À medida que o tempo passa, vamos amadurecendo, passamos a enxergar determinadas coisas de uma forma diferente, sob uma outra perspectiva. No entanto, algumas coisas permanecem e carregamos conosco independente da idade. Desde muito jovem, na adolescência ainda, entendi que meu espírito era aventureiro e liberal, sempre disposto a testar novas experiências. É óbvio que nessa idade ainda não temos a percepção clara de quanto a sociedade em que vivemos é hipócrita e preconceituosa, mesmo nos dias atuais, principalmente se pensarmos no comportamento sexual das pessoas.
Ouve-se muito: atire a primeira pedra quem nunca pecou, quem nunca errou, quem nunca fez isso ou aquilo, é justamente aqui que a hipocrisia da sociedade se faz presente: julgando. Aprendi que não devemos julgar ninguém, cada um é dono do seu destino, dos seus desejos, da sua vida e do seu corpo. Ainda na adolescência, não vou negar, tive experiências com outros amigos e foi muito prazeroso, era o famoso troca-troca. Moro numa cidade costeira a beira-mar, onde, por si só, proporciona um clima de mais sensualidade, com as pessoas expondo seus corpos modelados nas academias, bronzeados da praia, tudo isso facilita o envolvimento entre as pessoas.
Até antes de conhecer a minha namorada, tive relacionamentos com mulheres, homens e até casais, em total sintonia de liberdade e cumplicidade. Depois que comecei a namorar com a Lígia, que viria a se tornar minha esposa, nunca mais me aventurei a ter outros contatos, sempre respeitei a fidelidade com ela. Criada sob rígidos dogmas religiosos, sempre foi recatada, até mesmo entre nós, por mais que eu tivesse tentado, não consegui comê-la antes do casamento, mas eu sempre estive apaixonado por ela e casei por amor.
Desde que começamos a namorar, eu nunca escondi dela esse meu lado liberal e tudo o que já tinha feito antes de conhece-la, ela não se importou, mas pediu duas coisas, que eu lhe fosse fiel e não pedisse para ela compartilhar da libertinagem, essa foi a palavra que ela usou. Depois de casados, tentei porque tentei trazer a minha esposa para esse lado mais liberal, mas ela foi irredutível:
- Numa me peça isso e se você quiser viver essa vida, lhe dou total liberdade, mas nosso casamento acaba.
Hoje, aos quarenta anos, com doze de casado, sempre a respeitei, não por falta de oportunidades, mas por respeito a ela mesmo. Sou dono de um comércio muito bem sucedido na cidade, tenho funcionários de longa data e de confiança. Com isso tenho tempo para frequentar academia e natação, esporte que gosto muito. Não sou nenhum galã, mas tenho um corpo bem definido, nada de barriga e, apesar da idade, já alguns cabelos grisalhos, minha esposa diz que fico muito charmoso. Semana passada um amigo, que tem um espaço cultural, promoveu a vernissage de novo pintor e me convidou. Quando me preparava para ir buscar minha esposa, ela ligou:
- Amor, estou meio indisposta, melhor você ir sozinho.
Eu falei que nessa condição eu também não iria, mas ela insistiu:
- Theo, o Lauro é muito seu amigo, não faça essa desfeita a ele, estou bem, tomo um analgésico e vou deitar, divirta-se.
Cheguei na galeria, meu amigo veio me cumprimentar e disse que eu ficasse à vontade, pois a noite dele seria corrida, muita gente. Estava apreciando um quadro, pensando até mesmo em compra-lo, quando um casal se aproxima e também admira a obra. Olhei de soslaio para a garota, muito jovem ainda e fiquei impressionado com a sua beleza, literalmente seria capa de alguma revista importante de moda.
Me posicionei para que o casal também puder apreciar o quadro e o rapaz, também muito jovem diz para mim:
- Você entende alguma coisa de arte?
- Confesso a você que nada, sei apenas dizer se é ou não bonito, nem ideia de valor eu tenho.
