"Meu padrinho tirou minha virgindade"
Me chamo Ana Alvegara, e hoje vou relatar como foi a minha primeira vez.
Tenho hoje 26 anos, mas na época tinha 16 pra 17.
Meu pai e minha mãe tem um amigo desde o tempo de escola, o Nome dele é Alexsandro Vieira. Meu pai convidou ele para ser meu padrinho e ele aceitou com muita honra. Meu dindo querido, atencioso, cuidadoso, preocupado, amado como um segundo pai sempre foi pra mim. Ele e minha Dinda Eliane tem um negócio de festa. Aluguéis de salão, decoração, essas coisas...
Após eu completar 15 anos eu ganhei uma câmera fotográfica profissional deles. Uma forma de me incentivar a ser fotógrafa no futuro. Eu amei... Não é uma coisa que queria fazer no futuro, mas poderia ser um Hobby e me ajudaria a levantar uma grana pra faculdade, essas coisas.
Quando eu completei 16 anos eu passei a ajudá-los no trabalho deles, adorava de mais aquela atmosfera de festa, diversão, crianças felizes, alegria em um ambiente. No começo eu organizava as decorações, falava com o pessoal da passagem de som, procurava dar atenção as pessoas que alugavam os salões... Enfim... Com o passar dos meses fui ganhando a confiando dos meus dindos que me elogiavam bastante, gostavam de me ver ativa. Aprendi muito com isso. Estudava e trabalhava, quase não tinha tempo pra namorar, apenas flertar em um shopping ou na escola mesmo. Passava mais tempo com meus padrinhos do que com meus pais.
Certo dia fomos eu e meu padrinho adiantar algumas coisas no salão. Entramos, cadeados o salão por dentro e ligamos o ar. Nossa que delícia, o ar nos dava distância do calor infernal que fazia lá fora. Começamos a organizar as coisas e meu padrinho muito brincalhão como sempre, mexia cmg, puxava meus cabelos e corria, para eu correr atrás dele, coisa de bobos, a gente conversava bastante sobre o que eu queria para mim. Éramos amigos.
Nesse dia meu Dindo tava mais afetuoso, tocava mais em mim. Perguntei.. "O que foi?.. Tá carente?".. Ele ria e mexia cmg. "Não estou carente, só estou provocativo hj kkkk" Respondeu ele. "Olha que eu ligo pra Eliane e já faço ela te aquietar" respondi brincando. Ele então disse. " Não não, não precisa chegar a esse ponto". Então me fez uma pergunta. —"Ana.. você ainda é virgem?"..
—"Que isso Dindo, isso é pergunta que se faça?" Respondi com um tom mais sério.
—"Não Ana, não precisa se ofender ou ficar brava, é apenas uma pergunta".
—"Eu sei, mas normalmente não temos esse tipo de conversa". Respondi como se fosse a adulta da conversa kkkk.
—"É que é muito raro eu e você ficarmos sozinhos, então tenho essa curiosidade, sabe?" Falou ele já se aproximando de mim.
—"É mas eu acho que isso é uma coisa pessoal minha Dindo, vc não tem que saber". Respondi com os olhos aflitos ao ver ele se aproximando.
—"Ana, entenda uma coisa, eu só quero o seu bem, meu amor". Falou ele já trazendo sua mão aos meus cabelos.
Fiquei nervosa, me arrepiei com o seu toque. Nunca tinha visto meu dindo com outros olhos, e jamais imaginei que ele me veria também.
Me abraçou e beijou minha testa e disse...
—"Venha aqui nos fundos, vou te mostrar uma coisa".
Me pegou pela mão e me levou até uma peça dos fundos, ali ficava itens do salão que sobrava, como colchonetes para as crianças pularem e brincarem.
Fiquei aflita, "O que o meu dindo quer me mostrar?" Confesso a vcs que pensei na inocência mesmo.
