Quem leu o conto Anterior,sabe como o padre Romero comeu meu cüzinho ou melhor... Arrombou meu buraquinho, eu quiquei tanto na pic@ do padre, que feri a cabeça da rol@, ele passou dias vestindo so a batina sem roupa por baixo. Eu fiquei de castigo todos os dias por 2 horas vendo e admirando a pic@ toda esfolada, a cabeça vermelha e dolorida, eu queria comer aquele monstro de novo, mas o padre não aguentava, então fiz o safado chupar minha xaninha gostoso e me fazer gozar. Ele disse amar chupar minha buceta e que estava ficando viciado no meu clitóris e grandes lábios. Perguntei se quando estivesse bom da rol@, se ele podia tirar minha virgindade, ele disse que sim, mas que eu deveria começar a tomar anticoncepcional para não engravidar.
Quem iria comprar para mim? Fiquei matutando, eu tinha esquecido da irmã Marina,a gostosona de bucet@ grande. Claro que esqueci... O padre Romero me fazia gozar todos os dias, mamando minha xoxotinha e enfiando os dedos no meu cüzinho arrombado por ele.
Bem eu queria sentir aquela pic@ descomunal de grossa abrindo minha bucetinh@ virgem, se aguentei no cü, também aguentaria na racha.
Fui atrás da irmã Marina, na sua aula e quando todos saíram, fui falar com ela.
A freira me evitava desde o dia em que fiz o gesto obseno para ela na sala do padre. Ela so não sabia que obsena sou eu, que além do gesto,eu queria sua bucet@ grande gozando para mim! Mesmo que o padre tenha me feito gozar várias vezes durante o castigo, eu queria mais e o fato de esquecer a freira, serviu para acalma-la, para depois dá o bote.
- Irmã, a senhora poderia comprar algo na farmácia para mim, quando for as compras hoje?
A irma Marina era quem fazia as compras para o colégio, sempre ia com outra freira e as duas ficavam hospedada em uma pousada na vila, durante dois dias onde havia o comércio local.
- O que você quer da farmácia Melissa?
- Anticoncepcional irmã!
A freira olhou para mim assustada, suas bochechas ficaram vermelhas, tossiu desconfortável.
- Sabe que não posso comprar esse tipo de coisa na farmácia da vila Melissa, os comentários sobre mim se espalharia.
- E se a senhora me levasse com vocês irmã? Peça ao padre Romero, diga que preciso respirar fora do colégio e que quer conversar comigo sozinha.
- vejo que você já tem tudo planejado,e como vou explicar você no lugar da irmã Gestrude? E o gasto para acomodação?
- Eu durmo no seu quarto irmã e ajudo vocês nas compras, afinal a senhora não quer que eu fique grávida dentro dos muros do colégio... Quer?
- Como ficaria grávida aqui menina?
- Calma irmã... A senhora nem sabe se é para mim... Uma das meninas me pediu, ela deu ou pretende dá o cabaço ao namorado na próxima saída.
- Não vou fazer isso Melissa, não vou levar você comigo!
- Tem certeza irmã? O padre Romero ficou muito interessado no que cochichei no seu ouvido quando me levou para o castigo... E eu ainda tenho uma semana na sala dele viu...
- Sua peste! Chantagista!
- Não diga isso irmã... Tenho certeza que ainda vai me amar muito!
Sai da sala rindo e já fazendo planos para a viagem do dia seguinte com a irmã Marina! A irmã era um mulherão lindo, de pernas grossas, bucet@ grande e seu grelinho parecia uma semente de cajá, fruta nordestina... Não sei como consegue esconder algo tão facinante! Seu grelinho é lindo, mesmo assim seria considerado uma anormalia genética, mas eu tenho certeza que vou amar fazer amor com a irmã Marina!
Minha curiosidade me leva a cometer loucuras para realizar minhas fantasias, eu pretendo descobrir tudo sobre sexo, coisas que envolva muito prazer carnal e pouco sentimentos.