Foi assim que começamos a conversar e acabamos indo até o bar da galeria para tomarmos alguma coisa. Ali fiquei sabendo que a garota se chama Mariana, vinte e um anos, estudante de direito, ruiva de olhos verdes, pele bronzeada, seios pequenos, dava para se ver pela blusa decotada que ela não usava sutiã, cabelos longos e um corpinho tipo mignon.
Ele é o Otávio, vinte e cinco anos, moreno claro, feições bonitas, corpo bem feito, arquiteto, filho de empresários e herdeiro único da empresa de construção. Primeira vez deles na cidade, estão em lua de mel e ficariam por uma semana. Felicitei-os dizendo que formavam um belo casal, a Mariana viu a aliança na minha mão e perguntou:
- E a esposa, não veio porquê?
- Ela não estava se sentindo bem, resolveu ficar em casa.
Eles disseram que eu era muito gentil e se podiam abusar dessa gentileza. Sorri dizendo que seria um prazer, eles queriam indicação de um bom lugar para jantar. Perguntei se eles gostam de frutos do mar, disseram ser a comida preferida, então indiquei o melhor restaurante da cidade. Passava um pouco das dezenove horas, disseram estar com fome e iriam aceitar a minha indicação. Nisso o Otávio diz:
- Já jantou Theo?
- Ainda não.
Ele olhou para a esposa, ela deu um sorriso de cumplicidade para ele que se virou para mim:
- Nos daria o prazer da sua companhia?
Olhei para aquela gata dengosa, mil ideias passaram pelo meu pensamento e aceitei dizendo:
- Vou ligar para minha esposa e dizer que chego um pouco mais tarde então.
Liguei e minha esposa atendeu:
- Amor, encontrei com um amigo e ele me convidou para jantar, vou chegar um pouco mais tarde.
Ela falou que tudo bem e para eu não me preocupar, pois já estava melhorando. Assim que desliguei o celular a Mariana perguntou:
- Sua esposa é ciumenta?
Olhei curioso para ela e devolvi a pergunta:
- Você ficaria se soubesse que seria um casal e não apenas o amigo?
- Se eu conhecesse o casal não, do contrário ficaria.
- Na verdade – eu falei – não cheguei a mentir, falei que ia jantar com um amigo, pois já considero o Otávio como tal e não menti, apenas omiti alguma coisa.
Ela sorriu e disse que gostou da minha resposta. Saímos e fomos no meu carro. No restaurante a conversa foi animada, quiseram saber mais sobre a cidade, pontos que poderiam visitar, outros restaurantes, alguma casa de show.
Fiz todas as indicações que julgava serem boas e eles agradeceram. A conversa virou para o lado pessoal:
- Quantos anos casado – perguntou a Mariana.
- Esse ano fizemos doze.
- Bastante tempo – ela falou – qual o segredo?
- Alguns fatores: cumplicidade, carinho, paciência e sexo com certeza – eu disse sorrindo.
- Sua esposa é cúmplice no sexo – perguntou o Otávio.
E agora, o que eu deveria responder. Na verdade, o sexo em casa não é ruim, mas aquém do que eu gostaria:
- Vou ser sincero, minha esposa foi criada num regime muito rígido, mantém alguns tabus que não consegui romper ao longo desses anos.
- Que tipo de tabus – a Mariana quis saber.
- Ser mais liberal, aceitar e encarar algumas coisas com mais naturalidade.
- Pelo jeito você é liberal – falou o Otávio.
- Muito, tenho visão e desejos diferentes, mas em respeito a ela eu me retraí nesse sentido.
O jantar estava sendo muito bom, eles eram curiosos, natural por casarem tão jovens, apesar de estarem juntos há cinco anos. A Mariana olhou para o marido, deu um sorriso e pediu licença para ia à toalete. Sozinhos na mesa ele falou:
- Theo tanto eu quanto a Mariana gostamos muito de você, já que é liberal, quero dizer que também sou e tenho fantasias.
- Acho que é natural de todos nós né Otávio?
Meu instinto me dizia para onde ia caminhar aquela conversa, por isso dei corda:
- Tem alguma em especial?
