalho aqui na casa grande, e para minha tristeza meu ciclo começa, dona Madalena me ajuda como pode até me deixa escondida para não fazer nada.
As outras empregada não gosta muito de mim.
Agora meus seios já são maiores meu corpo já é diferente, do que. quando cheguei aqui.
Passa se mais uma semana e sou chamada para a sala, agora vou ser a babá do bebê que acabou de nascer.
Fico feliz na hora mas depois lembrei do que aconteceu em casa ai fico com o coração na mão.
Mas como eu dependo do que eles me dão vou ser a babá, do menino, agora durmo no quarto dele Madalena me ensina a fazer as mamadeiras, e a trocar eles isso já sabiá, e as noites vão passado.
Não converso com ninguém a não ser a Madalena, nem com os patrões colocaram o bebe no mundo para a empregada cuidar já faz um mês que ele nasceu o Joaquim e ninguém vem vê-lo.
Mas por mim está ótimo, nesse dia estou menstruada, Madalena me trás absorvente feminino e tenho que trocar alguma vezes.
Saio deixando o bebê no berço dormindo e vou ao banheiro do quarto dele.
Quando volto tem um homem forte perto do berço, nossa como ele cresceu ele fala.
Sim respondo.
Jesus você chegou ouvi sua voz veio ver nosso menino, olha como esta lindo uma mulher entra no quarto ela tem um corpo em forma seus cabelos negros está em um coque bem feito e está maquiada, toda elegante. Ela me olha de cima em baixo com uma cara feia.
Abaixo a cabeça, é amor está com saudade do nosso Joaquim, mas já ia te ver agora mesmo.
O homem fala abraço ela e beijando seu rosto.
Mas sua cara continua feia para mim.
Os dias passa e eu sou levada da casa grande para outra casa maior ainda, choro muito porque vou ter que deixa a dona Madalena para trás, mas quem sou eu para questionar.
Imagino que aqui também vou ser babá ou empregada da casa.
Os dias passa e não vejo o patrão também dessa casa, vou fazendo o serviço que sou mandada a fazer.
Um dia sou levada para um porão imagino muito escuro, sou deixada lá por algumas horas vejo que tem uma cama ali.
A porta derepente se abre, um homem que cheira a bebida entra, não vejo seu rosto.
Tira a roupa escuto, fico parada com medo anda logo sua puta tire a roupa, você é surda se for vou te devolver comprei você pelo bom preço, puta.
Você vai tirar ou que que ru arranque a força agora sua voz lembrar do meu pai antes de receber um tapa.
Vou tirar senhor falo gaguejando, assim é melhor.
Deite na cama vamos não tenho a noite toda,estou tremendo de medo e imagino o que vai acontecer comigo.
Lágrimas já flui dos meus olhos.
O homem cheirando a álcool sobe na cama. e abre minhas pernas, meu deus. penso.
Sinto um dedo em mim, entrando fundo me assunto e grito de dor.
Calma vai valer a pena realmente ainda e virgem, escuto sua voz nogenta.
Foi terrível a dor aquilo entrando em mim e ele baubuciando palavrões na minha orelha,rezava para acabar logo aquela tortura infernal.
Não me lembro quantas vezes fui violentada sexualmente naquela noite, daquele dia em diante não saia mais daquele quarto sempre uma empregada trazia comida e outra coisa para mim, lá eu tinha roupas novas e comida com um tempo colocaram uma tv pequena e assim fiquei ali dos meus quatorze anos até agora.
Perdi minha pureza com um homem que nem vejo seu rosto quando vem se deita comigo, ele vem duas vezes por semana, por um tempo quando completo as visitas ficam mais longas até meses sem ver ele.
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Atualizado até capítulo 132
Comments
Zulma Oliveira
nossa autora que horror
2024-05-18
2
Solange Coutinho
Meu Deus tenha misericórdia dessa menina que tristeza eu estou sentindo dessa menina
2023-08-17
8
Valcicleia Ribeiro
meu Deus, que pai horrível, coitada da menina
2023-08-17
0