E o outro dia chegou e lá vou eu com as irmãs, para a pequena cidade com a permissão do padre chupão, falei para ele do episódio de siririca da irmã Marina, contei do clitóris avantajado dela e que eu queria fazer sexo oral com ela, prometi trazer fotos do grelinho dela, fotos no meu celular de nós duas transando e pedi dinheiro para comprar um vibrador para nós duas. O padre me deu bastante dinheiro para comprar camisinhas, anticoncepcional e um bom vibrador grosso e longo para mim, liberou minha saída com a irmã e desejou boas compras. Ele sabia que eu queria transar com ele e a irmã no dia em que ele fosse tirar minha virgindade, também o convenci que quando eu fosse embora ele teria alguém para transar e que podíamos ensinar nossa freira a fazer gostoso.
Nossa viagem foi muito boa a irmã Gestrude dirigia a pirua e eu ia atrás conversando com a feira mais velha. Ao chegar fomos para a estalagem onde elas sempre ficavam até fazer todas as compras em grosso e nessa noite eu ia dormi com a irmã Marina, minha bucetinh@ estava toda molhada so de imaginar em chupar aquela buceton@ e mamar aquele grelinho cajá da irmã, fazia mil planos de como ia comer sua bocet@ gorda, se ia beliscar seu grandes lábios ou chupar com força, eu pretendia na noite seguinte comer a irmã com o consolo que compraria na manhã seguinte, eu sentia um Frenesi pelo corpo só de imaginar em introduzir uma pic@ grossa na irmã, ver sua bucet@ abrindo, ficando toda arreganhada e com o grelinho para fora pronto para mim mamar e brincar gostoso!
A noite fui dormi cedo, deixando as duas freiras com as listas de compras, mas meu intuito era ver a irmã se despir. E quando ela entrou no quarto cheirando a sabonete após o banho no banheiro do corredor, eu abri um pouquinho os olhos e na penumbra vi a irmã Marina tirar o hábito. Seus cabelos eram longos contrariando as regras do convento, os seios pesados foram soltos do horrível sutiã, fiquei babando pelos seios volumosos de bicos salientes, eu suspirei baixinho quando a irmã vestiu uma camisola larga e longa sem tirar a calcinha composta, suas coxas eram grossas, merecedoras de um fio dental naquele rabo empinado e volumoso!
Tudo na irmã Marina era grande, volumoso, coisa para se fartar mesmo.
"Será que seu gozo também era abundante?"
Pensei afobada fechando minhas pernas com tesão. A irmã deitou ao meu lado e me deu as costas, deixei que pegasse no sono e horas depois sentindo sua quentura, encostei meu corpo jovem em suas costas e passei meu braço por sua cintura, ela acordou e senti seu corpo ficar tenso, tentou tirar minha mão, eu beijei seu pescoço e apertei um seio volumoso, ela se virou e nossos olhos se encontram. Não deixe que falasse beijei sua boca com vontade, segurando sua nuca, ela me afastou surpresa, mas sua respiração ofegante a denunciou.
- Não diga que não quer irmã, eu assisti você se masturbando e desde esse dia eu so penso em fazer amor com você, deixe eu te ensinar a gozar, quero mamar você todinha, minha grandona gostosa.
- Você tem mesmo 15 anos Melissa? Onde foi buscar tanta obsenidades...
- Não sei irmã... Gosto de sexo e de coisas novas, sinto muito prazer pelo proibido! E nesse momento eu quero mamar seus peitos com força... Vai deixar?
Antes de falar minha mão já estava subindo por baixo da camisola horrorosa, encontrando o biquinho duro, ela fechou os olhos suspirando e eu aproveitei para subir em cima do seu corpo.
- Haaaa irmã, você não sabe como fantasiei em chupar seus seios assim!
Cai de boca nos bicos duros de tesão,chupei gostoso e forte, escutei seus gemidos, passei para o outro e dei o mesmo tratamento, mordi de leve os biquinhos já vermelhos das chupadas, os seios eram pesados em minhas mãos e eu estava adorando aperta-los, minha bucetinh@ estava encharcada de tanto tesão. Beijei a irmã com a boca aberta ,inteoduzi minha língua e brinquei com a dela, chupei sua língua, mordi seu lábio inferior e falei...
-Quero fazer assim no seu grelinho gostosa,ou você quer gozar no meu dedinho?