Ele não demonstrou nenhum constrangimento:
- Com certeza, gostaria de fazer um ménage masculino com a Mariana.
Tinha certeza que era isso:
- Ela compartilha da sua fantasia?
- No começo ela ficou puta, mas fui insistente e ela acabou gostando da ideia, mas sempre disse: tem que ser com alguém especial, que se sinta atraída.
- Ela está coberta de razão, sabe Otávio, por muitos anos também tentei fazer a cabeça da minha esposa, mas ela é irredutível.
Ele virou o copo de cerveja de uma só vez e falou:
- Conheço minha esposa, sei que ela gostou de você, aceitaria realizar essa fantasia nossa?
A visão daquela ruiva gostosa me veio à mente e sucumbi:
- Será um prazer, desde que ela realmente queira.
- Concordo, assim que ela voltar você pode nos deixar sozinhos por uns instantes?
- Com certeza.
Assim que ela retornou eu pedi para eles darem licença. Demoro alguns minutos e ao retornar a Mariana olha para mim e vejo seu rosto corar.
Retomamos a conversa e o Otávio falou:
- Theo, nós alugamos uma casa bem em frente à praia, ela é muito confortável, nos daria o prazer da sua visita?
Que loucura, estava na iminência de comer aquela gostosa que estava na minha frente:
- Com certeza, tenho flexibilidade de horários.
- O que acha de almoçar com a gente amanhã?
- Considere combinado.
Terminamos de jantar, deixei os dois na casa alugada e fui embora. No dia seguinte, na combinada lá estava eu, o Otávio me recebeu:
- A Mariana está terminando o banho, logo ela se junta a nós, preparamos alguns petiscos como almoço, tudo bem para você?
- Perfeito.
- Mais uma coisa Theo, escolhi um filme para assistirmos, acho que deve motivar a Mariana.
- É um começo, o que não podemos fazer é forçar qualquer situação.
- Tem razão, já ficou com casal?
- Algumas vezes.
- Então você é experiente.
Nesse instante a Mariana entra na sala, eu quase perdi o fôlego, era a imagem de uma deusa, ela vestia o menor biquíni que eu já tinha visto, em cima mal cobria os bicos, embaixo na frente, uma tirinha de pano cobria a rachinha e atrás um fiozinho escondido no rego, ela estava praticamente nua. Ela se aproximou, me beijou no rosto e eu aproveitei para abraçá-la dizendo o seu marido:
- Você é um cara de muita sorte, casou com uma deusa.
Eu estava de pau duro e pressionei o danado contra o ventre dela.
Sentamos e comemos rapidamente, para os três o interesse era outro. Eu e ele sentamos no sofá enquanto a Mariana preparava um café, quando ela chegou com as xícaras o marido falou:
- Amor, senta aqui entre nós, escolhi um filme para assistirmos.
Ela sentou e logo apareceu na tela da TV o nome do filme: eu, ela e ele. O filme começou e claramente era sobre o ménage de um casal e o amigo, cenas quentes, quase explícitas, o clima na sala estava quente. Eu tinha que tomar a iniciativa:
- Otávio – disse eu – você teria coragem de dividir essa deusa com outro homem?
A resposta veio rápida:
- É minha fantasia, mas depende de a Mariana aceitar também.
Ela não falou nada, mas o marido a incitou:
- E aí amor, tem vontade de ter duas rolas para te dar prazer?
Ele começou a passar a mão nas coxas da esposa que só então se pronunciou:
- Já conversamos sobre isso, sei que tem vontade de ser corno, o problema é se eu gostar, daí vou querer sempre.
Aproveitei e também comecei a acariciar sua outra coxa e fui mais ousado, subi até sua bucetinha e deslizei um dedo na rachinha ainda protegida pela tirinha de tecido. Ela arreganhou as pernas para facilitar, olhou para mim e pergunta:
- Você também daria sua esposa para outro?
- Com certeza, mas ela não aceita nem falar no assunto.