Tirou sua camisa, mostrando o físico de um homem com 38 anos, mas que cuidava da alimentação e praticava esportes, não musculoso, mas bem cuidado.
—"O que está fazendo Alex?".. Já nervosa com o que poderia acontecer.
Nada falou. Apenas me trouxe para os seus braços e me deu um beijo longo na boca, fiquei sem reação.
Senti um calor que naquele momento nenhum ar condicionado apagaria, novidade para mim. Nem ao beijar os ficantes na escola eu senti. (A diferença de um homem experimente para um moleque, não é meninas?)...
Me beijava e passava as mãos pelo meu corpo.
—"Dindo, pára por favor, estou ficando sem ar". Falei com a esperança dele parar.
—"Relaxa minha princesa, eu não vou te machucar". Respondeu ele olhando nos meus olhos".
—"O que a Dinda vai fazer se descobrir". Falei preocupada com o que poderia acontecer no futuro. Imagina, minha Dinda ama muito ele, seria o fim.
—"Se você não contar, eu não conto". Respondeu Alexandro com um sorriso malicioso.
Aquilo me conquistou, me fez ceder a ele.
Todo delicado e atencioso ele me despiu, me deixando como vim ao mundo.
—"Nossa, é como eu imaginava... Vc é muito gostosa Ana". Falou com um tesão nos olhos.
—"Dindo?... Eu sou virgem viu?... Respondendo a sua pergunta".
—"Calma meu amor, eu prometo que vou ser cuidadoso". Respondeu acariciando o meu rosto.
Me senti protegida, amparada em um mundo totalmente novo pra mim.
Me deitou nos colchonetes, tirou o restante das suas roupas, se ajoelhou. Abriu minhas pernas e trouxe sua língua até minha vagina. Senti gelado, me arrepiei. Nossa que coisa boa.
Enquanto me chupava ele acariciava meus seios com umas das mãos. Nossa me senti no paraíso, minhas pernas ficaram bambas com cada ida e volta daquela língua. Eu gemia. Dava uns gritinhos, sei lá, por ser iniciante talvez e não estar acostumada.
—"Ana"?
—"Oi"?... Já em Nárnia já, kkkk já não sabia nem onde estava, tamanho era o prazer que sentia.
—"O que vai acontecer agora vai mudar a sua vida para sempre. Será algo muito bom tá bom. Vai doer, mas vai ser uma dor boa". Falou ele já balançando aquele mastro enorme que deveria ter uns 26 cm.
Respondi.
—"Tá bom Dindo, eu estou gostando". Respondi um pouco aflita pois nunca tive uma penetração. Meu Deus o que pode acontecer?.
Com calma e delicadeza ele foi molhando a cabeça que parecia um cogumelo enorme e deslizando até a entrada da minha vagina.
Entrou a cabeça, dei um gritinho, ele parou mas não tirou. Continuou com calma, foi entrando e saindo, nossa que dor. Que coisa gostosa.
Assim ficou por uns minutos até ele perceber que já podia por mais. Eu só revirava os olhos e gemia. Mas não pedi pra parar. Viram? Sou forte kkkk.
Começou um vai vem mais forte enquanto ele chupava meus seios. Fui devorada gente. Deflorada. A flor desabrochou. Fui violada pelo meu dindo. Que loucura. A essa altura eu já me sentia a puta mais experiente e queria mais e mais. Fizemos de várias posições, todas ele sempre com muito cuidado. Ganhou minha confiança e eu passei a enxergar no meu dindo o desejo carnal. Viramos amantes. Por longos anos e fui sua. Claro, ele não mudou com a minha Dinda, continuou sempre muito viril com ela, inclusive tiveram outros filhos. Eu posso dizer que ele foi o meu professor pra vida do sexo. Continuei com eles até terminar minha faculdade. Tudo foi ótimo para nós 3. Na próxima vez vou contar sobre a minha primeira vez fazendo um boquete. Um espoiler?.. Sim foi com o meu dindo. Espero que tenham gostado gente.