Arfando ela abriu as pernas e eu fui em busca da sua xaninha grande, estava molhada, enfiei o dedo, depois outro e comecei a introduzir com força e quando tirava,molhava seu grandes lábios vaginais. Ela gemia baixinho, sua mão segurando minha nunca enquanto eu mamava seu peito gostoso.
- irmã dobre suas pernas... Quero que me mostre seu grelinho grande.
- NÃO! Eu tenho vergonha Melissa...
- Que vergonha,que nada Marina! Eu fiquei fascinada pelo seu clitóris, eu quero beija-lo, chupar muito e fazer voce gozar na minha boca, vou mamar ele como mamei seus peitos deliciosos!
Fui descendo por seu corpo distribuindo beijos, dobrei suas pernas e quando seu grelinho pulou para fora, olhei fascinada aquele caroço, abri os lábios grossos, examinei de perto e fiquei encantada com o tamanho. Primeiro passei a língua, sentindo sua testura, depois bejei com uma sugadinha leve, escutei o gemido alto, levantei a cabeça, olhei seu rosto e sorri enfiando os dedos na vagina melada, lambuzei toda extensão, belisquei os lábios vaginais avantajados e depois comecei a alizar bem de leve a semente de cajá vermelhinha lambuzando com a seiva da dona daquela bucet@ que para muitos seria estranha , mas para mim era linda, gostosa em sua diferença.
- Agora minha deusa eu vou mamar seu grelinho avantajado como ele merece, quero que você goze muito, várias vezes até se fartar na minha boca e lingua!
Quem era a experiênte? Quem tinha 15 anos? Eu era um espírito velho, obseno, lascivo e cruel com minhas vítimas, eu gostava de vê-los sofre, gritar e pedirem por mais sacanagens e era isso que eu pretendia fazer com a irmã marina!
Chupei e chupei gostoso, mamei até extrair o leitinho daquela bucet@ grande, a cada gozada da freira eu gozava também só de sentir seus tremores, seus gemidos e gritos abafados nos travesseiros. A madrugada chegou e me encontrou colocando pumadinha no grelinho inchado e dolorido da irmã, ela me olhava encantada, enquanto eu soprava suas partes íntimas e eu sorria pedindo desculpas por ter ferido meu grelinho cajá. Ela riu com o nome que dei a seu clitóris avantajado.
- Seu grelinho Melissa?
- Sim, meu grelinho... Eu vou chupar tanto você irmã, nesses três anos que ainda me restam no colégio, que vai ficar viciada na minha língua!
- Venha aqui sua safadinha!
Abraçou meu corpo,que comparado com o dela era pequeno e começou a alisar minhas curvas, seios e minha xaninha.
- Você não gozou garota... Me ensine a fazer você gozar... Por favor!
E eu ensinei! Sem dizer a ela que tinha gozado só em ver e sentir ela gozar três vezes nos meus dedos e lingua. Eu mamei tanto a irmã Marina que feri seu grelinho e agora esfreguei minha xota na sua cara, ensinei a ela como mamar minha bucetinh@ igual a um bezerro quando puxa a teta de uma vaca e ela bebeu meu gozo como o padre sempre faz.
Acordei pela manhã com a irmã Marina entre minhas pernas lambendo minha xotinha gostosamente, gozei na sua boca e após o banho dela eu cuidei do seu grelinho e a noite comi sua bucet@ com o vibrador grosso, enfiei até o talo enquanto mamava seus peitões e quando ela pediu para mamar seu grelinho eu mamei devagar por ainda estar machucado, mesmo assim foi maravilhoso vê-lo para fora enquanto eu socava a rol@ de borracha na enorme racha. Ver o gozo da irmã descer quando tirei a pic@ grossa foi demais... Eu bebi tudinho, depois foi a vez dela fazer tudo o que eu gosto, ela superou minhas expectativas!
Agora basta so contar como eu a convenci a transar com o padre e comigo ao mesmo tempo e como ela ajudou o padre a tirar minha virgindade. O que foi fantástico para nós três.
Nota do autor...
Queridos leitores, os contos são baseados nos temas enviados por meus seguidores, agradeço a colaboração de todos e não deixe de deixar seus temas no meu PV. Grata meus girassóis 🌻🌻🌻