Colei minha boca na dela e a beijei, ela retribuiu e levou a mão no meu pau. Ela começou a gemer feito uma cadelinha no cio, o Otávio estava com o olhar fixo em nós dois. Quando ele tentou passar a mão de novo, ela disse:
- Nada disso, não quer ser corno, então senta ali na frente, fica só olhando e sentindo o chifre crescer na sua cabeça.
Ela se transformou, assumiu a personagem de esposa puta. O marido tirou a roupa e sentou na nossa frente. Olhei para o seu pau duro, bonito e senti saudades dos tempos que eu desfrutava de uma rola também. Ela fica joelhos, tira minha calça e a cueca vem junto, meu pau salta duro, empinado e babando. Ela segura meu cacete, se vira para o marido e diz:
- Corno, olha aqui o caralho que vai foder a sua mulherzinha.
Porra, eu pensei, que lua de mel mais apimentada essa. Não sou nenhum bem dotado, um pau normal, mas sei muito bem como usar.
Ela cai de boca e começa a mamar. Engole a cabeça, lambe ele todinho, suga minhas bolas, volta a chupar o pau e o engole todinho. O marido só na punheta bem lenta e a boca salivando:
- E aí Otávio – eu disse – qual a sensação de ser corno.
- Maravilhosa Theo, é o que eu sempre quis.
Ela me puxa para a beira do sofá e minha bunda fica quase toda para fora. Ergue meu saco, olha para o marido e diz:
- Vou fazer nele o que você gosta tanto.
Nisso ela lambe aquela costurinha que nós homens temos entre o saco e o cu. Eu dei uma rebolada para ajeitar melhor a bunda, ela percebe e pergunta para o marido:
- Será que ele gosta igual a você?
- Theo – falou o Otávio – minha esposa é especialista em lamber cu, você gosta?
- Gosto de tudo no meu cuzinho.
Ela olha para mim, dá um sorrisinho sacana e lambe minhas pregas, cospe no furico e diz:
- Vamos ver se gosta disso também.
Ela mete o dedo e eu gemo mais alto. Ela fica fodendo meu cu e dizendo ao marido:
- Igual a você amor, chegado em tomar no cu.
Que revelação mais interessante, a festa seria completa. Ela fica assim por um bom tempo se divertindo no meu rabo, até que eu a puxo e digo:
- Agora é minha vez de chupar essa putinha.
Tiro minha camisa, num puxão eu arranco o biquini da vadia e a deixo pelada. Ela deita no tapete, eu me posiciono entre as suas pernas e meto a língua naquela racha super molhada. Enfio a língua, sugo seu grelo bem grandinho, enfio o dedo e rodo dentro da sua buceta.
Na tela da TV, a cena era de um chupando a mulher e ela mamando o outro. A Mariana vê e fala para o marido:
- Vem cá corno, deixa eu chupar sua pica.
Ele mete o pau na boca da esposa que engole a rola inteirinha, ela tem muita prática. O cheiro de sexo tomava conta do ambiente, nós três estávamos envolvidos e cheios de tesão. Tiro a boca da buceta e vou subindo pelo seu corpo até chegar nos peitinhos miúdos. Sugo os biquinhos eriçados e ela puxa meinha cabeça contra o corpo, em claro sinal que queria mais intensidade.
Sugo com mais força, roço meus dentes nos biquinhos dando leves mordidinhas e ela geme com o pau do marido na boca. Deixo suas tetinhas, beijo seu pescoço e meu rosto fica ali, pertinho do pau do marido dela. Ela tira da boca, segura com a mão e diz:
- Quer experimentar?
- O corno não vai achar ruim?
- Corno não tem que achar ruim de nada, não pediu para ser corno, agora aguenta.
Há muito tempo que eu não dava uma boa mamada, abocanhei a rola e comecei a chupar, que saudade. A Mariana colocou a boca e ficamos os dois nos deliciando em chupar o seu marido.
Estava muito bom, mas o Otávio tinha um desejo:
- Vai Theo, fode minha esposa, quero ver a rola entrando nela.
