— senhor Tate, o senhor foi bruto como esperava que eu aguentasse?
— malcriação logo cedo? acho que a dose de ontem não foi suficiente. (disse levantado da cama deixando todo seu corpo a mostra, deixando a garota envergonhada e fazendo ela desviar o rosto)
— vai me dizer que tá com vergonha? isso tava dentro de você ontem a noite, bom... pelo menos boa parte dele esteve dentro de você então não tem motivos pra ficar envergonhada.
— eu só não... eu não quero ver, só isso!
— qual a sua idade mesmo?
— e-eu.. eu tô com 16.
— você realmente é muito nova.
— se acha que sou nova não deveria ter feito aquilo eu não aguentei se quer a primeira...
— você realmente acha que eu pararia só porquê você apagou? eu comprei você para me satisfazer não importa se você tá acordado, dormindo, desmaiada ou morta (caminha até ela) você me entendeu? (disse pegando no braço dela)
— senhor Tate você tá machucando meu braço.
— eu perguntei se você me entendeu, não vai me responder?
— eu entendi senhor, só pare de apertar meu braço por favor.
— levante dessa cama e vá tomar um banho (disse a puxando) e não fique testando a minha paciência.
— senhor Tate, o senhor está me machucando por favor pare.
— cale sua boca, essa sua maldita voz me irrita.
— Desculpa (ela disse baixinho)
* ela caminhou para fora do quarto enrolada na toalha, ao chegar no banheiro ela colocou a banheira para encher e parou em frente ao espelho a toalha escorregou e ela viu com clareza o seu corpo cheio de mordidas e chupões, ela respirou fundo e entrou dentro da banheira ela esfregava seu corpo tentando tirar qualquer resquício de que ele a tivesse tocado.
* enquanto isso Tate estava em seu quarto ele já havia tomado banho e estava pronto por outro lado a garota ainda não havia saído do banheiro o que de certa forma estava deixando Tate irritado.
*(toc toc)
— você pretende morar no banheiro? (disse o homem com a voz grave)
— n-não senhor Tate, eu vou sair logo.
*gira a maçaneta* * porta tá trancada por dentro*
— por que fechou a porta? (perguntou enquanto girava incansavelmente a maçaneta)
— senhor Tate eu estou tomando banho, tenho que ter um pouco de privacidade!
— não existe esse negócio de privacidade pra você. (disse entrando no banheiro)
— mas senhor Tate a porta não estava fechada?
— é eu sei, mas essa é minha casa e eu tenho todas as chaves reserva. (disse com a cara mais sínica do mundo) agora pare de brincar com a água, você não é mais criança.
— o senhor vai sair é?
— pare de fazer perguntas e saia logo dessa banheira se eu tirar você vai ser pior!
— eu já estou saindo. (disse se levantando e se enrolando rapidamente na toalha)
— vá para seu quarto eu passo lá em instantes!
— o senhor quer fazer aquilo novamente? (disse com os olhos assustados)
— você é ingênua demais se eu quisesse faríamos aqui mesmo eu não perderia tempo mandando você pro quarto.
— tudo bem eu já estou indo.
— eu vou procurar uma roupa pra você, nós vamos sair!
— para onde vamos?
— não faça muitas perguntas, isso é chato.
— eu sinto muito senhor Tate.
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Atualizado até capítulo 111
Comments
Gislene Santos
difícil ler esse livro,pesado 😔,a autora deveria criar uma personagem,forte,dona da sua carreira,do seu dinheiro e acima de tudo do seu corpo,os fins não justica o começo
2024-04-05
1
Lucineide Vitoria
mulher tem que defender a outra e esse mostro abusador é muito bruto
2024-03-07
1
Beatriz da Encarnação
Ela também pergunta de mais fala de mais. Ki chato
2023-10-30
4