Coloco ela de quatro, esfrego a rola na sua buceta encharcada e começo a meter. Ela geme de prazer e o marido quer saber:
- Está gostoso amor?
- Uma delícia, ele mete gostoso pra caralho.
- Vai Theo, soca forte na minha putinha que ela gosta.
Eu soco e meu pau chega a bater fundo dentro dela que diz ao marido:
- Está vendo corno? Era isso que você queria, ver outro macho me comendo.
- Isso mesmo meu amor, é bom demais.
- Vem cá então, deixa eu chupar seu pau.
Nessa combinação não demorou muito para que ela gozasse e seu marido também, enchendo a boca dela de porra, eu me preservei. Fomos os três tomar uma ducha e voltamos para a cama, que lua de mel espetacular eles estavam tendo e eu aproveitando.
Deitados ficamos conversando e ela perguntou ao marido:
- E aí, tudo bem para você até agora, sem ciúmes?
- Nenhum amor, só tesão, muito melhor do que as minhas fantasias.
- É – ela disse – com certeza tem espírito de corno e quer saber de uma coisa, estou gostando da brincadeira, não vou querer parar por aqui.
O Otávio falou que tudo bem e era isso mesmo que ele queria. Como eu não tinha gozado, meu pau permanecia duro com aquela intimidade toda. Ela viu, olhou para o marido e falou:
- Já que quer mesmo continuar sendo corno, vai ser do meu jeito, você concorda?
- Tudo o que você quiser meu amor.
Ela segura no meu pau e diz ao marido:
- Quero dar o cu para ele, mas antes esse cacete precisa estar bem molhado, chupa o pau do Theo.
Ele ficou indeciso, disse que nunca tinha feito isso, tentou evitar, mas ela foi enfática:
- Não viu como ele chupou você, gostei de ver dois machos se pegando e, como eu disse, vai ser corno do meu jeito, vai logo e não reclama, mama na rola do Theo.
Sabendo o risco que ele corria, dela desistir da brincadeira, ele ficou no meio das minhas pernas, segurou meu pau e sem alternativa meteu a boca.
Começou desajeitado, sem saber muito bem como fazer, mas pelo jeito ele gostou e logo mamava como uma verdadeira putinha:
- Delícia amor – disse a Mariana – estou gostado de ver.
Meu pau já estava bem molhado e ele não parava de mamar:
- Porra – ela disse – gostou mesmo de mamar hein, não para mais.
Ele tirou meu pau da boca e disse sorrindo:
- Até que gostei.
Ela ficou de quatro e falou ao marido:
- Conduza o pau dele no meu cuzinho.
O Otávio segurou no meu pau e o encostou no rabo da esposa. Forcei e ele foi entrando de mansinho, a putinha deve estar acostumada a tomar no cu. Fiquei ali fazendo movimentos cadenciados de vai e vem e a Mariana delirando de prazer. Ela olha para o marido e diz:
- Fica aqui de quatro do meu lado corninho.
Obediente ele se posicionou e ela falou para mim:
- Theo, agora tem duas putinhas para comer o cu, mete no rabo do corno também.
O Otávio tentou argumentar alguma coisa, mas foi calado de imediato:
- Calado corno, não falou que faria tudo o que eu mandasse, quero ver o Theo comendo seu rabo também.
Dei uma cuspida nas pregas do Otávio, encostei a rola e forcei, para meu espanto entrou mais fácil do que imaginei, mas entendi quando ela falou:
- Melhor que o consolo com o qual eu como você?
- Um pouco diferente, mas é gostoso.
Que safado, também gosta de queimar a rosca e ficou fazendo charminho. Soquei com gosto no cu dos dois, mas a Maria foi taxativa:
- Theo, você vai gozar no meu cu, vem.
Como já não estava aguentando mais, eu meti no rabo dela e descarreguei toda a minha porra. Fomos tomar outro banho, demos um tempo e voltamos a transar e desta vez o Otávio também me comeu. Eles ficaram uma semana em lua de mel e transamos todos os dias. Foram embora com promessas de voltarem, vamos ver.